sábado, julho 18, 2015

Esmerilhadeira.

-Hey, o significado de sua imagem parece fazer coceira no inadvertido lapso entre a superfície agitada da água, e a límpida e significativa imagem de seu rosto. Vai ver é por isso que eu acho isso tão divertido né?- largou a caixa no chão, lançou um laço aos arredores da estrutura espirálica de prateleiras e saiu correndo, quase deixando cair o seu boné no chão. Achou estranho não terem lhe respondido ainda. Mais de dez segundos. As vozes. Era uma só pessoa. Ele vinha tendo episódios de falta de atenção e sensação de fatias de esquecimento. Será que era um grupo? Não, aquilo era apenas um dia normal de trabalho. As caixas chegam, os caras do transporte contactam a recepção, que por sua vez, manda as empilhadeiras, que em fila de embotamento afetivo, rolam pelos pavimentos sombrios de uma guerra imaginária, inacessível ao tato mental, faiscando movimentos cognitivos. O movimento padrão acontece, e lhe importa que com as checagens corriqueiras de segurança realizadas... ah, ele só confere, e dado a distância de 5 metros de distância entre as caixas e a "empilhadeira"s', esperava o operador movido a guerras descer, então enfiava os braços do carrinho por debaixo do monte de caixas, afastava-se do mundo probabilístico de perigo real, dava o sinal para que o enguerreado subisse, o mesmo subia, e se ia transportadores a dentro. A empilhadeira se afastava de seu campo de visão, que pousava agora na flor de enxurradas de passos, que crescia bela sob o sol das terras do Jardim das Roliceiras (ou rolicerias, algo do tipo). Água? ok. Biscoitos? ok. Guarda-chuva? ok. Beleza, os dados de carácter processual e os de carácter administrativos eram manipulados virtualmente via rede, tudo lhe seria inexoravelmente comunicado, seja lá o que for. As câmeras integradas ao sistema de reconhecimento de padrões de atividade processual anotavam os meus movimentos -nota do editor de relatórios: cada coletor-analisador se refere ao objeto de coleta-analise como sendo ele mesmo, conferir artigos sobre dicotomias processuais no espírito possesso pela possessão espiritual- , e tudo que eu precisava fazer, era seguir o roteiro. O ventilador, algo nele me tira do sério. Se eu pudesse fazia uma câmera com simulação de rotas psíquicas, ai eu instalava várias por ai, e conectava a uma rede de interpretação e criação de modelos baseado nos dados colhidos por cada câmera. Assim, ia jogar alguns dados na rede, e esperar ver no que dava. É possível que uma das amostras possa ser influenciada, mas isto seria de forma aleatória, sei lá, ia tentar trocar ventiladores por outra coisa, esse mundo de hélices que geram vento depois de sugarem o carvão e espremerem as ulceras das rochas (que não passavam de tempo cristalizado) gera uns barulhos que me tiram fora do sério. O sol quente esquenta o que precisa de um canto fresco para ser, o sol quente esquenta e já não mais é preciso ser. Tratei de criar todas as barreiras de condição, antes de o espirito se desarraigar do plano dele, enfim "o jardineiro faz um estudo de condições". Critérios. Os sins, ou nãos, é a consequência da estrutura de eventos e critérios que compõe o hospedeiro. Eu quero a grana, mas ela terá que vir de um lugar específico, que qualifique o ato como um rasgo no mal uso. O mal uso é feito da mesma forma que o riso do lapso, é o que me falaram. As vozes. Enlaçavam ele com os ramos de um silêncio não notado.

Uma bolha estourou. Fez rolar num sopro dum vento tapinha de tornado brando mas que bá, um bolinho de sombra de guarda-chuva, que zigzagueou entre pé esquerdo - direito - esquerdo - direito - e assim ladeira abaixo, de onde vinha a fila de compassos revestidos de penugem, que se abaloavam a medida que alcançavam o topo - a ponta superior do compasso. Tipo uma pera, de cabeça para baixo, o que certamente faz lembrar uma coxa - seja lá o que isso for. Que... por sua vez, certamente faz lembrar um número! Não no sentido intra-uterino-num-sentido-de-concepção-organizacional-metafísico-de-pensar, mas no sentido pontualmente real. Pense num ponto como se visse o Zé. Assim, uma coisa viva com memória capaz de entender seus códigos de comunicação e gerar uma resposta. Portuário de Santo, por exemplo, pode ser pensado de diversas formas diferentes. E por ser possível pensar, certamente é pensada. E outras coisas inimagináveis ao zé naquele momento, aconteciam. Inclusive sobre o próprio nome dele, basta pensar que existem muitos zés no mundo, e para cada um há uma história, uma cara, enfim: deu de entender que não se conhece tudo. Agora, é isso mesmo. Acende ali, depois abre a janela. Mas amarre o pé da letra, pro cara das 4:00hs. Não sei, porque ele tinha deixado a bota, digo, deixou cair na bota uns pingos de lã. Sei lá que porra é essa. Nem esquenta, quando chegam no porto, recebem as bençãos e voltam ao normal. Isso! Isso mesmo! Por isso mesmo! Deve ser foda lidar com coisas dessa ordem. Oi? Ouvi um barulho. Parecia algo parecido com um rosnar. Vai ver, parecia diretamente com um rosnar. Sei lá, quem sabe, era mesmo um. Não, o sorvete aumentou o preço, ai agora tô evitando pensar muito. Depende. Os sons da sala onde aquela figura sólida, liquida, gasosa e cheia dos trejeitos se esquartejava no  quintal da sexta quadra, naquele sétimo dia, oitavo desde que havia se dado conta das nove vezes em que havia enfiado os pés antes de se decidir quanto ao sinal, sim, os sons daquela sala eram o da criatura se debatendo. Parecia engraçado, uma destruição e reestruturação constante. Enquanto falava, observava com certo encantamento o que era a experiência de ver mover-se em 4 dimensões, a coisa que ele havia projetado para se movimentar em 4 dimensões, onde uma das linhas era linear, em função da qual as outras alteravam segundo diversas variáveis, definindo em conjunto os dados previstos. Era um encantamento advindo do evento da afirmação de um conjunto de escolhas. A expressão verossímil de sua habilidade em imprimir na imagem primeira, a projeção de uma segunda antecipadamente definida por ele de acordo com os parâmetros de dinâmica encontrados no contato com a primeira. Um barulho. Virou seus olhos para ver o que tinha acontecido lá fora. Foi preciso virar o pescoço também, logo o corpo inteiro. Loop infinito. Enforcou-se! em volta de seu pescoço, encontraríamos o laço (ou tecido) que dimensionava aquela comunicação. Desenforcou-se, pois o laço não tinha grande elasticidade, apenas o suficiente para enforca-lo até o ponto onde ele iniciou o desenforcamento. Ali, em meio a praça de seu self-nacionalista, permaneceu girando. Faltava bastante para o fim de semana. Mesmo não sabendo quanto tempo havia ficado lá, não se alertou. Enfim, estava ali. E o tempo o bastante depois, continuou ali, e a continuação de outros os levaram até ali. Beleza. Primeiro buzinaram -os outros-, três vezes, em cada uma das quais a buzina era apertada duas vezes, a primeira com pouco tempo de duração, depois do qual um silêncio de curta duração cessou, quando a segunda com um tempo de duração médio iniciou sua existência e num dedinho de silêncio acenou para a terceira - foi ai que rolou aquele bug, se tu for lá agora, vai ouvir o entoar estático de um instante de buzina, mas o estranho é que apenas o som parou, logo em seguida uma nova rota de fatos se tornou fator decisivo acerca do que os fatos eram em si mesmos. É de coçar os queixos e olhar para o nada...  
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Uma bolha estourou. Fez rolar num sopro dum vento chute fofo de tão rápido que chega ser duplo o foguete. Não se sabe se era a criança quem estourava, ou a mãe quem olhava - vai ver era os dois juntos. Não sei, talvez tivesse sido o Albertisson Almeida Sirulâncup-tá. Té. Pedroloptolopteu Orbalaptolapomu-a, hmrÁrÁ.
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Alguém imaginário feito de nuvens, parecia, daquele ponto de vista, pegar a pera. Sei que não é o foco do momento, mas achei divertido. Depende. E cada um tem uma história. ZzZzZzÉ
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Se você ainda não comprou o sistema anti-compras necessário para a compra de um sistema de compras, meus parabéns, pois acabo de lhos anti-comprar. - O ouvinte, ao ser anti-comprado, desouviu, e sua fonte de macaco começou a murchar... ziguezagueando num ciclo de sufoco-alívio.

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Uma por uma, escorriam numa lista de zeros e uns, e três e quatro, na real números que iam até o 245 do nosso sistema de organização de números, com mais de 4938bAuhe48 dígitos. Aconteceu outra vez. Hahaha, vou correndo anotar, sapr29, ei. Então, é que era uma quantidade bem coisada de dígitos. Acho que é uma boa definição essa, coisada. Mas é difícil de dizer de uma forma compassiva. Compasso. As histórias simplesmente se iam. Enfim. Na sombra quadridimensional das barbas de Gauss, uma simulação de carne começou a roçar no rio, um lá, equatorial. O rio quente das barbas de Gauss. Achou uma santa de barro. Tossiu, e a santa caiu. De dentro dela, um rolo rolou. Parecia haver um pescoço... desenrolou. O pescador, notando que a rede estava um caos só, mirou sua vista para o mar, que mirou de volta. Numa troca de olhares, gozaram. A sombra berrou: "não se esqueçam dos imaginários!"
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Naquele instante, um qualquer entre o momento em que o besouro havia se desprendido do amontoado periodicamente distribuído de correias de rodar nada, e aquele em que o besouro se desvirou-se após um agitado-se minuto de trabalho-se em situação-se de-se risco-se-se. Se dígitos. Se94. ...r. ...r! ....r29! Sim!!! sapr29. -Pô cara!- começou a dizer antes mesmo de a porta estar aberta. Depois de abri-la continuava o seu discurso, sem interrupção desde o inicio. Em tom discursivo -eles tiraram do bolso quatro estátuas de demônios feitos com um fio de macarrão caseiro normal!!!- tava num discurso empolgado, pensou. - Depois até vi os videos lá, ele iam amarrando pedras, e puxavam com uma determinada força, que sei lá como, fazia entortar o macarrão segundo uma sucessão de movimentos para os quais existe um padrão especifico de força aplicável para a conclusão do ato imprimível segundo uma reproduptibilidariedadenadess. O cara lá que falou isso. O doutor, é o barata. Quem é que deu isso ai mesmo? esse apelido, digo. Veio num dia de holofote de sombras enrolado em folhas escuras de alface picado amarrado por uns negocio e umas fibras de algo que era bom e muito da ora. Ele abriu lá, e pô, quando viu, tá, tá certo que deu uma modificada nos esquemas da coisa de abrir lá, mas nem da bola pra isso agora. Deixa, deixa. Tá, olha, você quem pediu essa sugestão. Não. Não e não. -olhou pro lado e tudo cara! Pô, haha! - enfim, ai o barata só mandou avisar lá, e deixou escrito ali o que tinha que deixar. Pelo que me falaram. Pelo é o nome de um grupo de pelos bem humorados que falam a beça e acham graça em serem vários e o nome do grupo ser "Pelo". O nome de cada pelo é pelo mesmo, então você nunca sabe se um pelo se refere ao outro como se refere ao próprio pelo, ou se o pelo se refere ao outro como o pelo se refere ao pelo. O pelo é foda. Pelo menos é o que eu acho. Mata tudo. Demorou. Porra, porque não me falou antes? Mata tudo esses números ai, você pensou a coisa certa agora.
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Naquele outro instante depois:
Várias coisas acontecem.

Naquele outro instante bem depois:
um fato cuja a sucessão de eventos anteriores a ele podia ser descrita como a consequência de cada uma das várias coisas que aconteciam naquele instante depois. Pelo menos é o que eu acho.
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Mas falou pouco, parou logo depois de fechar a porta, ai ele pode continuar olhando bem atenciosamente a coisa lá. Faltava 2 horas ainda, e bem se ouvia: aquele estomago começava a roncar. Quando isso acontece ele fica com sonho. Além do que já sente fome. Mal sabia que por trás das montanhas secas de horizonte, numa estrada, os desejos reais já empunhavam sua nobreza atemporal, dentro de um gigante de 4 rodas.
Zeros e uns, e três e quatro, na real números que iam até o 245 do nosso sistemas dessss organizaçãosssss de números, ssssss com mais de 4938bAuhe48 dígitos. Aconteceu outra vez. Hahaha, vou correndo anotar, sapr30, ei. A lista escorria á sua frente. Haviam lhe falado qualquer coisa sobre barata, pelo. Enfim, estava observando a lista. Ele tinha que criar universos para agradar a família de Proueteres, que são os deuses dos deuses do universo desse mundo. Tem dia que eles acordam as 6 até. Mas não adianta, sempre tem uns que são bem atravessado. Sempre tem. Sempre. Não importa, daqui a pouco já era hora do lanche.
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2 horas depois:
algo aconteceu e 2 horas depois, gastas com a tarefa de sair, mercado, buteco, não sei o que, ele já se encontrava dormindo. Se tem algo, é antes disso. Procura ai.





Obrigado.
Astornapagatus Prouetere-93, 4 cores e duas cores de números digitáveis, outra vez.
Relatório técnico de coleta e pré-interpretação de dados.
Caso dia 94jri3/ei/3948eirj32 na ponta de um gigantesco e fino braço com o dia na ponta. Votos de resolução.

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