quarta-feira, novembro 28, 2012

Policiais plantando Maconha

Tratamento Revolucionário para Criminosos, cria cena inusitada no interior do Brasil.

Após um ano do fechamento do "Caso das Ervas" no Brasil, o pais começa a usufruir de vários benefícios, causados pela legalização da maconha e de diversas outras plantas que eram consideradas prejudiciais à sociedade. As pesquisas científicas já surtiram efeitos, além de mudanças sociais: a ocorrência de crimes violentos reduziu em mais de 50%. "A relação é direta,  pessoas sobre o efeito da cannabis ficam muito mais calmas e relaxadas, menos propensas a reações agressivas, e isso tem afetado profundamente os antigos quadros de criminalidade do país" diz o Dr. Eder Valadares, psicologo e um dos maiores responsáveis pela conscientização da possibilidade do uso benéfico das drogas nos últimos anos. 

Policial Matheus Henrique está muito
feliz com a sua nova função
.
Mesmo com enorme redução de crimes violentos, o governo ainda busca reduzir mais. Usufruindo da nova Lei que permite o plantio livre da maconha, sete estados brasileiros adotaram uma inusitada modificação em seu sistema prisional: dar maconha para os prisioneiros. O processo nada mais  é que uma tentativa de amenizar a pena dos criminosos e cortar gastos com os presídios. O prisioneiro, se for acusado de um crime violento, passa por um exame psicológico, e se adequar-se ao que está sendo chamado de "Quadro de Agressividade Reversível" ele recebe liberdade condicional, desde de que ele se disponha a consumir uma quantia específica de cannabis por dia. Desta forma é garantido que ele não venha a cometer crimes novamente. Cerca de 15% dos presos já estão inscritos nesse processo de condicional, mas a previsão é que chegue a 30% até o final do ano que vem.

E de onde vem toda essa cannabis? Do local mais improvável e inusitado: dos próprios policiais. Com a diminuição dos crimes, a necessidade de policiais nas ruas foi amenizada. O governo então usou os mesmos policias para uma "operação" no minimo irônica: plantar maconha."Muitos policiais estavam sendo dispensados de seu serviço e até mandados embora, por simples falta do que fazer.Graças a isso muitos dos nossos policiais voltaram à ativa." afirma a Tenente Maria.

O trabalho, que agora é inverso de antes, não parece incomodar os policiais. Aparentemente eles preferem muito mais a vida tranquila do plantio do que a perigosa vida nas ruas. " Eu sempre fui a favor da legalização como forma de amenizar a criminalidade, mas nunca pensei que eu faria parte desse processo tão diretamente" diz  o Policial Matheus Henrique, cujo pai era usuário de maconha quando ainda era proibido. Mas o trabalho nas plantações não reduzem as obrigações de seu posto, muito pelo contrário, apenas adiciona mais uma função ao corpo policial. "Em caso de qualquer emergência, ou situação de conflito, a preferencia é o mantimento da ordem." avisa.

Apesar do sucesso do novo processo, os cristãos radicais não tem sido favoráveis á isso. O Pastor L.S. Donato falou em seu programa que "a erva maldita é um artifício do demônio chamado Diá, para controlar suas mentes.Os prisioneiros que creem em G-Ová deveriam recusar o tratamento". Aparentemente isso pode ter alguma relação com o fato de que a maioria dos presos por crimes violentos são cristãos radicais. A Igreja de Nosso Senhor Jah Rastafari não se pronunciou oficialmente sobre isso, que aparenta ser uma ofensa direta.



Trecho de Jornal Enviado do Futuro

 por Doutor Ontem em Furquim, Minas Gerais no dia 10 de maio de 2015 

para Jônatas Santos em Ouro Preto, Minas Gerais no dia  28 de Novembro de 2012.

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