terça-feira, janeiro 13, 2015

UMA NOVA CONCEPÇÃO DO DISCORDIANISMO

UMA NOVA CONCEPÇÃO DO DISCORDIANISMO
DISCORDIANISMO COMO RPG?

Meus irmãos, creem na Deusa? O que é o discordianismo? Que é ser discordiano (ou discordianista?). Perguntas e perguntas e o que trarei aqui é uma nova abordagem...
O Discordianismo é um jogo de RPG. Sim! Um jogo de RPG de mesa. Num jogo de RPG de mesa há um livro que dita as regras e o nosso livro do jogo é o tão comentado e apreciado Principia Discórdia (PD).
Somos jogadores de um grande jogo de RPG de mesa, porém não precisamos de dados e nem de ficheiro. Há a vantagem de não precisarmos nos encontrar fisicamente para jogar.
Criamos nossos personagens e montamos um perfil com o decorrer do tempo. As histórias épicas que criamos não diferem dos de um jogo de RPG de mesa, somos livre para criar a história que queremos e as regras se encontram no PD. Estão lá os conceitos (cabala, polipadre, papa, guardião do Cao Sagrado, etc) e as regras (nonsense, função, etc). O narrador é a própria vida.
Somos dotados de simbologia para o jogo no entanto não somos obrigados a seguir fielmente, criamos novos símbolos e conceitos e montamos os grupos ou “raças” dentro do jogo. Isso se baseia em algum seguimento.
Discordianismo é o jogo de RPG de mesa mais sofisticado da atualidade, ele não precisa de mesa e nem de dados (como eu havia dito antes), o tabuleiro é a vida (lembra os campos de batalhas de Yu-gi-oh). Somos nossos personagens dentro do discordianismo e vivemos num mundo “real” e no virtual. Despojamos nossas ideias para todo mundo ver e interagimos uns com os outros. Isso é uma grande brincadeira.
Discordianismo quebrou todos os paradigmas criando um jogo sem regras. Deixou uma programação livre dentro do jogo e vemos inúmeras cabalas, Igrejas, pensamentos, conspirações, contos, etc...
Discordianismo deixou de ser uma religião e passou a ser jogo também. Qual religião tem esse nível de liberdade e divertimento onde dá gosto de fazer parte? Qual religião prega a liberdade como um todo? Temos a total liberdade e respeitamos uns aos outros (pelo menos foi o que vi até agora... ou há caso de morte entre discordianos? ) Não lutamos entre nós porque não há liderança. O que há é no máximo facções da qual se cria novas cabalas...
A vida é um jogo e PD abriu um portal de um jogo para a vida, ou a vida para um jogo. Ainda acho que o Discordianismo seria religião perfeita para quem é ateu, pois sua concepção ateia seria uma cabala própria... Sei lá!

Algum tempo atrás Timóteo P chegou a cogitar a possibilidade de um outro texto meu (Discórdia Absoluta) em ser um pós discordianismo. Se há ou haverá um pós discordianismo, poderia ser isso! A transmutação de uma religião para um Jogo de RPG de mesa. Ou não.

(não tiro a possibilidade de isso tudo ser uma viagem da minha imaginação fertil)

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