segunda-feira, janeiro 12, 2015

A Partícula Fnord

Olá! Meu nome é Jeridir Dubahim e sou professor pesquisador da universidade de Oklahoma na Índia.
O LHC (aquele aparelho enorme de diâmetro de 27 km que fica na Europa, o acelerador de partículas) detectou uma partícula estranha. Hoje em pleno século21 quando a ciência moderna busca aplicações de todo seu conhecimento recente, vemos descobertas que nos deixam confusos.
Essa partícula apareceu de uma colisão entre dois próton superacelerados com eletroímãs poderosos (isso é o LHC) e “fotografias” então é feita e então observamos os traços de subpartículas.
Normalmente observamos os quarks, alguns neutrinos, etc. Mas dessa vez vimos algo além do esperado. Não sabemos ao certo o que é! As partículas devem seguir uma linha contínua e organizada, previstas por equações matemáticas. Essa partícula simplesmente fez um loop e desapareceu. Depois notamos que a sua carga energética ficou retida no equipamento e agora todos os experimentos até agora realizadas têm interferência direta.

Nós a chamamos de FNORD pela analogia discordiana da confusão. O nome serve bem para seu propósito. A partícula causou um alvoroço entre os físicos teóricos do CERN e os engenheiros elétricos do MIT que vieram tentar resolver o problema.
Meu amigo e colega, Stephen Peter (típico inglês), disse que estaríamos sendo punido por Deus por estarmos fuçando suas coisas como crianças curiosas (risos). S. Peter é físico teórico e trabalhou na busca do Bóson de Higgs. Sua pesquisa é fantástica. Seus trabalhos podem ser achados no Sciencedirect.com.

FNORD obteve bastante atenção durante essas três semanas (veja bem! Eu disse três semanas.) Três semanas sem trabalho é uma dádiva, mas as pesquisas ficam atrasadas e nossos fomentadores não querem saber se houve uma partícula brincalhona que nos atrapalhou.
A partícula foi estudada enquanto os peritos da manutenção (mestres e doutores da área de engenharia). Ela tem a propriedade de mutação. Ela aparece em três estágios nas primeiras 23 fotografias. No primeiro instante ela é apenas um neutrino qualquer, que não interage com qualquer matéria. Depois ela se transforma em um fóton (luz, energia) e depois disso não sabemos o que é. Ela não é detectada, mas sua presença é sentida quando ligamos o acelerador. Nas fotografias sempre vemos os traços de loop dela. É para ela sair de lá, pois a energia que foi usada para gerá-la foi muito maior que estamos usando.

Alguns físicos atômicos estão pensando em escrever artigos sobre a partícula. Isso que é tirar aproveito de um problema. Teorizam uma possível nova classe de partícula que pode fazer a interação entre matéria e anti-matéria. Poderia isso impedir a aniquilação mútua delas e assim armazenar antimatéria. Poderia ser uma fonte inesgotável de energia.
Se FNORD veio para causar problemas, pode ser que veio para salvar as cabeças de muitos cientistas que não sabem o que inventar para conseguir continuando a trabalhar.


Escrevi este artigo para desabafar sobre um problema interno que a mídia ainda não sabe. Depois da busca do Bóson de Higgs (a partícula de Deus) que viviam  anunciando que nós iríamos criar um buraco negro, agora eles podem até afirmar que estamos tentando inventar um portal para a dimensão 23 (risos estridentes de um cientista sátiro).

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