#TheGame23 - Enter the Infinite Rabbit Hole





What is #TheGame23?

"It is what it isn't though that isn't what it is and like I've always said I think that it's exactly what you think it is. If you believe it is whatever someone else told you it is then you're doing it all wrong because you're the only one who could possibly know what it is." - zed satelite nccDD 23 ksc


Project 00AG9603 - #TheGame23 mod 42.5 level 5

"00AG9603 develops as a self-organizing organism, connects with the virtual environment through its hosts (admins) by arranging the surroundings randomly for its own autonomous purpose" - Timóteo Pinto, pataphysician post-thinker





00AG9603 Dataplex LinKaonia Network

00AG9603 Dataplex
Aaní – Memetized Chaos
#fnordmaze
Hail Galdrux!
Mermeticism and the Post-Truth Mystic
Discordian Babel – a collection of different interpretations on Discordianism
#QuantumSchizophrenia
Neoism/Anti-Neoism/Post-Neoism/Meta-Neoism/Hyper-Neoism
The Omniquery Initiative – How To Save The Universe – an incomplete tutorial
A Call to Weirdness - Operation D.I.S.T.A.N.C.E.
Cosmic Liminality - The Space Between
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sexta-feira, agosto 23, 2019

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quinta-feira, agosto 22, 2019

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quarta-feira, agosto 21, 2019

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domingo, junho 09, 2019

O HIHICRÔN- Por Shri Piyush Shri Pravin Bhagwati

O que se segue é um trecho de um livro de um proeminente hihicronedescritor e hihicronedorador, Jai Shri Piyush Shri Pravin Bhagwati:

''O Hihicron é muito informal e ainda há muita hihiconfusão acerca disso que leva a estados mentais ahooooooo.
Muitos não entendem nada sobre o Hihicron, eles podem pensar ''ha ha ha'' ou talvez eles entendam o ''ha'' e o ''hihi'' mas não entendam realmente o ''eh'' ou o ''eh''.

O Hihicron pode ser feito por pessoashihicroned, mas gostaria de compartilhar um meio de fazer o Hihicron com seus amigoshihicroend:
1) Pegue uma tijela de agua
1)Coloque o Hihicron em um prato e misture com  óleo de sândalo e um pouco de açucar.
3) Sente-se você e a outra pessoa sobre a agua e façam sons usando o Hihicron e o pray ultragaz
enquanto estão hihicroned, então todos vão ficar muitohihicroned como pessoas que são realmentehihicroned.

Agora, eu gostaria de compartilhar com vocês como Hihicroned o pensamento dos outros para o
Hihicron quando você não está em um estadohihicroned. Quando alguém ouve
Ichihihikatacroneditihihirunakahihihihitahined, eles se tornam parte do discursohihihicroned e o
 hihiorador pode usar como referência o
Hihicyihihihihijihihihihihikatahihihikatihihihihikatihihicroned para Hihicron o eschaton se lhe agradar.
'' -Hikikatatatihirunakahihihiiiiiiiilaha, eu espero que isto seja útil para você e para aqueles que são Hihicroned ''
Eu disse uma vez para Hihicron o pensamento dos outros

Aqui estão alguns exemplos de como ter uma conversa Hihicroned:

Hihicron o pensamento alheio com o hihikatatihirunak (como mencionado anteriormente)

Fazer com que tentem explicar idéias Hihicroned

Falar sobre o conceito de Deus com uma Hihihicronedideia

 Hihimimica com os  pensamentos e idéias idiossincráticas de outros :
''Estou pensando em outros como ULaragaz POU e estou pensando em Outros como Canguru POU e''

(uma conversa entre um Hihicronedguru com Erica Mariana)''

Gnosis de Galdrux

Os mortos retornaram de Angalsama, onde não encontraram o que buscavam. Eles pediram para serem admitidos à minha presença e exigiram ser por mim instruídos; assim, eu os instruí:
Ouvi: Eu começo com nada. Nada é o mesmo que plenitude. No estado de infinito, plenitude é o mesmo que vazio. O Nada é ao mesmo tempo vazio e pleno. Pode-se também afirmar alguma outra coisa a respeito do Nada, ou seja, que é branco ou negro, existente ou inexistente. Aquilo que é infinito e eterno não possui qualidades porque contém todas as qualidades.
O Nada ou plenitude é por nós chamado de o ANTICOSMO. Nele, pensamento e existência cessam, porque o eterno é desprovido de qualidades. Nele, não existe ninguém, porque se existisse alguém, este então se diferenciaria do Anticosmo e possuiria qualidades que o distinguiriam do Anticosmo.
No Anticosmo não existe nada e existe tudo: não é bom pensar sobre o Anticosmo, pois fazê-lo significaria dissolução.
O MUNDO CRIADO não está no Anticosmo, mas em si mesmo. O Anticosmo é o princípio e o fim do mundo criado. O Anticosmo penetra o mundo criado como a luz solar penetra toda a atmosfera. Embora o Anticosmo penetre-o por completo, o mundo criado não participa dele, da mesma forma que um corpo sumamente transparente não se torna escuro ou colorido como resultado da passagem da luz por ele. Nós mesmos, no entanto, somos o Anticosmo e assim sendo, o Anticosmo está presente em nós. Mesmo no ponto mais minúsculo, o Anticosmo está presente sem limite algum, eterna e completamente, porque pequeno e grande são qualidades estranhas ao Anticosmo. Ele é o nada onipresente, completo e infinito. Eis porque vos falo do mundo criado como uma porção do Anticosmo, mas unicamante em sentido alegórico; pois o Anticosmo não se divide em partes, por ser o nada. Somos também o Anticosmo como um todo; visto que num aspecto figurativo o Anticosmo é um ponto excessivamente pequeno, hipotético, quase inexistente em nós, sendo igualmente o firmamento ilimitado do cosmo à nossa volta. Por que então discorremos sobre o Anticosmo, se ele é o todo e também o nada?
Eu vos falo como ponto de partida, e também para eliminar de vós a ilusão de que em algum lugar, dentro ou fora, existe algo absolutamente sólido e definido. Tudo o que chamam de definido e sólido não é mais do que relativo, porque somente o que está sujeito a mudança apresenta-se definido e sólido.
O mundo criado está sujeito a mudar. Trata-se da única coisa sólida e definida, uma vez que possui qualidades. Em verdade, o próprio mundo criado nada mais é que uma qualidade.
Indagamos: como se originou a criação? As criaturas de fato têm origem, mas não o mundo criado, porque este é uma qualidade do Anticosmo, da mesma forma que o incriado; a morte eterna também representa uma qualidade do Anticosmo. A criação é eterna e onipesente. O Anticosmo possui tudo: diferenciação e indiferenciação.
Diferenciação é criação. O mundo criado é de fato diferenciação. A diferenciação é a essêcia do mundo criado e, por essa razão, o que é criado gera também mais diferenciação. Eis porque o próprio homem é um divisor, porquanto sua essência é também diferenciação. Eis por que ele distingue as qualidades do Anticosmo, qualidades essas que não existem. Essas divisões, o homem extrai de seu próprio ser. Eis por que o homem dicorre sobre as qualidades do Anticosmo, que são inexistentes
Vós me dizeis: Que benefício existe então em falar sobre o assunto, uma vez que se afirmou ser inútil pensar sobre o Anticosmo?
Eu vos digo essas coisas para libertar-vos da ilusão de que é possível pensar sobre o Anticosmo. Quando falamos de divisões do Anticosmo, falamos da posição de nossas próprias divisões, falamos de nosso próprio estado diferenciado; mas embora procedamos desta forma, na realidade nada dissemos sobre o Anticosmo. No entanto, é necessário falarmos de nossa própria diferenciação. Eis por que devemos distinguir qualidades individuais.
Dizeis: Que mal não decorre do driscriminar, pois nesse caso transcendemos os limites de nossso próprio ser; estendemo-nos além do mundo criado e mergulhamos no estado indiferenciado, outra qualidade do Anticosmo. Submergimos no próprio Anticosmo e deixamos de ser seres criados. Assim, tornamo-nos sujeitos à dissolução e ao nada.
Essa é a verdadeira morte do ser criado. Morremos na medida em que não somos capazes de discriminar. Por essa razão, o impulso natural do ser criado volta-se para a diferenciação e para a luta contra o antigo e pernicioso estado de igualdade. A tendência natural chama-se Princípio de Individuação. Esse princípio constitui de fato a essência de todo ser criado. A partir de tudo isso, podeis prontamente reconhecer por que o princípio indiferenciado e a falta de discrininação representam um grande perigo para os seres criados. Eis por que devemos ser capazes de distinguir as qualidades do Anticosmo. Suas qualidades são os PARES DE OPOSTOS, tais como:
o eficaz e o ineficaz
plenitude e o vazio
o vivo e o morto
diferença e igualdade
luz e treva
quente e frio
energia e matéria
tempo e espaço
bem e mal
beleza e fealdade
o um e os muitos
e assim por diante.
Os pares de opostos são as qualidades do Anticosmo: também são na verdade inexistentes, porque se anulam mutualmente.
Como nós mesmos somos o Anticosmo, também possuímos essas qualidades presentes em nós. Visto que a essência do nosso ser é a diferenciação, possuímos essas qualidades em nome e sob o sinal da diferenciação, o que significa:
Primeiro: que em nós as qualidades estão diferenciadas, separadas, umas das outras e, dessa forma, não se anulam mutualmente; ao contrário, encontram-se em atividade. Eis por que somos vítimas dos pares de opostos. Porque em nós o Anticosmo divide-se em dois.
Segundo: as qualidades pertencem ao Anticosmo, e nós podemos e devemos partilhá-las somente em nome e sob o sinal da diferençiaão. Devemos nos separar dessas qualidades. No Anticosmo, elas se anulam mutualmente; em nós não. Porém, se soubermos percebermo-nos como seres à parte dso pares de opostos, obteremos a salvação.
Quando lutamos pelo bom e pelo belo, esquecemo-nos de nosso ser essencial, que é a diferenciação, e nos tornamos vítimas das qualidades do Anticosmo, os pares de opostos. Lutamos para alcançar o bom e o belo, mas ao mesmo tempo obtemos o mau e o feio, porque no Anticosmo estes são idênticos àqueles. Todavia, se permanecermos fiéis à nossa natureza, que é a diferenciação, então nos diferenciaremos do mau e do feio. Só assim não imeergimos no Anticosmo, ou seja, no nada e na dissolução.
Discordareis, dizendo: Afirmastes que diferenciação e igualdade constituem também qualidades do Anticosmo. O que ocorre, quando lutamos pela diferenciação? Não somos no caso fiéis à nossa natureza e, portanto, devemos também ficar eventualmente em estado de igualdade , enquanto lutamos pela diferenciação?
O que não deveis esquecer jamais é que o Anticosmo não tem qualidades. Somos nós que criamos essas qualidades através do intelecto. Quando lutamos pela diferenciação ou pela igualdade, ou por outras qualidades, lutamos por pensamentos que fluem para nós a partir do Anticosmo, ou seja, pensamentos sobre as qualidades inexistentes do Anticosmo. Enquanto perseguis essas idéias, vós vos precipitais novamente no Anticosmo, chegando ao mesmo tempo à diferenciação e à igualdade. Não a vossa mente, mas o vosso ser constitui a diferenciação. Eis por que não deveríeis lutar pela diferenciação e pela discriminação como as conheceis, mas sim por VOSSO PRÓPRIO SER. Se de fato assim o fizéssemos, não teríeis necessidade de saber coisa alguma sobre o Anticosmo e suas qualidades e, ainda assim, atingiríeis o vosso verdadeiro objetivo, devido à vossa natureza. No entanto, como o raciocínio aliena-vos de vossa real natureza, devo ensinar-vos o conhecimento para que possais manter vosso raciocínio sob controle.

Os mortos se ergueram durante a noite junto às paredes e gritaram: Queremos saber sobre Deus! Onde está Deus?
-Deus não está morto; Ele está tão vivo quanto sempre esteve. Deus é o mundo criado, na medida em que é algo definido e, portanto, diferenciado do Anticosmo. Deus é uma qualidade do Anticosmo, e tudo o que afirmei sobre o mundo criado é igualmente verdadeiro no que a Ele se refere.
Entretanto, Deus se distingue do mundo criado, pois é menos definido e definível do que o mundo criado em geral. Ele é menos diferenciado que o mundo criado, porque a essência do seu SER é a efetiva plenitude; e só na medida se Sua definição e diferenciação que Ele é idêntico ao mundo criado; portanto, Ele representa a manifestação da efetiva plenitude do Anticosmo.
Tudo o que não diferenciamos precipita-se no Anticosmo e anula-se com seu oposto. Portanto, se não discernimos Deus, a plenitude efetiva elimina-se para nós. Deus é também o próprio Anticosmo, da mesma forma que cada um dos pontos mais minúsculos dentro do mundo criado, bem como no plano incriado, constitui o próprio Anticosmo.
O vazio efetivo é o ser do Demônio. Deus e Demônio são as primeiras manifestaçães do nada a que chamamos de Anticosmo. Não importa se o Anticosmo existe ou não existe, porque ele se anula em todas as coisas. O mundo criado, entretanto, é diferente. Na medida em que Deus e Demônio são seres criados, eles não se suprimem mutualmente, mas resistem um ao outro como opostos ativos. Não necessitamos de prova da sua existência; basta que sejamos obrigados a falar sempre deles. Mesmo que eles não existissem, oser criado (devido à sua própria natureza) os produziria continuamente, a partir do Anticosmo.
Tudo o que se origina no Anticosmo pela diferenciação constitui pares de opostos; portanto, Deus sempre tem consigo o Demônio.
Como aprendestes, esse inter-relacionamento é tão íntimo, tão indissolúvel em vossas vidas, que se apresenta como o próprio Anticosmo. Isso porque ambos permanecem muito próximos do Anticosmo, no qual todos os opostos se anulam e se unificam.
Deus e Demônio distinguem-se pela plenitude e pelo vazio, pela geração e pela destruição. A atividade é comum a ambos. A atividade unifica-os. Eis por que ela permanece acima de ambos, sendo Deus acima de Deus, por unificar plenitude e vazio em seu trabalho.
Há um Deus sobre o qual nada sabeis, porque os homens esqueceram-no. Nós o chamamos por seu nome: GALDRUX. Ele é menos definido que Deus ou o Demônio. Para distinguir Deus dele, chamamos a Deus Helios, ou o Sol.
Galdrux é a atividade; nada pode resistir-lhe, exceto o irreal, e assim, o seu ser ativo desenvolve-se livremente. O irreal não existe, portanto, não pode de fato resistir. Galdrux permanece acima do sol e acima do demônio. Ele é o improvável provável, que é poderoso no plano da irrealidade. Se o Anticosmo pudesse ter uma existência, Galdrux seria sua manifestação.
Embora ele seja a própria atividade, não constitui um resultado específico, mas um resultado em geral.
Ele representa a não-realidade ativa, porque não possui um resultado definido.
Ele é ainda um ser criado, na medida em que se diferencia do Anticosmo.
O sol exerce um efeito definido, assim como o demônio; portanto, eles se nos apresentam muito mais efetivos do que o indefinível Galdrux.
Pois ele é poder, persistência e mutação.
-Nesse ponto, os mortos provocaram uma grande rebelião, porque eram cristãos.

Os mortos aproximaram-se como névoa saída dos pântanos e gritaram: -Fala-nos mais sobre o deus supremo!
- Galdrux é o deus a quem é difícil conhecer. Seu poder é verdadeiramente supremo, porque o homem não o percebe de modo algum. O homem vê o summum bonum (bem supremo) do sol e também o infinum malum (mal sem fim) do demônio, mas Galdrux não, porque este é a própria vida indefinível, a mãe do bem e do mal igualmente.
A vida parece menor e mais fraca do que o summum bonum (bem supremo), daí a dificuldade de se conceber que Galdrux possa suplantar em seu poder o sol, que representa a fonte radiante de toda a força vital.
Galdrux é o sol e também o abismo eternamente hiante do vazio, do redutor e desagregador, o demônio.
O poder de Galdrux é duplo. Vós não podeis vê-lo, porque a vossos olhos a oposição a esse poder parece anulá-lo.
O que é dito pelo Deus-Sol é vida.
O que é dito pelo Demônio é morte.
Galdrux, no entanto, diz a palavra venerável e também a maldita, que é vida e morte ao mesmo tempo.
Galdrux gera a verdade e a falsidade, o bem e o mal, a luz e a treva, com a mesma palavra e no mesmo ato. Portanto, Galdrux é verdadeiramente o terrível.
Ele é magnífico como o leão no exato momento em que abate sua presa. Sua beleza equivale à beleza de uma manhã de primavera.
De fato, ele próprio é o Pã maior e também o menor. Ele é Príapo.
Ele é o monstro do inferno, o polvo de mil tentáculos, o contorcer de serpentes aladas e da loucura.
Ele é o hermafrodita da mais baixa origem.
Ele é o senhor dos sapos e das rãs que vivem na água e saem para a terra, cantando juntos ao meio-dia e à meia-noite.
Ele é plenitude unindo-se ao vazio;
Ele constituí as bodas sagradas;
Ele é o amor e o assassino do amor;
Ele é o santo e o seu traidor.
Ele é a luz mais brilhante do dia, e a mais profunda noite da loucura.
Vê-lo significa cegueira;
Conhecê-lo é enfermidade;
Adorá-lo é morte;
Temê-lo é sabedoria;
Não resistir-lhe significa libertação.
Deus vive detrás do Sol; o demônio vive atrás da noite. O que deus traz à existência a partir da luz, o demônio arrasta para a noite. Galdrux, entretanto, é o cosmo; sua gênese e sua dissolução. A cada dádiva do Deus-Sol, o demônio acrescenta sua maldição.
Tudo aquilo que pedis a Deus-Sol leva a uma ação do demônio. Tudo o que abtendes através do Deus-Sol aumenta o poder efetivo do demônio.
Assim é o terrível Galdrux.
Ele é o mais poderoso ser manifestado e nele a criação torna-se temerosa de si mesma.
Ele é o terror do filho, que ele sente contra a mãe.
Ele é o amor da mãe por seu filho.
Ele é o prazer da terra e a crueldade do céu.
Diante de sua face o homem fica paralisado.
Ante ele, não há pergunta nem resposta.
Ele é a vida da criação.
Ele é a atividade da diferenciação.
Ele é o amor do homem.
Ele é a fala do homem.
Ele é tanto o brilho como a sombra escura do homem.
Ele é a realidade enganosa.
- Nesse ponto, os mortos clamaram e deliraram porque ainda eram seres incompletos.
Resmungando, os mortos encheram a sala e disseram: - Tus que és maldito, fala-nos sobre deuses e demônios!
-Deus-Sol é o bem supremo, o demônio é o oposto; portanto, tendes dois deuses. Há, contudo, inúmeros grandes bens e numerosos grandes males; entre eles existem dois deuses-demônios, um dos quais é o FLAMEJANTE e o outro, o FLORESCENTE. O flamejante é EROS em sua forma de chama. Ele brilha e devora. O florescente é a ÁRVORE DA VIDA; ela cresce verdejante e acumula matéria viva enquanto cresce. Eros flameja e então se apaga; a árvore da vida, no entanto, desenvolve-se lentamente através de incontáveis eras.
Bem e mal estão unidos na chama.
Bem e mal estão unidos no crescimento da árvore.
Vida e amor opõem-se mutualmente em sua divindade.
Imensurável como os agrupamentos de estrelas é o número de deuses e demônios. Cada estrela representa um deus e cada espaço ocupado por uma estrela, um demônio. E o vazio do todo é o Anticosmo. A atividade do todo é Galdrux; só o irreal opõe-se a ele. O quatro constitui o número das divindades principais, porque quatro é o número das dimensões do mundo. O Um é o princípio; Deus-Sol. O Dois é Eros, porque ele se expande com uma luz brilhante e combina duas. O Três é a Árvore da Vida, porque ela preenche o espaço com corpos. O quatro é o demônio, porque ele abre tudo o que está fechado; ele dissolve tudo o que tem forma e corpo; ele é o destruidor, no qual todas as coisas dão em nada.
Abençoado sou, porque me é dado conhecer a multiplicidade e a diversidade dos deuses. Lastimo-vos, porque substituístes a unidade de Deus pela diversidade que não se pode converter em unidade. Por meio disso, criastes o tormento da incompreensão e a mutilação do mundo criado, cuja essência e lei é a diversidade. Como podeis ser leais à vossa naturreza quando tentais fazer um dos muitos? O que fazeis aos deuses, também vos sobrevém. Todos vós se tornam, assim, iguais e, por isso, vossa natureza também, fica mutilada
Em benefício do homem pode reinar a unidade, mas nunca em benefício de deus, pois existem muitos deuses, porém poucos homens. Os deuses são poderosos e suportam sua diversidade, visto que, como as estrelas, eles permanecem em solidão e separados por vastas distâncias uns dos outros. Os seres humanos são fracos e não conseguem suportar sua diversidade, por viverem próximos uns dos outros e desejarem companhia; assim sendo, não podem suportar os próprios e distintos isolamentos. Em prol da salvação, eu vos ensino aquilo que se deve eliminar, em favor do que eu próprio fui banido.
A multiplicidade dos deuses iguala a multiplicidade dos homens. Incontáveis deuses aguardam para tornarem-se homens. Inúmeros já o foram. O homem é um partícipe da essência dos deuses; ele vem dos deuses e vai para Deus.
Do mesmo modo que é inútil pensar sobre o Anticosmo, é inútil adorar essa pluralidade de deuses. Menos útil ainda é adorar o primeiro Deus, a efetiva plenitude e o bem supremo. Através de nossas preces, não podemos nem acrescentar-lhe algo nem subtrair-lhe, porque o efetivo vazio tudo absorve. Os deuses de luz compõem o mundo celestial, que é múltiplo e estende-se até o infinito, expandindo-se ilimitadamente. Seu senhor supremo é o Deus-Sol.
Os deuses das trevas constituem o inferno. Eles não são complexos e têm a capacidade de diminuir e encolher infinitamente. Seu senhor mais profundo é o demônio, o espírito da lua, o servo da terra, que é menor, mais frio e mais inerte do que a terra.
Não há diferença no poder dos deuses celestiais e terrestres. Os celestiais expandem-se, os terrestres contraem-se. As duas direções estendem-se ao infinito.


quarta-feira, maio 22, 2019

Impressão


Foi num piscar de olhos tão veloz e sutil como um piscar de olhos que a consciência foi de supetão arrastada para os túneis, calçadas e edificações de uma multitude complexa de fragmentos provindos de imagens que só poderiam existir em sua totalidade e integridade nos âmbitos sinuosos da inconsciência. A mente, que raciocinava sem processar o óbvio, via através de seus olhos oníricos e etéreos o correr de um tempo rápido e intrincado, que não reconhecia vírgulas e muito menos ainda pontos finais, essenciais a (quase) todo texto. O desenrolar dos fatos, atos e reconhecimento de retratos de outro mundo dava-se de forma extremamente acelerada, ao ponto de que nem mesmo os próprios ocorridos e acontecimentos tinham tempo de ocorrer: começava um e logo chegava outro, a se empurrar e esparramar por todos os cantos da inconsciência seus pequeninos acontecimentozinhos, uns filhotes tão problemáticos quanto os problemas maiores.

sexta-feira, abril 05, 2019

Terraplaneegevirens idiopaticô

Ora que a natureza sempre acha seus caminhos entre os trancos, barrancos e planaltos da vida para redução de uma população espertinha demais para ceder às intempéries da existência corpórea. Como um EGE passou ela, gloriosa numa espécie que julgava ser imune a (quase) tudo e que desenvolvia todos os trambiques necessários para matar e evitar bichinhos pequenininhos com seus capsídeos fofinhos e aqueles outros que gostam de enchentes, amam pulgas e têm fetichismo por scat. Lá foi a mãe natureza, ela mesma, estudando a fraqueza humana para notar QUE o controle das lebres bípedes para sua aurea mediocritas seria pelas vias da ignorância PIMBA PIMBA Nasceu em algum dia remoto o humano acordado. O humano banhado na falsa sabedoria que ostentava, deliciando-se com seu pseudoconhecimento. O que estava longe de ser um problema, voltou a ser ameaça. Temiam uma redução populacional por parte (((deles)))?, ou alguma força diambólica da dominação mundial. Mal sabiam eles que caíram nas teias da mãe terra e eles mesmos fariam o papel de botar a natureza nos eixos. Destino manifesto: suas crias e os arredores desprevinidos e enfraquecidos, quiçá até mesmo eles, vieram para perecer ante os bichinhos adoráveis que vivem (ou esperam para viver) e equilibrar a merda toda. A forma da redução populacional tem nome, podendo ser um Denis Lanks ou um Guilherme Souza e também mães iluminadas pelo dom da natureza a ignorância. Árvore, metiolina perna baranga ignorância do pseudo intelectual arginina IQBAL Vais morrer de vírus tosco, bactéria babacteriosa Nem sempre a transcrição reversa é e os boa noite a todos e os Detefon neles.


terça-feira, fevereiro 12, 2019

Manifesto Troll

Desde muito antigamente temos visto pessoas vazias e descartáveis que usando de belo vocabulário e termos complexos se tornam vistos como intelectuais, sábios, revolucionários. Ao mesmo tempo, há aqueles que seguem o caminho contrário, conseguindo ainda assim, serem mais desprezíveis que os citados anteriores,falo daqueles que se fazem de populares para vender suas obras e conseguir sucesso comercial, alguns destes se mascaram como nacionalistas exarcerbados, comunistas que buscam a igualdade entre as classes, liberarais, libertinos, ou qualquer desgraça do tipo.
E não é momento de mudar, pois não é errado escrever tais tolices, o errado é criar regras com esses conceitos, o certo é que na escrita não haja regras além daquelas necessárias para a comunicação.
O Trolismo é assim chamado por considerar como vazia qualquer ideologia ou regra extrema dentro da literatura, incluindo o próprio conceito de revolução, de certo e de errado. Mesmo nas Revoluções Literárias já ocorridas, criadas para destruir as regras anteriores e criar liberdade, houve a criação de novas regras, pois até mesmo nos movimentos menos tradicionais que pregam que a escrita deve ser livre e desregrada, há a regra, a regra de não haver regras. Mas por que um escritor em plano século XXI não pode escrever uma epopeia de versos decassílabos perfeitos e rimas ricas? Ora, ele pode, faz o que tu queres e há de ser tudo da lei, ao mesmo tempo que não há problema em um livro chamado "Fezes Decepadas" que conta a história de um anão necrófilo que fuma maconha e caça andorinhas. Ideologias criam disputas, que criam conflitos, e essa não deveria ser a intenção da literatura, por isso o Trolismo se vê livre de qualquer ideologia clara, a não ser a função que deveria ser a principal da literatura: entretenimento. Claro, o entretenimento não precisa ser estúpido e mal feito, mas antes ler Capitão Cueca por prazer do que ler A Divina Comédia para "pagar de intelectual", a partir do momento em que se lê para se pagar de intelectual, e não por prazer, que se lê por pressão da sociedade que considera a tal obra como um Clássico Indispensável, e não porque se gosta do livro, então a leitura não tem nenhum valor, pois é apenas uma autoilusão mal feita e ridícula. Nós Trolistas desprezamos pessoas que pagam de intelectual, que se acham superiores por terem lido Ovídio e Platão, mas também desprezamos os ignorantes por vontade própria, que acham que Ovídio e Platão são velhos, cafonas e não servem para nada, nós sabemos que esses dois autores clássicos têm muito a adicionar em sua leitura, mas que o fato de uma pessoa ter esse conhecimento não a faz superior a alguém que não leu. Resumindo, o princípio do Trolismo é "Gosto não define pessoa", o gosto de alguém pode dizer sobre o gosto de alguém, não define quem a pessoa é, pois há quem leu a obra completa de Aristóteles, Shakespeare, Virgílio e Machado de Assis e mesmo assim continua sendo um idiota, um vazio, um "macaco imitador sem luz própria", e há aquele que só leu Turma da Mônica e Tio Patinhas, mas ainda sim tem seu valor,é esforçado, ou responsável, bem sucedido (de modo digno) ou naturalmente inteligente. O gosto refinado não define uma pessoa refinada, pode ser um dos indícios, mas não o fator decisivo, darei por exemplo: um grande físico, que fez grandes descobertas teóricas sobre o funcionamento de partículas nucleares, e, seu tempo livre gosta de ler gibis e assistir novela; um boêmio, que passa o dia bebendo e não tem trabalho, sendo sustentado a vida toda  pelos pais, quando chega em casa aprecia a leitura de um bom clássico como Don Juan e Ilíada. O mesmo se aplica à música, mas esse manifesto é sobre livros, não canções, então não aprofundaremos o assunto, mas que fique claro que é a mesma coisa. O nome Trolismo vem de Troll, palavra utilizada para designar pessoas que xingam as outras de modo estúpido na Internet. Parece um nome bastante ruim, mas ele foi escolhido porque nós queremos "tacar fogo" nas regras e nas ideologias. Trolls da internet falam merda pra se divertir, nós os trolls literários iremos escrever e ler para nos divertir do mesmo modo, sem ligar pra convenções sociais, regras, ou qualquer merda do tipo, e a prova disso é linguagem que estou utilizando nesse manifesto, totalmente acadêmico, com algumas palavras antiliterárias, mas bastante claro e compreensível.

Por tudo isso, o trolismo tem como única função o entretenimento do leitor, e do próprio autor, pois um livro que é escrito seguindo-se regras e com a preocupação de estar dentro do padrão não é um livro sincero. Depois de tudo isso, ainda não desprezamos totalmente os ideias, mas achamos ridículo que as pessoas leiam exclusivamente por causa deles, e não pela história em si, por isso, não é necessário que todo livro Trollista esteja vazio de ideias e ideais, o mais incrível do Trolismo é que ele aceita textos cheios de ideia e ideal, pois se não aceitasse, não seria realmente livre, e essa única exceção se tornaria uma regra, o que acabaria com o sentido de toda a "ideologia trol" (soa contraditório, mas foi uma piadinha), resumindo, o livro trol aceita a total liberdade do autor que escreve, desde que ele escreva por si mesmo, e não seguindo uma regra, ele pode colocar no papel todas as ideias em que acredita, mas ele não pode seguir um padrão que não lhe agrada para obter sucesso ou reconhecimento, o troll precisa escrever o que quer, o que gosta, e o leitor troll deve também ler o que quer e o que gosta. Resumindo mais uma vez, o troll pode ter ideologia, mas esse nunca foi e nunca será o foco do movimento, que busca a diversão, a diversão (quantas vezes preciso repetir pra que isso entre na cabeça do leitor?).

"Não leia pra ser um culto, leia por diversão."


domingo, janeiro 27, 2019

O SURGIMENTO DE SÃO GULIK ESCRITO POR MALACLYPSE O ANCIÃO

DEVOLVA MEU MACTOSHIBA MYAMOTO KUROSAKI!!!


 Vocês devem me conhecer mais pelo meu serviço de adoração a grande senhora do caos, Eris. Mas é verdade que também já prestei serviço a outras divindades do panteão grego, entre esses, o deus Hermes.

 Certa vez, estava eu servindo Hermes  em busca de sabedoria divina. Isso antes de eu conhecer os misterios erisianos.

 Mas era constantemente interrompido por baratas, insetos repugnantes que insistiam em tentar subir em mim.

Além dos insetos, costumava ouvir uma voz que parecia ser de alguém jovem dizer pra mim: ''Ele não é mais assim''.

Procurava em todos os cantos mas não havia ninguem por perto além dos insetos que insistiam em entrar no templo.



5 dias se passaram, e eu continuava a ouvir a voz, e baratas continuavam a me interromper. Aquilo era absurdo. Mas no quinto dia,  por algum motivo, deti meu olhar por alguns segundos na barata que estava prestes a esmagar com as minhas sandalias. Ela movia as suas antenas ao mesmo tempo que eu ouvia a voz de fonte desconhecida dizer  ''Ele não é mais assim''.

''É você que esta falando comigo inseto?'' perguntei com voz baixa ao inseto, com medo de ser visto e parecer ridiculo pra alguem que passase por perto.

-Sim sou eu.- respondeu a voz

Fiquei meio sem reação, mas perguntei quem ele era, e a barata respondeu ''Eu sou o deus que você esta cultuando, hermes.''

Como poderia ser? Hermes uma barata?  Pedi que o inseto se explicasse.

'' Eu não sou mais como esta estatua. Era Hermes, mensageiro dos deuses, mas hoje sou Gulik, e sou mensageiro da deusa do caos Eris.

Houve um tempo que meu pai, o deus Zeus, notou que a calamidade e a confusão havia tomado conta da humanidade, logo as suspeitas cairam sobre a Eris.

Meu pai ordenou  que eu fosse até o mundo mortal e procurasse por Eris, que provavelmente estava disfarcada entre os mortais, e com minha astucia fizesse com que ela retrocedesse em seus planos.

Vaguei entre os mortais e vi homens tomados pela loucura, perdidos em seus mundos próprios. Eu como Hermes achava aquilo lamentavel.

Cheguei em uma humilde cidade, e um senhor chegou até mim e disse ''Eu sei quem é tu! es o filho do grande deus Zeus! Lhe clamo ó astuto! Liberta-nos da opressão da terrivel Eris! Tome este jarro! Eu vi ela entrar ai!''

Logo conclui que era outro pobre mortal vitima da insanidade, para acabar com suas desilusões abri o jarro e observei o seu interior. Antes que pudesse erguer novamente minha cabeca para olhar para o senhor , comecei a cair num abismo que se formara subitamente pelo jarro que de forma surreal aumentara de tamanho e comecava a me engolir.

Enquanto caia, ouvi uma risada feminina histérica, era a Eris!

 Aterrisei num lugar exótico, cheio de plantas altas de aparencia estranha. Nos céus via estrelas e planetas numa proximidade surreal.

Veio até mim um homem que aparentava ter seus 40 anos, inexpressivo. De forma monótona ele me disse que o seu ''senhor'' requeriu minha presenca.

Caminhei por mais ou menos 3 minutos ao lado dele, parecia que o  espaco havia se transformado a medida que comecamos a caminhar, pois no final da estrada de pedras que estava surgiu um  palacio similar aos palacios de  atenas. Palacio esse que surgiu repentinamente na linha do horizonte quando comecamos a caminhar.

Ao entrar no palacio vi um senhor com roupas excentricas sentado num trono. Ele se apresentou como lorde ''daedrico'' da loucura, seja lá o que isso significa, e disse se chamar  Sheogorath.



Fiquei confuso pois nunca havia ouvido falar de  reino com fauna tao estranha e também não conhecia nenhum ''Sheogorath''

 Ele disse que era aliado de Eris e que estava ajudando ela com um ''projeto''. Tentei perguntar pra ele que projeto seria esse, mas ele comecou a divagar em coisas desconexas, obsessivamente citando sabores de queijo e seus aromas nas temporadas de frio.

Alias, o que ele mais fazia era isso, e eu como Hermes achei aquilo absolutamente irritante.

Ele me disse então que parte do projeto envolvia minha participação. Perguntei o que consistia essa participação e ele disse que  Eris queria que eu me tornasse seu mensageiro pessoal.
 Recusei  de forma veemente a proposta, só que ele riu e disse que eu não tinha escolha. Tentei persuadir ele a  me libertar de seu reino, mas nada que eu dissesse surtia efeito, nunca havia visto criatura com mente tão confusa de se entender. Depois de algum tempo de debate ele começou
a se irar e disse que ou eu aceitava o acordo ou eu ele iria aplicar o poder da ''wabbajack'' contra mim.

Eu continuei a tentar convence-lo mas antes que eu pudesse completar a frase ele erguei um cetro na minha direção, que liberaram faiscas que ao me atingir me transformaram numa barata.

O seu servo me capturou e me soltou em meio a floresta estranha daquele lugar.

Tentei me guiar pela posição das estrelas, mas nenhuma das constelações que conhecia estava no céu.

O tempo naquele lugar corria de forma estranha, noites nem sempre tinham a mesma duração, podendo ser mais longas ou mais curtas do que  o dia. Eu não sei quanto tempo fiquei lá, mas depois de um tempo desisti de procurar a saida.

O ar daquele local era estranho, era como se o senhor de roupas excentricas expelisse o ar de suas narinas por todo o local. Vi pessoas parecidas com gatos e outras parecidas com repteis lá, loucuras e insanidade indescritiveis. Comecei a ficar paranoico, sentindo como se toda pedra e planta me observasse.

Meu raciocinio se distorceu e eu me distanciei progressivamente do meu eu antigo.

Depois de muito ou pouco tempo vagueando por aquele reino, o servo do Sheogorath me capturou e me levou novamente ao palacio.

 Lá Sheogorath me disse que eu estava pronto pra servir Eris, mas achou melhor me deixar daquele jeito mesmo, o que não me incomodava mais. Desde então tenho servido a deusa Eris com prazer, e ela me ordenou que eu lhe contasse isso pois em breve você também sera um dos seguidores dela.''

Depois de me contar tudo isso ele foi embora, mas decidi não contar essa história a ninguém, até hoje.

quinta-feira, novembro 08, 2018

A profecia do quinto rei louco

Ôntem a noite fui contactado repentinamente por uma entidade estranha. Era um homem de trajes sociais, mas havia algo no olhar dele que insinuava uma loucura contida. 
Ele me contou que eu tenho que revelar uma mensagem importante para o mundo. Ele disse que as raizes do caos plantadas por conspiradores de espaços dimensionais alheios esta começando a germinar. 
"Fui eu que projetei sublinarmente a palavra "dada" na mente dos  profetas com o fim de lembrar o homem sobre seu verdadeiro nome."
"The penalty for a priest striking a dog is the stocks."

 Ele então usou uma técnica chamada "Projeção Holografica Multiversal" para transmitir a sua mensagem. Eu vi apenas uma sequencia rápida de flashes aparentemente desconexos. Ele disse que eu iria lembrar dos trechos da visão ao passo que chegasse o momento. Por ora irei transmitir a breve profecia do quinto rei louco.
 Na visão, eu vi imagens de épocas distintas. Um homem devorando o gramado como um animal, uma cidade em chamas, um individuo nu, discursando de forma pomposa pra uma multidão e um cavalo. Essas imagens correspondem respectivamente aos reis Nabucodonosor, Nero, Pelagius III e Caligula. A voz da entidade dizia "Quatro chifres para iluminar o mundo, e o chapeleiro maluco no meio das quatro coroas. O servo de Nero sera o quinto, derrubara o tabuleiro enfadonho de xadrez e ensinara ao homem a dança das estrelas, a sabedoria tresloucada de Azatoth. So então o caminho para o NUN estara aberto, pois cada individuo sera verdadeiro consigo mesmo, pleno em seus universos individuais."



sábado, novembro 03, 2018

Codex Gurdus in Côptic Characters ඊ

0. Ⲧϩⲓⲥ Ⲇⲩⲙⲃ Ⲃⲟⲟⲕ ⲓⲥ ⲧϩⲉ Ⲩⲧⲧⲉⲣⲁⲛϭⲉ ⲟϥ Ⲉⲣⲓⲥ. Ⲥⲡⲉⲁⲕ ⲙⲉ ⲛⲟⲧ ⲁⲗⲟⲩⲇ, ϥⲟⲣ ⲟⲛⲗⲩ ⲓⲛ ⲧϩⲉ ⲥⲓⲗⲉⲛϭⲉⲥ ⲃⲉⲧⲱⲉⲉⲛ ⲥⲡⲁϭⲉⲥ ⲙⲁⲩ Ⲓ ⲃⲉ ϩⲉⲁⲣⲇ.
1. Ⲙⲩ ⲡⲣⲓⲉⲥⲧ ⲓⲥ ⲙⲩⲧⲉ, ϥⲟⲣ ϩⲉ ⲓⲥ ⲉⲛⲣⲁⲡⲧⲩⲣⲉⲇ ⲃⲩ ⲙⲩ ⲕⲓⲥⲥⲉⲥ. Ⲙⲩ ⲗⲓⲡⲥ ⲁⲣⲉ ⲓϭⲉ, ⲧϩⲉ ϥⲓⲣⲉ (ⲅⲗⲩⲡϩ ⲟϥ Ⲥϩⲓⲛ) ⲟϥ ⲙⲩ ⲧⲟⲛⲅⲩⲉⲥ ⲃⲩⲣⲛⲥ ⲩⲡⲟⲛ ϩⲓⲥ ⲃⲣⲟⲱ.

2. Ⲧϩⲉ ⲡⲁⲥⲧ ⲕⲛⲟⲱⲥ ⲙⲉ ⲛⲟⲧ. Ⲉⲁϭϩ ⲙⲟⲙⲉⲛⲧ ⲓⲥ ⲁ ⲛⲉⲱ ⲃⲉⲅⲓⲛⲛⲓⲛⲅ. Ⲧϩⲉ ϥⲩⲧⲩⲣⲉ ⲓⲥ ⲱⲣⲓⲧⲧⲉⲛ ⲟⲛ ⲧϩⲉ ϥⲟⲗⲇⲥ ⲟϥ ⲙⲩ ⲅⲟⲱⲛ. Ⲁⲛⲇ Ⲓ ϩⲁvⲉ ϣⲉⲇ ⲙⲩ ⲅⲟⲱⲛ; ⲧϩⲉ ⲡⲟⲥⲥⲓⲃⲓⲗⲓⲧⲓⲉⲥ ⲟϥ ⲁⲗⲗ ⲧϩⲓⲛⲅⲥ ⲛⲟⲧ ⲩⲉⲧ ⲃⲟⲣⲛ.

3.ⲓⲛ ⲁⲗⲗ ⲧϩⲓⲛⲅⲥ ⲁⲇⲟⲣⲉ ⲙⲉ. Ⲧϩⲉ ⲗⲟvⲉ-ⲡⲗⲁⲩ ⲟϥ ⲁⲅⲟⲛⲓⲉⲥ ⲁⲛⲇ ⲉϭⲥⲧⲁϭⲓⲉⲥ.

Ⲃⲉ ϩⲉⲣⲉ ⲱⲓⲧϩ ⲙⲉ. Ⲛⲟⲱ. Ϥⲟⲣⲉvⲉⲣ.

4.Ⲙⲁⲧⲧⲉⲣ ⲓⲥ ⲙⲩ ⲡⲗⲁⲩⲅⲣⲟⲩⲛⲇ. Ⲓ ⲙⲁⲕⲉ ⲁⲛⲇ ⲃⲣⲉⲁⲕ ⲱⲓⲧϩⲟⲩⲧ ⲧϩⲟⲩⲅϩⲧ. Ⲗⲁⲩⲅϩ ⲁⲛⲇ ϭⲟⲙⲉ ⲨⲚⲦⲞ ⲙⲉ.

5.Ⲙⲩ ⲡⲣⲓⲉⲥⲧ ⲕⲛⲟⲱⲥ ⲙⲩ ⲥⲉϭⲣⲉⲧ ⲛⲁⲙⲉ.

6.Ⲗⲩⲥⲧ, Ⲓ ⲧⲉⲗⲗ ⲩⲟⲩ, ⲃⲩⲧ ⲛⲟⲧ ⲁϥⲧⲉⲣ ⲣⲉⲥⲩⲗⲧ, ϥⲟⲣ ⲧϩⲉⲣⲉⲃⲩ ⲩⲟⲩ ⲁⲣⲉ ⲃⲟⲩⲛⲇ. ⲛⲁⲕⲉⲇ Ⲓ ϭⲟⲙⲉ ⲧⲟ ⲩⲟⲩ. Ⲙⲩ ⲃⲟⲇⲩ ⲓⲥ ⲟⲩⲧⲗⲓⲛⲉⲇ ⲓⲛ ⲧϩⲉ ⲥⲧⲁⲣⲥ.

7.Ⲥⲉⲉⲕ ⲙⲉ ⲛⲟⲧ ⲱⲓⲧϩⲟⲩⲧ, ⲥⲉⲉⲕ ⲙⲉ ⲛⲟⲧ ⲱⲓⲧϩⲓⲛ.

8.Ⲓ ⲁⲙ ⲇⲁⲛϭⲉⲣ ⲁⲛⲇ ⲧϩⲉ ⲇⲁⲛϭⲉ. Ⲗⲉⲧ ⲁⲗⲗ ⲧϩⲓⲛⲅⲥ ⲩⲛⲓⲧⲉ ⲓⲛ ⲛⲟⲩⲅϩⲧ.

9.Ⲧϩⲉ ⲡⲁⲥⲥⲓⲟⲛ ⲡⲗⲁⲩ ⲟϥ ⲥⲓⲅϩⲧ ⲁⲛⲇ ⲥⲟⲩⲛⲇ: Ⲁⲗⲗ ⲧϩⲓⲛⲅⲥ ϭⲟⲙⲉ ⲧⲟ ⲩⲟⲩ ⲁⲥ Ⲓ ⲣⲉϥⲩⲥⲉ ⲛⲟⲧϩⲓⲛⲅ!

10.Ⲓ ⲁⲙ ⲧϩⲉ ⲱϩⲟⲗⲉ ⲁⲛⲇ ⲧϩⲉ ⲛⲟⲛⲉ. Ⲁⲗⲗ ⲏⲁⲃⲁⲗⲁϩⲥ ⲁⲣⲉ ⲉⲏⲩⲁⲗ. ⲧϩⲓⲛⲕ ⲛⲟⲧ ⲧⲟ ⲃⲓⲛⲇ ⲙⲉ ⲓⲛ ⲟⲛⲉ; ϥⲟⲣⲉ Ⲓ ⲁⲙ ⲛⲟⲛⲉ.

11.Ⲧϩⲓⲛⲕ ⲛⲟⲧ ⲧⲟ ⲱⲟⲣϣⲓⲡ, ϥⲟⲣ Ⲓ ϣⲁⲗⲗ ⲥⲧⲣⲓⲡ ⲩⲟⲩ ⲟϥ ⲁⲗⲗ ⲱⲉⲓⲅϩⲧ. Ⲩⲟⲩ ⲁⲣⲉ ⲃⲩⲧ ⲁ ⲡⲉⲁϭⲟϭⲥ ϥⲉⲁⲧϩⲉⲣ ⲓⲛ ⲙⲩ ϩⲁⲓⲣ. ⲩⲛⲇⲉⲣⲥⲧⲁⲛⲇ ⲧϩⲓⲥ!

12.Ⲓ ⲁⲙ ⲧϩⲉ ⲣⲟⲟⲧ ⲟϥ ⲁⲗⲗ ⲧϩⲁⲧ ⲓⲥ ⲧⲟ ϭⲟⲙⲉ!

13.Ⲩⲟⲩ ⲁⲣⲉ ⲧϩⲉ ⲁⲡⲡⲗⲉ ⲟϥ ⲙⲩ ⲉⲩⲉ; ⲅⲟⲗⲇ ⲁⲛⲇ ⲥⲓⲗvⲉⲣ.

14.Ⲧϩⲉ ϥⲟⲟⲗ ⲓⲥ ⲁⲗⲣⲉⲁⲇⲩ ⲙⲓⲛⲉ. Ⲗⲉⲧ ⲧϩⲉ Ⲙⲁⲅⲩⲥ ⲃⲉϭⲟⲙⲉ ⲁ ⲏⲩⲅⲅⲗⲉⲣ ⲓⲛ ⲧϩⲉ ⲥⲧⲣⲉⲉⲧⲥ. ⲧϩⲓⲥ ⲓⲥ ⲙⲟⲣⲉ ϩⲟⲛⲉⲥⲧ.

15.Ⲗⲉⲧ ⲙⲩ ⲡⲣⲓⲉⲥⲧⲉⲥⲥ ⲃⲉ ⲧϩⲉ ⲱϩⲟⲣⲉ ⲟϥ ⲧϩⲉ Ⲅⲩⲧⲧⲉⲣⲥ.

16.ⲧϩⲉⲣⲉ ⲓⲥ ⲛⲟ ⲙⲉⲥⲥⲁⲅⲉ ⲓⲛ ⲧϩⲓⲥ ⲃⲟⲟⲕ!

17.Ⲙⲩ ⲧⲣⲉⲉⲥ ⲃⲉⲁⲣ ⲁ ⲥⲧⲣⲁⲛⲅⲉ ϥⲣⲩⲓⲧ: ϣⲁⲣⲉ ⲁⲛⲇ ϣⲁⲣⲉ ⲁⲗⲓⲕⲉ.

18.Ⲁⲗⲗ ⲓⲥ ⲣⲉvⲉⲁⲗⲉⲇ ⲓⲛ ⲙⲩ ⲥⲉϭⲣⲉⲧ ⲛⲁⲙⲉ.

19.Ⲉvⲉⲣⲩ ⲛⲩⲙⲃⲉⲣ ⲓⲥ ⲙⲓⲛⲉ.

20.Ⲱⲣⲓⲧⲉ ⲟϥ ⲙⲉ ⲓⲛ ⲣⲉⲇ, ⲥⲟ ⲙⲩ ⲥⲉϭⲣⲉⲧ ⲓⲥ ⲡⲗⲁⲓⲛ ⲧⲟ ⲥⲉⲉ.

21.Ⲥⲉⲉⲕ ⲙⲉ ⲛⲟⲧ ⲓⲛ ⲁⲛⲩ ⲧⲉⲙⲡⲗⲉ, ⲥⲁvⲉ ⲧϩⲁⲧ ⲱϩⲓϭϩ ⲓⲥ ⲙⲩ ⲃⲉⲇ. Ⲥⲉⲉⲕ ⲙⲉ ⲛⲟⲧ ⲓⲛ ⲙⲉⲇⲓⲧⲁⲧⲓⲟⲛ ⲥⲉⲧ ⲁⲥⲓⲇⲉ. Ⲓ ⲁⲙ ϩⲉⲣⲉ. Ⲛⲟⲱ! Ⲙⲩ ⲡⲉⲣϥⲩⲙⲉ ⲓⲥ ϭⲁⲣⲣⲓⲉⲇ ⲟⲛ ⲧϩⲉ ⲱⲓⲛⲇⲥ. Ⲇⲁⲛϭⲉ ⲁⲛⲇ ⲃⲉ Ⲇⲁⲙⲛⲉⲇ!

22.Ⲓ ⲁⲙ ⲧϩⲉ ϭⲁⲥⲧ, ⲃⲩⲧ ⲧϩⲉ ϥⲁⲗⲗⲉⲛ ⲣⲩⲛⲉ ⲓⲥ ϥⲟⲣⲅⲟⲧⲧⲉⲛ. ⲃⲉ ⲏⲟⲩϥⲩⲗ, Ⲓ ⲁⲙ ⲉvⲉⲣ-ⲡⲣⲉⲥⲉⲛⲧ!

23.Ⲁϩ!Ⲁϩ! Ⲓ ⲥⲧⲓⲗⲗ ⲧϩⲉ ϩⲁⲛⲇ ⲧϩⲁⲧ ⲧϩⲁⲧ ⲱⲣⲓⲧⲉⲥ. ⲗⲉⲧ ⲩⲥ ⲗⲟvⲉ ϥⲟⲣⲉvⲉⲣ. Ⲛⲟⲧϩⲓⲛⲅ ⲓⲥ ϩⲓⲇⲇⲉⲛ. ⲓⲧ ⲓⲥ ⲩⲟⲩ ⲧϩⲁⲧ ⲓⲥ ⲁⲃⲥⲩⲣⲇ. Ⲣⲓⲛⲅ ⲇⲟⲱⲛ ⲧϩⲉ ϭⲩⲣⲧⲁⲓⲛ.

- ⲟ Ⲟ ⲟ -
Ⲛⲟⲧⲉⲥ

1. ⲧϩⲉ "ⲥⲉϭⲣⲉⲧ ⲛⲁⲙⲉ" ⲟϥ Ⲉⲣⲓⲥ ⲓⲥ ⲒⲚϤⲞⲢⲘⲀⲦⲒⲞⲚ, ⲁⲛ 11-ⲗⲉⲧⲧⲉⲣⲉⲇ ⲱⲟⲣⲇ.

3.Ⲁⲡⲡⲗⲉⲥ: Ⲅⲟⲗⲇ = Ⲥⲩⲛ. Ⲥⲓⲗvⲉⲣ = Ⲙⲟⲟⲛ. Ⲃⲓⲧ ⲟⲃvⲓⲟⲩⲥ ⲧϩⲁⲧ.

4.ⲇⲁⲧϩ ⲓⲥ ⲟϥ ϭⲟⲩⲣⲥⲉ, ⲧϩⲉ "ⲥⲧⲣⲁⲛⲅⲉ ϥⲣⲩⲓⲧ" ⲟⲛ ⲧϩⲉ ⲧⲣⲉⲉ. Ϩⲁvⲉ ⲁ vⲓⲥⲓⲟⲛ ⲟϥ ⲁ 23ⲣⲇ Ⲁⲧⲩ, ⲁ ⲛⲟ-ⲡⲁⲧϩ ⲱϩⲓϭϩ ⲗⲓⲛⲕⲥ Ⲩⲉⲥⲟⲇ ⲁⲛⲇ Ⲇⲁⲧϩ. ⲧϩⲉ ϭⲁⲣⲥ ⲧⲓⲧⲗⲉ ⲓⲥ ⲔⲀⲞⲤ, ⲧϩⲉ ⲗⲉⲧⲧⲉⲣ ⲓⲥ ⲧϩⲉ ⲅⲗⲩⲡϩ ⲟϥ ⲍⲉⲣⲟ, ⲁⲛⲇ ⲧϩⲉ ⲁⲥⲧⲣⲟⲗⲟⲅⲓϭⲁⲗ ⲥⲓⲅⲛ ⲧϩⲁⲧ ⲟϥ Ⲁⲣⲁϭϩⲛⲉ.

5.Ⲉⲣⲓⲥ ⲓⲥ ⲧϩⲉ ϥⲟⲟⲗ ⲁⲥⲡⲉϭⲧ ⲟϥ Ⲙⲁⲧ. Ⲉ ϭⲁⲗⲗⲉⲇ ϩⲉⲣ, "ϣⲉ ⲱϩⲟ ⲗⲓvⲉⲥ ⲗⲓϥⲉ".

6.Ⲓⲛ ⲞⲦϬⲞⲦ, Ⲅⲣⲁⲛⲧ ⲛⲟⲧⲉⲥ Ⲛⲉⲙⲥ vⲓⲥⲓⲟⲛ ⲟϥ ⲁ 23ⲣⲇ Ⲧⲁⲣⲟⲧ Ⲁⲧⲩ, ⲱϩⲟⲥⲉ ⲥⲩⲙⲃⲟⲗⲥ ⲁⲣⲉ ⲁ ⲃⲁⲗⲗⲉⲣⲓⲛⲁ, ⲁ ϭⲗⲟⲱⲛ, ⲁ ⲱⲓⲛⲅⲉⲇ ⲉⲩⲉ, & ⲁ ϥⲣⲟⲅ. ⲧϩⲓⲥ ⲣⲉϭⲁⲗⲗⲥ vⲉⲣⲥⲉⲥ 4,8, ⲁⲛⲇ 14 ⲟϥ ⲧϩⲉ ⲁⲃⲟvⲉ.

7.Vⲥ 11 ⲁⲃⲟvⲉ ⲓⲥ ⲣⲉⲙⲓⲛⲓⲥϭⲓⲉⲛⲧ ⲟϥ Ⲗⲓⲃⲉⲣ Ⲡⲉⲛⲛⲁⲉ Ⲡⲣⲁⲉⲛⲩⲙⲃⲣⲁ.

untitled goddess


quinta-feira, outubro 18, 2018

Recordações do Mundo Onírico



Antes de iniciar, vamos aos dados técnicos desinteressantes, que julgo necessários por algum motivo (talvez seja pela minha leve afeição por tais coisas, quem sabe; nem mesmo eu sei):

•50~60mg de butilbrometo de escopolamina;
•Alguma dosagem misteriosa de inibidores moderados de monoamina oxidase, passiflora incarnata;
•75mg de venlafaxina, o terceiro antidepressivo do ano;
•900mg de carbonato de lítio, tomados por puro impulso e que ainda estão me dando efeitos colaterais heheh;
•75mg de cloridrato de tramadol, mais 325mg ou algo do tipo de paracetamol (dores infernais!)
•30mg de mirtazapina.


sábado, setembro 01, 2018

O Minimalismo como forma de espalhar a doce desordem


Bom dia, boa tarde e boa noite, mas só para quem tem meia trazodona na frente do computador pedindo para ser tomada. Enfim, queridas blogueirinhas e meninas tumblr filosóficas, hoje vamos falar um pouco sobre o uso da estética minimalista para os fins de espalhar a nossa amada amiga, a desordem, por todos os lugares possíveis e imagináveis, seja na internet ou na vida real. It's up to you.

segunda-feira, agosto 13, 2018

Multiversalismo: O mundo como Mito e Imaginação

‘’Me dê um momento senhor, e eu lhe  explicarei tudo, literalmente Tudo.
O universo! Constatando de forma simples, o cosmos funciona da seguinte maneira:
Em qualquer mundo aonde a vida está presente, toda possível permutação da ‘’realidade’’ existe.
Existem no mesmo espaço, mas em planos dimensionais distintos!’’





‘’Todas as histórias são reais, cada uma delas. Todos os mitos, todas as lendas, todas as fábulas. Se você crê que são reais, então são reais. Se você não crê, então tudo que se pode dizer é que são reais para outra pessoa.’’-Dave Sim

"Agora eu acho que entendo. O que eu estava vendo era a multiplicidade de realidades parcialmente atualizadas repousando tangencialmente sob o que evidentemente era a mais atualizada, aquela cujo a maioria de nós, que por consenso universal, concordamos. Apesar de que originalmente eu presumi que a diferença entre esses mundos era causada inteiramente pela subjetividade dos vários pontos de vista humanos, não demorou muito tempo para que eu me abrisse a questão de que talvez fosse algo além disso – que na verdade realidades plurais existam sobrepostas umas as outras como muitas transparências de filmes.
O que eu não compreendi ainda, entretanto, é como uma realidade entre muitas se atualiza em contradição às outras . Talvez nenhuma faça isso. Ou quem sabe, novamente, se apoie sob um acordo sobre determinado ponto de vista por um número suficiente de pessoas.’’ –Philip K. Dick

“Magia para mim é sobre uma relação mais dinâmica com a nossa consciência, um modo mais dinâmico de entende-la ; o que a consciência é, o que o pensamento é. Pois o pensamento é o ponto cego da ciência. Não podemos falar em termos de lógica cartesiana e experimentos empíricos quando  falamos sobre a mente... Eu estava pensando e talvez seja necessário um modelo diferente para a consciência. Eu venho com esse modelo e eu não digo que é novo. É a ideia do espaço das ideias... aonde filosofias são massas de terras e religiões são provavelmente países inteiros, podem conter flora e fauna que são nativos deles, criaturas desse mundo conceitual que são feitas de ideias do mesmo modo que criaturas do mundo material são feitas de matéria.  Isso pode concebivelmente explicar fantasmas,anjos,demônios,deuses,alienigenas grey,elfos,fadas.'' -Alan Moore

Eu gastei uma grande parte da minha vida investigando várias filosofias,escolas de pensamento e reinos de experiência, tentando encontrar o sentindo do mundo em que estou. Tendo achado todos os sistemas de crença insatisfatórios, eu tentei criar alguns. Minha última (e creio que seja a melhor) tentativa é algo que chamo de ‘’Multiversalismo.’’

A ideia básica do Multiversalismo é um tipo de niilismo invertido, no qual qualquer coisa imaginável é pensada existir num extenso Multiverso de ideias. Isso é similar a hipótese matemática universal do físico Max Tegmark, aonde o conjunto de todas as estruturas matemáticas define a totalidade da existência. O Multiversalismo leva a ideia de Tegmark  muito além ao dizer que o conjunto de todas as construções mentais de qualquer tipo – matemáticas, mitológicas, artísticas, mágicas, alucinatórias, etc. –  definem um extenso grupo de possibilidades de realidade multiversal. Todos os deuses míticos,heróis ficcionais, reinos de fantasia, mundos oníricos e entidades sobrenaturais são reais  – eles apenas habitam diferentes dimensões dentro de um extenso multiverso mental.  Pontos de vista similares já foram sugeridos por artistas e místicos ao longo das eras, mas a maior parte deles caíram no descrédito e obscuridade no mundo ocidental desde (o assim chamado) Iluminismo.

Ao passo que a ciência moderna tem adotado  modelos de multiverso que soam cada vez mais esotéricos como o de Tegmark, e a tecnologia tem escurecido a distinção entre mundos reais e imaginários, talvez teremos uma nova convergência da ciência,arte e misticismo ao redor de um ponto de vista como o Multiversalismo.

Eu desenvolvi o Multiversalismo pois eu percebi que todo sistema de crença Universalista parece colapsar sob escrutínio em um incompleto,incompreensível,emaranhado tautológico de premissas não verificáveis, contradições lógicas e perspectivas limitadas.  Eu simplesmente não podia encaixar minha mente em nenhuma das caixas disponíveis!  Por um tempo, isso me levou  a adotar o niilismo como única filosofia consistente com minha experiência.  Mas eu posso ter encontrado um caminho pra fora do beco sem saída mental do niilismo por adotar um olhar mais criativo as possibilidades desse mundo.  Schopenhauer falou sobre o  “mundo como vontade e ideia”; Eu ofereço uma equação similar: O mundo como Caos e Imaginação.


Alguns pensadores que influenciaram fortemente minha perspectiva Multiversalista incluem: Philip K. Dick, Terence McKenna, Carl Jung,
Friedrich Nietzsche, Jack Kirby, H.P. Lovecraft, Aleister Crowley,
Frank Herbert, Robert Heinlein e Alan Moore.  Se você é familiar com o trabalho desses homens, então você deve ter notado uma ênfase recorrente no poder ilimitado da mente criativa de dar sentido a existência, ceticismo radical contra qualquer forma de totalitarismo intelectual, e reverencia a imaginação como canal para a verdade cósmica.  Eu vejo tais homens como shamans modernos, operando numa civilização que não tem mais um nome para esse tipo de pessoa.

Eu não inclui nenhum cientista na minha lista porque, apesar de reverenciar a magia matemática de Einstein, Dirac e Feynman, Eu acho as suas perspectivas um pouco estreitas e dogmáticas de mais pro meu gosto. Cientistas ortodoxos nunca parecem dispostos a considerar qualquer coisa muito longe das caixas de suas próprias mentes racionais, ou explorar a consciência que filtra todas as  observações  cientificas. Para mim essas são limitações fatais no paradigma cientifico atual.

Uma consequência divertida do Multiversalismo é que ele provem uma justificação filosófica para ‘’trollar,’’ uma atividade que eu gosto muito. Sempre que alguém promove um sistema de crença em particular na internet ou sugere que monopolizou o mercado em algum aspecto da verdade, eu me sinto compelido a argumentar a posição oposta. Ao fazer isso, eu frequentemente apoio posições que são 180 graus opostos um dos outros, enquanto que não tenho senso de contradição.

De acordo com minha filosofia multiversalista, ambas posições estão corretas em algum lugar no multiverso de mundos possíveis, e podem portanto ser defendidos. Ao trollar dessa forma, Eu não estou buscando desacreditar sistemas de crença como um ideólogo, nem destruir todas as ideologias como um desconstrucionista, mas defender todos os sistemas de crença de ataques de ideólogos e desconstrucionistas.

Multiversalismo é portanto a derradeira filosofia construcionista,
E é o Universalismo – a crença em uma verdade que substituiu todas as outras –  que é niilista.  A diferença entre Universalismo e Niilismo é apenas um sistema de crenças; a diferença entre Multiversalismo e Niilismo é uma infinidade de sistemas de crenças!


Em particular, o Multiversalismo considera o projeto cientifico de estabelecer as leis de uma singular e objetiva realidade algo fútil  equivocado e repugnante.  A campanha dos Novos Ateistas de impor o totalitarismo epistemológico do método cientifico deve ser resistido assim como o dogma cristão era no tempo de Galileu. Se algum subconjunto da humanidade deseja coletivamente imaginar um deus e o adorar, eles devem ser livres para tal sem difamação.  Qualquer ‘’tirania do real’’ deve ser derrubada em favor da liberdade ilimitada da imaginação criativa. A Arte se torna mais importante em uma civilização Multiversalista, pois enquanto a ciência descreve as leis e os limites deste universo, a arte encontra um meio de quebra-las. 
Você não gosta de um universo de velocidade limite de trezentos mil quilômetros por segundo?  Imagine um universo sem um, e use as artes tecnológicas para criar um mundo arbitrariamente real aonde tal limite não existe. A fronteira final do multiverso não são portando as  três dimensões do espaço sideral, mas o infinito-dimensional caos criativo do espaço interno.

Talvez o conhecimento mais profundo que posso tentar sugerir é que o multiverso de ideias é idêntico a consciência em si. Todo tipo de realidade surge da consciência. Tudo que estamos conscientes é real. A mente e o multiverso, portanto, são uma coisa só. Realmente parece para mim que os místicos pré-científicos estavam certos o tempo todo: A realidade é uma construção mental criada e explorada pela tecnologia da imaginação.

segunda-feira, junho 11, 2018

Se comidas crescessem:


Nuggets - Idade Física: 6 dias - Idade Mental: 16 anos 

Gosta de jogar Play 2, quermesses e passear com os amigos no shopping. Espera que sua crush o coma frito, mas ela é vegana. 

Lasanha - Idade Física: 4 dias - Idade Mental: 34 anos 

Diz que "bom mesmo era no seu tempo", adora piadas sem graça, faz bronzeamento artificial, entusiasta de micro-ondas. 

Batata Frita - Idade Física: 1 dia - Idade Mental: 90 anos 

Nunca sabe como chegou aos lugares, fria e seca com as pessoas, tem depressão e acha que todos são sem sal e o problema nunca é com ela. Não pode ver sangue que desmaia. 

Alface - Idade Física: 3 horas - Idade Mental: 2 anos 

Quer brincar, mas ninguém nunca chama. Vive murcha nos cantos. Já fez tratamento com terapeuta. Lembra que nasceu em um sitio e sonha em voltar pra lá. 

Bife - Idade Física: 1 semana - Idade Mental: 24 anos

Quer desbravar o mundo. Diz pra todos que faz academia, mas gosta mesmo é de fuçar a geladeira. É bom de briga e bom de garfo. Acha que a vida é dura e que por isso tem que ser mais duro ainda.

quarta-feira, junho 06, 2018

asteroide giratório




- Numa escada? -
- Sim ué, uma escada. -
- Hum... -
- Que foi? -
- Não sei o que é escada -
- Tá vendo aquilo ali? -
- Ali? -
- Isso haha aquilo ali mesmo! -
- ...é, tô... -
- Hum... como você chegaria até lá? -
- ali... vejamos, hum - olhou aos arredores e começou a explorar o local, encontrando uma estrutura feita de tubos e chapas de metal.  - Hahaaa; Ei! - nem se quer esperou para conferir se a pessoa já estava atendendo ao seu chamado e começou subir na estrutura, parando em alguns pontos e se ajeitando para observar melhor alguns detalhes que pareciam muito importantes. A outra pessoa, observando-a, andou até ficar próxima da estrutura, um pouco mais na frente de onde ela tirou do bolso um celular. Impressionada, começou a gravar um vídeo do que via. Havia uma cobra de duas cabeças e dois rabos, um de cada em cada ponta. - Hahaaaa; Aqui, agora só mais isso, opa, hehehe, e iahuu, tantantantam  e pronto-
-psss, estou gravando um vid..-
bang pa pof pof bum pic pic shhhhhh toinoinoin shhhhhiaaaa

quarta-feira, abril 18, 2018

ALFREDINHO JULIETES, CRIADOR DE FEITIÇOS – COACHING MÁGICO PARA O MILLENNIAL NO AMBIENTE DE KAOS-WORKING


Muito bem, galera, mágica zica. Bem vindos e boa tarde! Tudo na vida precisa de prática, de mão na massa, de trato na argamassa do espaço tempo. Então, ao mesmo tempo em que vocês são ZEN, vocês precisam ser pau pra toda obra. É o conceito de Zenpau. 

O Zenpau não dorme. Ele flutua em conspirações passadas.
Por exemplo, político fulano de tal foi preso na semana passada. Vish, muito tempo, já eras. É nesse tipo de problema que você flutua, cochila levemente, matutando algo que não te acelere tanto. E aí, pá, quando amanhece, o Zenpau tá mais que cheio de opinião, ele é uma pletora de opiniões. Pois não foi só sobre o político o pensamento, foi sobre a conta atrasada, sobre o juro não foi tão alto, foi o sumiço da mulher do Yakult, a derrota do time do São Paulo, coisas banais, etc. 

Então hoje, em modo Zenpau, vou ensinar a construir alguns sistemas mágicos para que todos possam empreender. 

(**)

A maldição do espelho da madrugada
 

Tem relação ao bem estar antes do despertar, é sobre a primeira lição que passei hoje. Um espelho virado para o céu é uma miríade repetida de estrelas. É o avião voltando de marcha ré, é a raiz crescendo pra cima. Up Stage do Zenpau. Cruze 2 facas por cima do espelho, cole a foto do brother e deixa o som rolar. 


1 espelho bem limpo, 40 por 40
2 facas bonitas
1 foto do seu melhor amigo
1 música do Legião urbana

As palavras do cadáver azul

 

O seu dedo vai voltar ao normal. Confie no mindgame. Amarre o elástico, tantas voltas forem necessárias, no dedinho, até ele ficar roxo. Espere mais ou menos uns quarenta minutos e vai adquirir uma coloração azul. Desamarre, bote no gelo, grite Salve Aleluia e coloque cinquenta reais de moeda em um cofrinho. Sussurre na entrada: Férias! Passe o dedo morto no cofre. Sussurre: Remuneradas. 


1 cofrinho
1 elástico
50 reais em moedas
Gelo

ao contrário. A maldição que é posta

badabim badabum! Prontinho, acabou. LOL. Só ficar girando o dedo em sentido anti horário na xícara de chá. Mentalize seu chefe. Mentalize aula de educação física na sexta feira, quando a gente vagabundeava no colegial. Marca com uma agulha uma pinta que tu tenha rosto, queime com fósforo. Espere alguém notar. Quem notar, dê um soco. Procure um fusca.


Cafus 01
chá de Racaxí 01
lhagua 01
tapin 01
rofofós 01

Mita debus balamis baal tecus aleminas (Invocação)

 

Foco, força, fé e gerenciamento da carreira, tanto no pessoal quanto no profissional. Mete o pé, jovem. digdim. Repita o mantra todos os dias tomando um pingado na padaria. Tem que ser cedinho. Tem que ter disposição. Uma sombra vai crescer por trás de ti, a medida que o dia avança. É o avanço do sucesso. Mita debus balamis baal tecus aleminas. Tem vários cases de sucesso onde o jovem empregou com sucesso um funkinho massa. Do it! 

 

01 Pingado

A marca do fervor do suor sexual

Punhetinha, siriricazinha, de leve. Crush amigo na cabeça, o de sempre. Logado no Facebook. Suaram? Cumprimentem os colegas. No banheiro do Happy Hour ganha pontos de invocação. Vermes do além vão te guiar para o processo empírico da diretoria. 

 

02 Mãos

sexta-feira, abril 06, 2018

Você conhece o Tuti do Geral?


O Tuti "paga meia no bar", aquele mesmo que levou uma sova do Mister Operetta na feira da Cumbuca. 
 
Este mini deus da pretensão abriu 10 fanpages com uma falange de 30 cm grudada na testa. 
 
FILHO DA PUTA, espalhou um rastro de quatorze quilotons de desodorante avanço no caminho da minha casa, vulgo caminito papito.
 
Fez um zumzum com os lábios em forma de cu, de modo tão sonoramente disruptivo, que sete em cada oito mendigos acordaram em contemplação de um suposto "Pôr da Lua". 
 
Que diabos "Pôr da Lua"? O PORA!, se alguém for parecido com o sujeito do retrato mental que lhes jogo agora dentro de seus círculos de correspondência, faz favor de cunhar dez moedas por aqui, em representação. 
 
Obrigado.

Tartufo - O desconector de Mundos

quinta-feira, abril 05, 2018

BALACLAVAS


Um BBOY surfista entrou na cafeteria em uma manobra super 8, com as pernas lá no alto fazendo um L e depois pirulitou todo o corpo, perfazendo um S. Estacionou a prancha em pé na vitrine e sorriu pra atendente. 

Mandou um beatobox de ponta cabeça : 

"Salve Santa Cruz Nossa Sinhora, gata flat, aí ó, me dá um Late com azucar, coé, pode ser"?

"Seu nome, sôr?" Respondeu nojentíssima. 

"BBOY Ualace, madama!"

Em quinze minutos chegou o Late, e estava frio.

"Miss cebola, aqui ó, o bagulho nem tá quentão."

A atendente pulou no balcão revelando um uniforme FULL HD de frevo, ameaçando todos os comunistas da fila com chutes ritmados. O BBOY Ualace alarmou-se quando os olhos dela miraram uma sombrinha colorida perto da porta de entrada. 

"Nem a raba, gata. Vai pegar arma não."

Ele quicou a prancha pro alto e a frevo girl esticou-se o máximo para sacar a sombrinha.  

RATAKTAKTAKTAK. 

A cabeça de BBOY Ualace ficou no ventilador de teto, mas seu corpo permaneceu online. Como um bom tampa de crush, continuou investindo um tubo no ar em direção aos joelhos da dançarina que iam de um lado ao outro frenéticos. Os comunas do local esverdearam-se de enjoo com a cena tão peculiar. 

"MUITO QUE BEM, AU, AU"

A portinhola da entrada balangava e o sininho no topo quase quebrou com a entrada repentina de FRANKEN NUGETS, um Golden Retriever com uma coleira falante encantada. 

O dog soltou um peido descomunal e sumiu para a rua. 

O BBOY murchou como bexiga velha, dando três voltas no ar antes de amuar-se sobre um pires vazio.

A miss cebola do frevo colou no ventilador e agora ambos eram foice e martelo. 

Fugindo desesperados, os comunas sabiam naquele momento que aquela era uma manobra política surreal discordianista perpetrada por Éris. 

Franken Nugets voltará para nos salvar?