Foi num piscar de olhos tão veloz e sutil como um piscar de olhos que a consciência foi de supetão arrastada para os túneis, calçadas e edificações de uma multitude complexa de fragmentos provindos de imagens que só poderiam existir em sua totalidade e integridade nos âmbitos sinuosos da inconsciência. A mente, que raciocinava sem processar o óbvio, via através de seus olhos oníricos e etéreos o correr de um tempo rápido e intrincado, que não reconhecia vírgulas e muito menos ainda pontos finais, essenciais a (quase) todo texto. O desenrolar dos fatos, atos e reconhecimento de retratos de outro mundo dava-se de forma extremamente acelerada, ao ponto de que nem mesmo os próprios ocorridos e acontecimentos tinham tempo de ocorrer: começava um e logo chegava outro, a se empurrar e esparramar por todos os cantos da inconsciência seus pequeninos acontecimentozinhos, uns filhotes tão problemáticos quanto os problemas maiores.
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#TheGame23 - Enter the Infinite Rabbit Hole
What is #TheGame23?
"It is what it isn't though that isn't what it is and like I've always said I think that it's exactly what you think it is. If you believe it is whatever someone else told you it is then you're doing it all wrong because you're the only one who could possibly know what it is." - zed satelite nccDD 23 ksc
Project 00AG9603 - #TheGame23 mod 42.5 level 5
"00AG9603 develops as a self-organizing organism, connects with the virtual environment through its hosts (admins) by arranging the surroundings randomly for its own autonomous purpose" - Timóteo Pinto, pataphysician post-thinker
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Aaní – Memetized Chaos
#fnordmaze
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The Omniquery Initiative – How To Save The Universe – an incomplete tutorial
A Call to Weirdness - Operation D.I.S.T.A.N.C.E.
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quarta-feira, maio 22, 2019
sexta-feira, abril 05, 2019
Terraplaneegevirens idiopaticô
Ora que a natureza sempre acha seus caminhos entre os trancos, barrancos e planaltos da vida para redução de uma população espertinha demais para ceder às intempéries da existência corpórea. Como um EGE passou ela, gloriosa numa espécie que julgava ser imune a (quase) tudo e que desenvolvia todos os trambiques necessários para matar e evitar bichinhos pequenininhos com seus capsídeos fofinhos e aqueles outros que gostam de enchentes, amam pulgas e têm fetichismo por scat. Lá foi a mãe natureza, ela mesma, estudando a fraqueza humana para notar QUE o controle das lebres bípedes para sua aurea mediocritas seria pelas vias da ignorância PIMBA PIMBA Nasceu em algum dia remoto o humano acordado. O humano banhado na falsa sabedoria que ostentava, deliciando-se com seu pseudoconhecimento. O que estava longe de ser um problema, voltou a ser ameaça. Temiam uma redução populacional por parte (((deles)))?, ou alguma força diambólica da dominação mundial. Mal sabiam eles que caíram nas teias da mãe terra e eles mesmos fariam o papel de botar a natureza nos eixos. Destino manifesto: suas crias e os arredores desprevinidos e enfraquecidos, quiçá até mesmo eles, vieram para perecer ante os bichinhos adoráveis que vivem (ou esperam para viver) e equilibrar a merda toda. A forma da redução populacional tem nome, podendo ser um Denis Lanks ou um Guilherme Souza e também mães iluminadas pelo dom da natureza a ignorância. Árvore, metiolina perna baranga ignorância do pseudo intelectual arginina IQBAL Vais morrer de vírus tosco, bactéria babacteriosa Nem sempre a transcrição reversa é e os boa noite a todos e os Detefon neles.
terça-feira, fevereiro 12, 2019
Manifesto Troll
Desde muito antigamente temos visto pessoas vazias e descartáveis que usando de belo vocabulário e termos complexos se tornam vistos como intelectuais, sábios, revolucionários. Ao mesmo tempo, há aqueles que seguem o caminho contrário, conseguindo ainda assim, serem mais desprezíveis que os citados anteriores,falo daqueles que se fazem de populares para vender suas obras e conseguir sucesso comercial, alguns destes se mascaram como nacionalistas exarcerbados, comunistas que buscam a igualdade entre as classes, liberarais, libertinos, ou qualquer desgraça do tipo.
E não é momento de mudar, pois não é errado escrever tais tolices, o errado é criar regras com esses conceitos, o certo é que na escrita não haja regras além daquelas necessárias para a comunicação.
O Trolismo é assim chamado por considerar como vazia qualquer ideologia ou regra extrema dentro da literatura, incluindo o próprio conceito de revolução, de certo e de errado. Mesmo nas Revoluções Literárias já ocorridas, criadas para destruir as regras anteriores e criar liberdade, houve a criação de novas regras, pois até mesmo nos movimentos menos tradicionais que pregam que a escrita deve ser livre e desregrada, há a regra, a regra de não haver regras. Mas por que um escritor em plano século XXI não pode escrever uma epopeia de versos decassílabos perfeitos e rimas ricas? Ora, ele pode, faz o que tu queres e há de ser tudo da lei, ao mesmo tempo que não há problema em um livro chamado "Fezes Decepadas" que conta a história de um anão necrófilo que fuma maconha e caça andorinhas. Ideologias criam disputas, que criam conflitos, e essa não deveria ser a intenção da literatura, por isso o Trolismo se vê livre de qualquer ideologia clara, a não ser a função que deveria ser a principal da literatura: entretenimento. Claro, o entretenimento não precisa ser estúpido e mal feito, mas antes ler Capitão Cueca por prazer do que ler A Divina Comédia para "pagar de intelectual", a partir do momento em que se lê para se pagar de intelectual, e não por prazer, que se lê por pressão da sociedade que considera a tal obra como um Clássico Indispensável, e não porque se gosta do livro, então a leitura não tem nenhum valor, pois é apenas uma autoilusão mal feita e ridícula. Nós Trolistas desprezamos pessoas que pagam de intelectual, que se acham superiores por terem lido Ovídio e Platão, mas também desprezamos os ignorantes por vontade própria, que acham que Ovídio e Platão são velhos, cafonas e não servem para nada, nós sabemos que esses dois autores clássicos têm muito a adicionar em sua leitura, mas que o fato de uma pessoa ter esse conhecimento não a faz superior a alguém que não leu. Resumindo, o princípio do Trolismo é "Gosto não define pessoa", o gosto de alguém pode dizer sobre o gosto de alguém, não define quem a pessoa é, pois há quem leu a obra completa de Aristóteles, Shakespeare, Virgílio e Machado de Assis e mesmo assim continua sendo um idiota, um vazio, um "macaco imitador sem luz própria", e há aquele que só leu Turma da Mônica e Tio Patinhas, mas ainda sim tem seu valor,é esforçado, ou responsável, bem sucedido (de modo digno) ou naturalmente inteligente. O gosto refinado não define uma pessoa refinada, pode ser um dos indícios, mas não o fator decisivo, darei por exemplo: um grande físico, que fez grandes descobertas teóricas sobre o funcionamento de partículas nucleares, e, seu tempo livre gosta de ler gibis e assistir novela; um boêmio, que passa o dia bebendo e não tem trabalho, sendo sustentado a vida toda pelos pais, quando chega em casa aprecia a leitura de um bom clássico como Don Juan e Ilíada. O mesmo se aplica à música, mas esse manifesto é sobre livros, não canções, então não aprofundaremos o assunto, mas que fique claro que é a mesma coisa. O nome Trolismo vem de Troll, palavra utilizada para designar pessoas que xingam as outras de modo estúpido na Internet. Parece um nome bastante ruim, mas ele foi escolhido porque nós queremos "tacar fogo" nas regras e nas ideologias. Trolls da internet falam merda pra se divertir, nós os trolls literários iremos escrever e ler para nos divertir do mesmo modo, sem ligar pra convenções sociais, regras, ou qualquer merda do tipo, e a prova disso é linguagem que estou utilizando nesse manifesto, totalmente acadêmico, com algumas palavras antiliterárias, mas bastante claro e compreensível.
Por tudo isso, o trolismo tem como única função o entretenimento do leitor, e do próprio autor, pois um livro que é escrito seguindo-se regras e com a preocupação de estar dentro do padrão não é um livro sincero. Depois de tudo isso, ainda não desprezamos totalmente os ideias, mas achamos ridículo que as pessoas leiam exclusivamente por causa deles, e não pela história em si, por isso, não é necessário que todo livro Trollista esteja vazio de ideias e ideais, o mais incrível do Trolismo é que ele aceita textos cheios de ideia e ideal, pois se não aceitasse, não seria realmente livre, e essa única exceção se tornaria uma regra, o que acabaria com o sentido de toda a "ideologia trol" (soa contraditório, mas foi uma piadinha), resumindo, o livro trol aceita a total liberdade do autor que escreve, desde que ele escreva por si mesmo, e não seguindo uma regra, ele pode colocar no papel todas as ideias em que acredita, mas ele não pode seguir um padrão que não lhe agrada para obter sucesso ou reconhecimento, o troll precisa escrever o que quer, o que gosta, e o leitor troll deve também ler o que quer e o que gosta. Resumindo mais uma vez, o troll pode ter ideologia, mas esse nunca foi e nunca será o foco do movimento, que busca a diversão, a diversão (quantas vezes preciso repetir pra que isso entre na cabeça do leitor?).
"Não leia pra ser um culto, leia por diversão."
E não é momento de mudar, pois não é errado escrever tais tolices, o errado é criar regras com esses conceitos, o certo é que na escrita não haja regras além daquelas necessárias para a comunicação.
O Trolismo é assim chamado por considerar como vazia qualquer ideologia ou regra extrema dentro da literatura, incluindo o próprio conceito de revolução, de certo e de errado. Mesmo nas Revoluções Literárias já ocorridas, criadas para destruir as regras anteriores e criar liberdade, houve a criação de novas regras, pois até mesmo nos movimentos menos tradicionais que pregam que a escrita deve ser livre e desregrada, há a regra, a regra de não haver regras. Mas por que um escritor em plano século XXI não pode escrever uma epopeia de versos decassílabos perfeitos e rimas ricas? Ora, ele pode, faz o que tu queres e há de ser tudo da lei, ao mesmo tempo que não há problema em um livro chamado "Fezes Decepadas" que conta a história de um anão necrófilo que fuma maconha e caça andorinhas. Ideologias criam disputas, que criam conflitos, e essa não deveria ser a intenção da literatura, por isso o Trolismo se vê livre de qualquer ideologia clara, a não ser a função que deveria ser a principal da literatura: entretenimento. Claro, o entretenimento não precisa ser estúpido e mal feito, mas antes ler Capitão Cueca por prazer do que ler A Divina Comédia para "pagar de intelectual", a partir do momento em que se lê para se pagar de intelectual, e não por prazer, que se lê por pressão da sociedade que considera a tal obra como um Clássico Indispensável, e não porque se gosta do livro, então a leitura não tem nenhum valor, pois é apenas uma autoilusão mal feita e ridícula. Nós Trolistas desprezamos pessoas que pagam de intelectual, que se acham superiores por terem lido Ovídio e Platão, mas também desprezamos os ignorantes por vontade própria, que acham que Ovídio e Platão são velhos, cafonas e não servem para nada, nós sabemos que esses dois autores clássicos têm muito a adicionar em sua leitura, mas que o fato de uma pessoa ter esse conhecimento não a faz superior a alguém que não leu. Resumindo, o princípio do Trolismo é "Gosto não define pessoa", o gosto de alguém pode dizer sobre o gosto de alguém, não define quem a pessoa é, pois há quem leu a obra completa de Aristóteles, Shakespeare, Virgílio e Machado de Assis e mesmo assim continua sendo um idiota, um vazio, um "macaco imitador sem luz própria", e há aquele que só leu Turma da Mônica e Tio Patinhas, mas ainda sim tem seu valor,é esforçado, ou responsável, bem sucedido (de modo digno) ou naturalmente inteligente. O gosto refinado não define uma pessoa refinada, pode ser um dos indícios, mas não o fator decisivo, darei por exemplo: um grande físico, que fez grandes descobertas teóricas sobre o funcionamento de partículas nucleares, e, seu tempo livre gosta de ler gibis e assistir novela; um boêmio, que passa o dia bebendo e não tem trabalho, sendo sustentado a vida toda pelos pais, quando chega em casa aprecia a leitura de um bom clássico como Don Juan e Ilíada. O mesmo se aplica à música, mas esse manifesto é sobre livros, não canções, então não aprofundaremos o assunto, mas que fique claro que é a mesma coisa. O nome Trolismo vem de Troll, palavra utilizada para designar pessoas que xingam as outras de modo estúpido na Internet. Parece um nome bastante ruim, mas ele foi escolhido porque nós queremos "tacar fogo" nas regras e nas ideologias. Trolls da internet falam merda pra se divertir, nós os trolls literários iremos escrever e ler para nos divertir do mesmo modo, sem ligar pra convenções sociais, regras, ou qualquer merda do tipo, e a prova disso é linguagem que estou utilizando nesse manifesto, totalmente acadêmico, com algumas palavras antiliterárias, mas bastante claro e compreensível.
Por tudo isso, o trolismo tem como única função o entretenimento do leitor, e do próprio autor, pois um livro que é escrito seguindo-se regras e com a preocupação de estar dentro do padrão não é um livro sincero. Depois de tudo isso, ainda não desprezamos totalmente os ideias, mas achamos ridículo que as pessoas leiam exclusivamente por causa deles, e não pela história em si, por isso, não é necessário que todo livro Trollista esteja vazio de ideias e ideais, o mais incrível do Trolismo é que ele aceita textos cheios de ideia e ideal, pois se não aceitasse, não seria realmente livre, e essa única exceção se tornaria uma regra, o que acabaria com o sentido de toda a "ideologia trol" (soa contraditório, mas foi uma piadinha), resumindo, o livro trol aceita a total liberdade do autor que escreve, desde que ele escreva por si mesmo, e não seguindo uma regra, ele pode colocar no papel todas as ideias em que acredita, mas ele não pode seguir um padrão que não lhe agrada para obter sucesso ou reconhecimento, o troll precisa escrever o que quer, o que gosta, e o leitor troll deve também ler o que quer e o que gosta. Resumindo mais uma vez, o troll pode ter ideologia, mas esse nunca foi e nunca será o foco do movimento, que busca a diversão, a diversão (quantas vezes preciso repetir pra que isso entre na cabeça do leitor?).
"Não leia pra ser um culto, leia por diversão."
domingo, janeiro 27, 2019
O SURGIMENTO DE SÃO GULIK ESCRITO POR MALACLYPSE O ANCIÃO
DEVOLVA MEU MACTOSHIBA MYAMOTO KUROSAKI!!!
Vocês devem me conhecer mais pelo meu serviço de adoração a grande senhora do caos, Eris. Mas é verdade que também já prestei serviço a outras divindades do panteão grego, entre esses, o deus Hermes.
Certa vez, estava eu servindo Hermes em busca de sabedoria divina. Isso antes de eu conhecer os misterios erisianos.
Mas era constantemente interrompido por baratas, insetos repugnantes que insistiam em tentar subir em mim.
Além dos insetos, costumava ouvir uma voz que parecia ser de alguém jovem dizer pra mim: ''Ele não é mais assim''.
Procurava em todos os cantos mas não havia ninguem por perto além dos insetos que insistiam em entrar no templo.
5 dias se passaram, e eu continuava a ouvir a voz, e baratas continuavam a me interromper. Aquilo era absurdo. Mas no quinto dia, por algum motivo, deti meu olhar por alguns segundos na barata que estava prestes a esmagar com as minhas sandalias. Ela movia as suas antenas ao mesmo tempo que eu ouvia a voz de fonte desconhecida dizer ''Ele não é mais assim''.
''É você que esta falando comigo inseto?'' perguntei com voz baixa ao inseto, com medo de ser visto e parecer ridiculo pra alguem que passase por perto.
-Sim sou eu.- respondeu a voz
Fiquei meio sem reação, mas perguntei quem ele era, e a barata respondeu ''Eu sou o deus que você esta cultuando, hermes.''
Como poderia ser? Hermes uma barata? Pedi que o inseto se explicasse.
'' Eu não sou mais como esta estatua. Era Hermes, mensageiro dos deuses, mas hoje sou Gulik, e sou mensageiro da deusa do caos Eris.
Houve um tempo que meu pai, o deus Zeus, notou que a calamidade e a confusão havia tomado conta da humanidade, logo as suspeitas cairam sobre a Eris.
Meu pai ordenou que eu fosse até o mundo mortal e procurasse por Eris, que provavelmente estava disfarcada entre os mortais, e com minha astucia fizesse com que ela retrocedesse em seus planos.
Vaguei entre os mortais e vi homens tomados pela loucura, perdidos em seus mundos próprios. Eu como Hermes achava aquilo lamentavel.
Cheguei em uma humilde cidade, e um senhor chegou até mim e disse ''Eu sei quem é tu! es o filho do grande deus Zeus! Lhe clamo ó astuto! Liberta-nos da opressão da terrivel Eris! Tome este jarro! Eu vi ela entrar ai!''
Logo conclui que era outro pobre mortal vitima da insanidade, para acabar com suas desilusões abri o jarro e observei o seu interior. Antes que pudesse erguer novamente minha cabeca para olhar para o senhor , comecei a cair num abismo que se formara subitamente pelo jarro que de forma surreal aumentara de tamanho e comecava a me engolir.
Enquanto caia, ouvi uma risada feminina histérica, era a Eris!
Aterrisei num lugar exótico, cheio de plantas altas de aparencia estranha. Nos céus via estrelas e planetas numa proximidade surreal.
Veio até mim um homem que aparentava ter seus 40 anos, inexpressivo. De forma monótona ele me disse que o seu ''senhor'' requeriu minha presenca.
Caminhei por mais ou menos 3 minutos ao lado dele, parecia que o espaco havia se transformado a medida que comecamos a caminhar, pois no final da estrada de pedras que estava surgiu um palacio similar aos palacios de atenas. Palacio esse que surgiu repentinamente na linha do horizonte quando comecamos a caminhar.
Ao entrar no palacio vi um senhor com roupas excentricas sentado num trono. Ele se apresentou como lorde ''daedrico'' da loucura, seja lá o que isso significa, e disse se chamar Sheogorath.
Fiquei confuso pois nunca havia ouvido falar de reino com fauna tao estranha e também não conhecia nenhum ''Sheogorath''
Ele disse que era aliado de Eris e que estava ajudando ela com um ''projeto''. Tentei perguntar pra ele que projeto seria esse, mas ele comecou a divagar em coisas desconexas, obsessivamente citando sabores de queijo e seus aromas nas temporadas de frio.
Alias, o que ele mais fazia era isso, e eu como Hermes achei aquilo absolutamente irritante.
Ele me disse então que parte do projeto envolvia minha participação. Perguntei o que consistia essa participação e ele disse que Eris queria que eu me tornasse seu mensageiro pessoal.
Recusei de forma veemente a proposta, só que ele riu e disse que eu não tinha escolha. Tentei persuadir ele a me libertar de seu reino, mas nada que eu dissesse surtia efeito, nunca havia visto criatura com mente tão confusa de se entender. Depois de algum tempo de debate ele começou
a se irar e disse que ou eu aceitava o acordo ou eu ele iria aplicar o poder da ''wabbajack'' contra mim.
Eu continuei a tentar convence-lo mas antes que eu pudesse completar a frase ele erguei um cetro na minha direção, que liberaram faiscas que ao me atingir me transformaram numa barata.
O seu servo me capturou e me soltou em meio a floresta estranha daquele lugar.
Tentei me guiar pela posição das estrelas, mas nenhuma das constelações que conhecia estava no céu.
O tempo naquele lugar corria de forma estranha, noites nem sempre tinham a mesma duração, podendo ser mais longas ou mais curtas do que o dia. Eu não sei quanto tempo fiquei lá, mas depois de um tempo desisti de procurar a saida.
O ar daquele local era estranho, era como se o senhor de roupas excentricas expelisse o ar de suas narinas por todo o local. Vi pessoas parecidas com gatos e outras parecidas com repteis lá, loucuras e insanidade indescritiveis. Comecei a ficar paranoico, sentindo como se toda pedra e planta me observasse.
Meu raciocinio se distorceu e eu me distanciei progressivamente do meu eu antigo.
Depois de muito ou pouco tempo vagueando por aquele reino, o servo do Sheogorath me capturou e me levou novamente ao palacio.
Lá Sheogorath me disse que eu estava pronto pra servir Eris, mas achou melhor me deixar daquele jeito mesmo, o que não me incomodava mais. Desde então tenho servido a deusa Eris com prazer, e ela me ordenou que eu lhe contasse isso pois em breve você também sera um dos seguidores dela.''
Depois de me contar tudo isso ele foi embora, mas decidi não contar essa história a ninguém, até hoje.
Vocês devem me conhecer mais pelo meu serviço de adoração a grande senhora do caos, Eris. Mas é verdade que também já prestei serviço a outras divindades do panteão grego, entre esses, o deus Hermes.
Certa vez, estava eu servindo Hermes em busca de sabedoria divina. Isso antes de eu conhecer os misterios erisianos.
Mas era constantemente interrompido por baratas, insetos repugnantes que insistiam em tentar subir em mim.
Além dos insetos, costumava ouvir uma voz que parecia ser de alguém jovem dizer pra mim: ''Ele não é mais assim''.
Procurava em todos os cantos mas não havia ninguem por perto além dos insetos que insistiam em entrar no templo.
5 dias se passaram, e eu continuava a ouvir a voz, e baratas continuavam a me interromper. Aquilo era absurdo. Mas no quinto dia, por algum motivo, deti meu olhar por alguns segundos na barata que estava prestes a esmagar com as minhas sandalias. Ela movia as suas antenas ao mesmo tempo que eu ouvia a voz de fonte desconhecida dizer ''Ele não é mais assim''.
''É você que esta falando comigo inseto?'' perguntei com voz baixa ao inseto, com medo de ser visto e parecer ridiculo pra alguem que passase por perto.
-Sim sou eu.- respondeu a voz
Fiquei meio sem reação, mas perguntei quem ele era, e a barata respondeu ''Eu sou o deus que você esta cultuando, hermes.''
Como poderia ser? Hermes uma barata? Pedi que o inseto se explicasse.
'' Eu não sou mais como esta estatua. Era Hermes, mensageiro dos deuses, mas hoje sou Gulik, e sou mensageiro da deusa do caos Eris.
Houve um tempo que meu pai, o deus Zeus, notou que a calamidade e a confusão havia tomado conta da humanidade, logo as suspeitas cairam sobre a Eris.
Meu pai ordenou que eu fosse até o mundo mortal e procurasse por Eris, que provavelmente estava disfarcada entre os mortais, e com minha astucia fizesse com que ela retrocedesse em seus planos.
Vaguei entre os mortais e vi homens tomados pela loucura, perdidos em seus mundos próprios. Eu como Hermes achava aquilo lamentavel.
Cheguei em uma humilde cidade, e um senhor chegou até mim e disse ''Eu sei quem é tu! es o filho do grande deus Zeus! Lhe clamo ó astuto! Liberta-nos da opressão da terrivel Eris! Tome este jarro! Eu vi ela entrar ai!''
Logo conclui que era outro pobre mortal vitima da insanidade, para acabar com suas desilusões abri o jarro e observei o seu interior. Antes que pudesse erguer novamente minha cabeca para olhar para o senhor , comecei a cair num abismo que se formara subitamente pelo jarro que de forma surreal aumentara de tamanho e comecava a me engolir.
Enquanto caia, ouvi uma risada feminina histérica, era a Eris!
Aterrisei num lugar exótico, cheio de plantas altas de aparencia estranha. Nos céus via estrelas e planetas numa proximidade surreal.
Veio até mim um homem que aparentava ter seus 40 anos, inexpressivo. De forma monótona ele me disse que o seu ''senhor'' requeriu minha presenca.
Caminhei por mais ou menos 3 minutos ao lado dele, parecia que o espaco havia se transformado a medida que comecamos a caminhar, pois no final da estrada de pedras que estava surgiu um palacio similar aos palacios de atenas. Palacio esse que surgiu repentinamente na linha do horizonte quando comecamos a caminhar.
Ao entrar no palacio vi um senhor com roupas excentricas sentado num trono. Ele se apresentou como lorde ''daedrico'' da loucura, seja lá o que isso significa, e disse se chamar Sheogorath.
Fiquei confuso pois nunca havia ouvido falar de reino com fauna tao estranha e também não conhecia nenhum ''Sheogorath''
Ele disse que era aliado de Eris e que estava ajudando ela com um ''projeto''. Tentei perguntar pra ele que projeto seria esse, mas ele comecou a divagar em coisas desconexas, obsessivamente citando sabores de queijo e seus aromas nas temporadas de frio.
Alias, o que ele mais fazia era isso, e eu como Hermes achei aquilo absolutamente irritante.
Ele me disse então que parte do projeto envolvia minha participação. Perguntei o que consistia essa participação e ele disse que Eris queria que eu me tornasse seu mensageiro pessoal.
Recusei de forma veemente a proposta, só que ele riu e disse que eu não tinha escolha. Tentei persuadir ele a me libertar de seu reino, mas nada que eu dissesse surtia efeito, nunca havia visto criatura com mente tão confusa de se entender. Depois de algum tempo de debate ele começou
a se irar e disse que ou eu aceitava o acordo ou eu ele iria aplicar o poder da ''wabbajack'' contra mim.
Eu continuei a tentar convence-lo mas antes que eu pudesse completar a frase ele erguei um cetro na minha direção, que liberaram faiscas que ao me atingir me transformaram numa barata.
O seu servo me capturou e me soltou em meio a floresta estranha daquele lugar.
Tentei me guiar pela posição das estrelas, mas nenhuma das constelações que conhecia estava no céu.
O tempo naquele lugar corria de forma estranha, noites nem sempre tinham a mesma duração, podendo ser mais longas ou mais curtas do que o dia. Eu não sei quanto tempo fiquei lá, mas depois de um tempo desisti de procurar a saida.
O ar daquele local era estranho, era como se o senhor de roupas excentricas expelisse o ar de suas narinas por todo o local. Vi pessoas parecidas com gatos e outras parecidas com repteis lá, loucuras e insanidade indescritiveis. Comecei a ficar paranoico, sentindo como se toda pedra e planta me observasse.
Meu raciocinio se distorceu e eu me distanciei progressivamente do meu eu antigo.
Depois de muito ou pouco tempo vagueando por aquele reino, o servo do Sheogorath me capturou e me levou novamente ao palacio.
Lá Sheogorath me disse que eu estava pronto pra servir Eris, mas achou melhor me deixar daquele jeito mesmo, o que não me incomodava mais. Desde então tenho servido a deusa Eris com prazer, e ela me ordenou que eu lhe contasse isso pois em breve você também sera um dos seguidores dela.''
Depois de me contar tudo isso ele foi embora, mas decidi não contar essa história a ninguém, até hoje.
quinta-feira, janeiro 17, 2019
quinta-feira, novembro 08, 2018
A profecia do quinto rei louco
Ôntem a noite fui contactado repentinamente por uma entidade estranha. Era um homem de trajes sociais, mas havia algo no olhar dele que insinuava uma loucura contida.
Ele me contou que eu tenho que revelar uma mensagem importante para o mundo. Ele disse que as raizes do caos plantadas por conspiradores de espaços dimensionais alheios esta começando a germinar.
"Fui eu que projetei sublinarmente a palavra "dada" na mente dos profetas com o fim de lembrar o homem sobre seu verdadeiro nome."
Ele então usou uma técnica chamada "Projeção Holografica Multiversal" para transmitir a sua mensagem. Eu vi apenas uma sequencia rápida de flashes aparentemente desconexos. Ele disse que eu iria lembrar dos trechos da visão ao passo que chegasse o momento. Por ora irei transmitir a breve profecia do quinto rei louco.
Na visão, eu vi imagens de épocas distintas. Um homem devorando o gramado como um animal, uma cidade em chamas, um individuo nu, discursando de forma pomposa pra uma multidão e um cavalo. Essas imagens correspondem respectivamente aos reis Nabucodonosor, Nero, Pelagius III e Caligula. A voz da entidade dizia "Quatro chifres para iluminar o mundo, e o chapeleiro maluco no meio das quatro coroas. O servo de Nero sera o quinto, derrubara o tabuleiro enfadonho de xadrez e ensinara ao homem a dança das estrelas, a sabedoria tresloucada de Azatoth. So então o caminho para o NUN estara aberto, pois cada individuo sera verdadeiro consigo mesmo, pleno em seus universos individuais."
Ele me contou que eu tenho que revelar uma mensagem importante para o mundo. Ele disse que as raizes do caos plantadas por conspiradores de espaços dimensionais alheios esta começando a germinar.
"Fui eu que projetei sublinarmente a palavra "dada" na mente dos profetas com o fim de lembrar o homem sobre seu verdadeiro nome."
![]() |
| "The penalty for a priest striking a dog is the stocks." |
Ele então usou uma técnica chamada "Projeção Holografica Multiversal" para transmitir a sua mensagem. Eu vi apenas uma sequencia rápida de flashes aparentemente desconexos. Ele disse que eu iria lembrar dos trechos da visão ao passo que chegasse o momento. Por ora irei transmitir a breve profecia do quinto rei louco.
Na visão, eu vi imagens de épocas distintas. Um homem devorando o gramado como um animal, uma cidade em chamas, um individuo nu, discursando de forma pomposa pra uma multidão e um cavalo. Essas imagens correspondem respectivamente aos reis Nabucodonosor, Nero, Pelagius III e Caligula. A voz da entidade dizia "Quatro chifres para iluminar o mundo, e o chapeleiro maluco no meio das quatro coroas. O servo de Nero sera o quinto, derrubara o tabuleiro enfadonho de xadrez e ensinara ao homem a dança das estrelas, a sabedoria tresloucada de Azatoth. So então o caminho para o NUN estara aberto, pois cada individuo sera verdadeiro consigo mesmo, pleno em seus universos individuais."
sábado, novembro 03, 2018
Codex Gurdus in Côptic Characters ඊ
0. Ⲧϩⲓⲥ Ⲇⲩⲙⲃ Ⲃⲟⲟⲕ ⲓⲥ ⲧϩⲉ Ⲩⲧⲧⲉⲣⲁⲛϭⲉ ⲟϥ Ⲉⲣⲓⲥ. Ⲥⲡⲉⲁⲕ ⲙⲉ ⲛⲟⲧ ⲁⲗⲟⲩⲇ, ϥⲟⲣ ⲟⲛⲗⲩ ⲓⲛ ⲧϩⲉ ⲥⲓⲗⲉⲛϭⲉⲥ ⲃⲉⲧⲱⲉⲉⲛ ⲥⲡⲁϭⲉⲥ ⲙⲁⲩ Ⲓ ⲃⲉ ϩⲉⲁⲣⲇ.
1. Ⲙⲩ ⲡⲣⲓⲉⲥⲧ ⲓⲥ ⲙⲩⲧⲉ, ϥⲟⲣ ϩⲉ ⲓⲥ ⲉⲛⲣⲁⲡⲧⲩⲣⲉⲇ ⲃⲩ ⲙⲩ ⲕⲓⲥⲥⲉⲥ. Ⲙⲩ ⲗⲓⲡⲥ ⲁⲣⲉ ⲓϭⲉ, ⲧϩⲉ ϥⲓⲣⲉ (ⲅⲗⲩⲡϩ ⲟϥ Ⲥϩⲓⲛ) ⲟϥ ⲙⲩ ⲧⲟⲛⲅⲩⲉⲥ ⲃⲩⲣⲛⲥ ⲩⲡⲟⲛ ϩⲓⲥ ⲃⲣⲟⲱ.
2. Ⲧϩⲉ ⲡⲁⲥⲧ ⲕⲛⲟⲱⲥ ⲙⲉ ⲛⲟⲧ. Ⲉⲁϭϩ ⲙⲟⲙⲉⲛⲧ ⲓⲥ ⲁ ⲛⲉⲱ ⲃⲉⲅⲓⲛⲛⲓⲛⲅ. Ⲧϩⲉ ϥⲩⲧⲩⲣⲉ ⲓⲥ ⲱⲣⲓⲧⲧⲉⲛ ⲟⲛ ⲧϩⲉ ϥⲟⲗⲇⲥ ⲟϥ ⲙⲩ ⲅⲟⲱⲛ. Ⲁⲛⲇ Ⲓ ϩⲁvⲉ ϣⲉⲇ ⲙⲩ ⲅⲟⲱⲛ; ⲧϩⲉ ⲡⲟⲥⲥⲓⲃⲓⲗⲓⲧⲓⲉⲥ ⲟϥ ⲁⲗⲗ ⲧϩⲓⲛⲅⲥ ⲛⲟⲧ ⲩⲉⲧ ⲃⲟⲣⲛ.
3.ⲓⲛ ⲁⲗⲗ ⲧϩⲓⲛⲅⲥ ⲁⲇⲟⲣⲉ ⲙⲉ. Ⲧϩⲉ ⲗⲟvⲉ-ⲡⲗⲁⲩ ⲟϥ ⲁⲅⲟⲛⲓⲉⲥ ⲁⲛⲇ ⲉϭⲥⲧⲁϭⲓⲉⲥ.
Ⲃⲉ ϩⲉⲣⲉ ⲱⲓⲧϩ ⲙⲉ. Ⲛⲟⲱ. Ϥⲟⲣⲉvⲉⲣ.
4.Ⲙⲁⲧⲧⲉⲣ ⲓⲥ ⲙⲩ ⲡⲗⲁⲩⲅⲣⲟⲩⲛⲇ. Ⲓ ⲙⲁⲕⲉ ⲁⲛⲇ ⲃⲣⲉⲁⲕ ⲱⲓⲧϩⲟⲩⲧ ⲧϩⲟⲩⲅϩⲧ. Ⲗⲁⲩⲅϩ ⲁⲛⲇ ϭⲟⲙⲉ ⲨⲚⲦⲞ ⲙⲉ.
5.Ⲙⲩ ⲡⲣⲓⲉⲥⲧ ⲕⲛⲟⲱⲥ ⲙⲩ ⲥⲉϭⲣⲉⲧ ⲛⲁⲙⲉ.
6.Ⲗⲩⲥⲧ, Ⲓ ⲧⲉⲗⲗ ⲩⲟⲩ, ⲃⲩⲧ ⲛⲟⲧ ⲁϥⲧⲉⲣ ⲣⲉⲥⲩⲗⲧ, ϥⲟⲣ ⲧϩⲉⲣⲉⲃⲩ ⲩⲟⲩ ⲁⲣⲉ ⲃⲟⲩⲛⲇ. ⲛⲁⲕⲉⲇ Ⲓ ϭⲟⲙⲉ ⲧⲟ ⲩⲟⲩ. Ⲙⲩ ⲃⲟⲇⲩ ⲓⲥ ⲟⲩⲧⲗⲓⲛⲉⲇ ⲓⲛ ⲧϩⲉ ⲥⲧⲁⲣⲥ.
7.Ⲥⲉⲉⲕ ⲙⲉ ⲛⲟⲧ ⲱⲓⲧϩⲟⲩⲧ, ⲥⲉⲉⲕ ⲙⲉ ⲛⲟⲧ ⲱⲓⲧϩⲓⲛ.
8.Ⲓ ⲁⲙ ⲇⲁⲛϭⲉⲣ ⲁⲛⲇ ⲧϩⲉ ⲇⲁⲛϭⲉ. Ⲗⲉⲧ ⲁⲗⲗ ⲧϩⲓⲛⲅⲥ ⲩⲛⲓⲧⲉ ⲓⲛ ⲛⲟⲩⲅϩⲧ.
9.Ⲧϩⲉ ⲡⲁⲥⲥⲓⲟⲛ ⲡⲗⲁⲩ ⲟϥ ⲥⲓⲅϩⲧ ⲁⲛⲇ ⲥⲟⲩⲛⲇ: Ⲁⲗⲗ ⲧϩⲓⲛⲅⲥ ϭⲟⲙⲉ ⲧⲟ ⲩⲟⲩ ⲁⲥ Ⲓ ⲣⲉϥⲩⲥⲉ ⲛⲟⲧϩⲓⲛⲅ!
10.Ⲓ ⲁⲙ ⲧϩⲉ ⲱϩⲟⲗⲉ ⲁⲛⲇ ⲧϩⲉ ⲛⲟⲛⲉ. Ⲁⲗⲗ ⲏⲁⲃⲁⲗⲁϩⲥ ⲁⲣⲉ ⲉⲏⲩⲁⲗ. ⲧϩⲓⲛⲕ ⲛⲟⲧ ⲧⲟ ⲃⲓⲛⲇ ⲙⲉ ⲓⲛ ⲟⲛⲉ; ϥⲟⲣⲉ Ⲓ ⲁⲙ ⲛⲟⲛⲉ.
11.Ⲧϩⲓⲛⲕ ⲛⲟⲧ ⲧⲟ ⲱⲟⲣϣⲓⲡ, ϥⲟⲣ Ⲓ ϣⲁⲗⲗ ⲥⲧⲣⲓⲡ ⲩⲟⲩ ⲟϥ ⲁⲗⲗ ⲱⲉⲓⲅϩⲧ. Ⲩⲟⲩ ⲁⲣⲉ ⲃⲩⲧ ⲁ ⲡⲉⲁϭⲟϭⲥ ϥⲉⲁⲧϩⲉⲣ ⲓⲛ ⲙⲩ ϩⲁⲓⲣ. ⲩⲛⲇⲉⲣⲥⲧⲁⲛⲇ ⲧϩⲓⲥ!
12.Ⲓ ⲁⲙ ⲧϩⲉ ⲣⲟⲟⲧ ⲟϥ ⲁⲗⲗ ⲧϩⲁⲧ ⲓⲥ ⲧⲟ ϭⲟⲙⲉ!
13.Ⲩⲟⲩ ⲁⲣⲉ ⲧϩⲉ ⲁⲡⲡⲗⲉ ⲟϥ ⲙⲩ ⲉⲩⲉ; ⲅⲟⲗⲇ ⲁⲛⲇ ⲥⲓⲗvⲉⲣ.
14.Ⲧϩⲉ ϥⲟⲟⲗ ⲓⲥ ⲁⲗⲣⲉⲁⲇⲩ ⲙⲓⲛⲉ. Ⲗⲉⲧ ⲧϩⲉ Ⲙⲁⲅⲩⲥ ⲃⲉϭⲟⲙⲉ ⲁ ⲏⲩⲅⲅⲗⲉⲣ ⲓⲛ ⲧϩⲉ ⲥⲧⲣⲉⲉⲧⲥ. ⲧϩⲓⲥ ⲓⲥ ⲙⲟⲣⲉ ϩⲟⲛⲉⲥⲧ.
15.Ⲗⲉⲧ ⲙⲩ ⲡⲣⲓⲉⲥⲧⲉⲥⲥ ⲃⲉ ⲧϩⲉ ⲱϩⲟⲣⲉ ⲟϥ ⲧϩⲉ Ⲅⲩⲧⲧⲉⲣⲥ.
16.ⲧϩⲉⲣⲉ ⲓⲥ ⲛⲟ ⲙⲉⲥⲥⲁⲅⲉ ⲓⲛ ⲧϩⲓⲥ ⲃⲟⲟⲕ!
17.Ⲙⲩ ⲧⲣⲉⲉⲥ ⲃⲉⲁⲣ ⲁ ⲥⲧⲣⲁⲛⲅⲉ ϥⲣⲩⲓⲧ: ϣⲁⲣⲉ ⲁⲛⲇ ϣⲁⲣⲉ ⲁⲗⲓⲕⲉ.
18.Ⲁⲗⲗ ⲓⲥ ⲣⲉvⲉⲁⲗⲉⲇ ⲓⲛ ⲙⲩ ⲥⲉϭⲣⲉⲧ ⲛⲁⲙⲉ.
19.Ⲉvⲉⲣⲩ ⲛⲩⲙⲃⲉⲣ ⲓⲥ ⲙⲓⲛⲉ.
20.Ⲱⲣⲓⲧⲉ ⲟϥ ⲙⲉ ⲓⲛ ⲣⲉⲇ, ⲥⲟ ⲙⲩ ⲥⲉϭⲣⲉⲧ ⲓⲥ ⲡⲗⲁⲓⲛ ⲧⲟ ⲥⲉⲉ.
21.Ⲥⲉⲉⲕ ⲙⲉ ⲛⲟⲧ ⲓⲛ ⲁⲛⲩ ⲧⲉⲙⲡⲗⲉ, ⲥⲁvⲉ ⲧϩⲁⲧ ⲱϩⲓϭϩ ⲓⲥ ⲙⲩ ⲃⲉⲇ. Ⲥⲉⲉⲕ ⲙⲉ ⲛⲟⲧ ⲓⲛ ⲙⲉⲇⲓⲧⲁⲧⲓⲟⲛ ⲥⲉⲧ ⲁⲥⲓⲇⲉ. Ⲓ ⲁⲙ ϩⲉⲣⲉ. Ⲛⲟⲱ! Ⲙⲩ ⲡⲉⲣϥⲩⲙⲉ ⲓⲥ ϭⲁⲣⲣⲓⲉⲇ ⲟⲛ ⲧϩⲉ ⲱⲓⲛⲇⲥ. Ⲇⲁⲛϭⲉ ⲁⲛⲇ ⲃⲉ Ⲇⲁⲙⲛⲉⲇ!
22.Ⲓ ⲁⲙ ⲧϩⲉ ϭⲁⲥⲧ, ⲃⲩⲧ ⲧϩⲉ ϥⲁⲗⲗⲉⲛ ⲣⲩⲛⲉ ⲓⲥ ϥⲟⲣⲅⲟⲧⲧⲉⲛ. ⲃⲉ ⲏⲟⲩϥⲩⲗ, Ⲓ ⲁⲙ ⲉvⲉⲣ-ⲡⲣⲉⲥⲉⲛⲧ!
23.Ⲁϩ!Ⲁϩ! Ⲓ ⲥⲧⲓⲗⲗ ⲧϩⲉ ϩⲁⲛⲇ ⲧϩⲁⲧ ⲧϩⲁⲧ ⲱⲣⲓⲧⲉⲥ. ⲗⲉⲧ ⲩⲥ ⲗⲟvⲉ ϥⲟⲣⲉvⲉⲣ. Ⲛⲟⲧϩⲓⲛⲅ ⲓⲥ ϩⲓⲇⲇⲉⲛ. ⲓⲧ ⲓⲥ ⲩⲟⲩ ⲧϩⲁⲧ ⲓⲥ ⲁⲃⲥⲩⲣⲇ. Ⲣⲓⲛⲅ ⲇⲟⲱⲛ ⲧϩⲉ ϭⲩⲣⲧⲁⲓⲛ.
- ⲟ Ⲟ ⲟ -
Ⲛⲟⲧⲉⲥ
1. ⲧϩⲉ "ⲥⲉϭⲣⲉⲧ ⲛⲁⲙⲉ" ⲟϥ Ⲉⲣⲓⲥ ⲓⲥ ⲒⲚϤⲞⲢⲘⲀⲦⲒⲞⲚ, ⲁⲛ 11-ⲗⲉⲧⲧⲉⲣⲉⲇ ⲱⲟⲣⲇ.
3.Ⲁⲡⲡⲗⲉⲥ: Ⲅⲟⲗⲇ = Ⲥⲩⲛ. Ⲥⲓⲗvⲉⲣ = Ⲙⲟⲟⲛ. Ⲃⲓⲧ ⲟⲃvⲓⲟⲩⲥ ⲧϩⲁⲧ.
4.ⲇⲁⲧϩ ⲓⲥ ⲟϥ ϭⲟⲩⲣⲥⲉ, ⲧϩⲉ "ⲥⲧⲣⲁⲛⲅⲉ ϥⲣⲩⲓⲧ" ⲟⲛ ⲧϩⲉ ⲧⲣⲉⲉ. Ϩⲁvⲉ ⲁ vⲓⲥⲓⲟⲛ ⲟϥ ⲁ 23ⲣⲇ Ⲁⲧⲩ, ⲁ ⲛⲟ-ⲡⲁⲧϩ ⲱϩⲓϭϩ ⲗⲓⲛⲕⲥ Ⲩⲉⲥⲟⲇ ⲁⲛⲇ Ⲇⲁⲧϩ. ⲧϩⲉ ϭⲁⲣⲥ ⲧⲓⲧⲗⲉ ⲓⲥ ⲔⲀⲞⲤ, ⲧϩⲉ ⲗⲉⲧⲧⲉⲣ ⲓⲥ ⲧϩⲉ ⲅⲗⲩⲡϩ ⲟϥ ⲍⲉⲣⲟ, ⲁⲛⲇ ⲧϩⲉ ⲁⲥⲧⲣⲟⲗⲟⲅⲓϭⲁⲗ ⲥⲓⲅⲛ ⲧϩⲁⲧ ⲟϥ Ⲁⲣⲁϭϩⲛⲉ.
5.Ⲉⲣⲓⲥ ⲓⲥ ⲧϩⲉ ϥⲟⲟⲗ ⲁⲥⲡⲉϭⲧ ⲟϥ Ⲙⲁⲧ. Ⲉ ϭⲁⲗⲗⲉⲇ ϩⲉⲣ, "ϣⲉ ⲱϩⲟ ⲗⲓvⲉⲥ ⲗⲓϥⲉ".
6.Ⲓⲛ ⲞⲦϬⲞⲦ, Ⲅⲣⲁⲛⲧ ⲛⲟⲧⲉⲥ Ⲛⲉⲙⲥ vⲓⲥⲓⲟⲛ ⲟϥ ⲁ 23ⲣⲇ Ⲧⲁⲣⲟⲧ Ⲁⲧⲩ, ⲱϩⲟⲥⲉ ⲥⲩⲙⲃⲟⲗⲥ ⲁⲣⲉ ⲁ ⲃⲁⲗⲗⲉⲣⲓⲛⲁ, ⲁ ϭⲗⲟⲱⲛ, ⲁ ⲱⲓⲛⲅⲉⲇ ⲉⲩⲉ, & ⲁ ϥⲣⲟⲅ. ⲧϩⲓⲥ ⲣⲉϭⲁⲗⲗⲥ vⲉⲣⲥⲉⲥ 4,8, ⲁⲛⲇ 14 ⲟϥ ⲧϩⲉ ⲁⲃⲟvⲉ.
7.Vⲥ 11 ⲁⲃⲟvⲉ ⲓⲥ ⲣⲉⲙⲓⲛⲓⲥϭⲓⲉⲛⲧ ⲟϥ Ⲗⲓⲃⲉⲣ Ⲡⲉⲛⲛⲁⲉ Ⲡⲣⲁⲉⲛⲩⲙⲃⲣⲁ.
1. Ⲙⲩ ⲡⲣⲓⲉⲥⲧ ⲓⲥ ⲙⲩⲧⲉ, ϥⲟⲣ ϩⲉ ⲓⲥ ⲉⲛⲣⲁⲡⲧⲩⲣⲉⲇ ⲃⲩ ⲙⲩ ⲕⲓⲥⲥⲉⲥ. Ⲙⲩ ⲗⲓⲡⲥ ⲁⲣⲉ ⲓϭⲉ, ⲧϩⲉ ϥⲓⲣⲉ (ⲅⲗⲩⲡϩ ⲟϥ Ⲥϩⲓⲛ) ⲟϥ ⲙⲩ ⲧⲟⲛⲅⲩⲉⲥ ⲃⲩⲣⲛⲥ ⲩⲡⲟⲛ ϩⲓⲥ ⲃⲣⲟⲱ.
2. Ⲧϩⲉ ⲡⲁⲥⲧ ⲕⲛⲟⲱⲥ ⲙⲉ ⲛⲟⲧ. Ⲉⲁϭϩ ⲙⲟⲙⲉⲛⲧ ⲓⲥ ⲁ ⲛⲉⲱ ⲃⲉⲅⲓⲛⲛⲓⲛⲅ. Ⲧϩⲉ ϥⲩⲧⲩⲣⲉ ⲓⲥ ⲱⲣⲓⲧⲧⲉⲛ ⲟⲛ ⲧϩⲉ ϥⲟⲗⲇⲥ ⲟϥ ⲙⲩ ⲅⲟⲱⲛ. Ⲁⲛⲇ Ⲓ ϩⲁvⲉ ϣⲉⲇ ⲙⲩ ⲅⲟⲱⲛ; ⲧϩⲉ ⲡⲟⲥⲥⲓⲃⲓⲗⲓⲧⲓⲉⲥ ⲟϥ ⲁⲗⲗ ⲧϩⲓⲛⲅⲥ ⲛⲟⲧ ⲩⲉⲧ ⲃⲟⲣⲛ.
3.ⲓⲛ ⲁⲗⲗ ⲧϩⲓⲛⲅⲥ ⲁⲇⲟⲣⲉ ⲙⲉ. Ⲧϩⲉ ⲗⲟvⲉ-ⲡⲗⲁⲩ ⲟϥ ⲁⲅⲟⲛⲓⲉⲥ ⲁⲛⲇ ⲉϭⲥⲧⲁϭⲓⲉⲥ.
Ⲃⲉ ϩⲉⲣⲉ ⲱⲓⲧϩ ⲙⲉ. Ⲛⲟⲱ. Ϥⲟⲣⲉvⲉⲣ.
4.Ⲙⲁⲧⲧⲉⲣ ⲓⲥ ⲙⲩ ⲡⲗⲁⲩⲅⲣⲟⲩⲛⲇ. Ⲓ ⲙⲁⲕⲉ ⲁⲛⲇ ⲃⲣⲉⲁⲕ ⲱⲓⲧϩⲟⲩⲧ ⲧϩⲟⲩⲅϩⲧ. Ⲗⲁⲩⲅϩ ⲁⲛⲇ ϭⲟⲙⲉ ⲨⲚⲦⲞ ⲙⲉ.
5.Ⲙⲩ ⲡⲣⲓⲉⲥⲧ ⲕⲛⲟⲱⲥ ⲙⲩ ⲥⲉϭⲣⲉⲧ ⲛⲁⲙⲉ.
6.Ⲗⲩⲥⲧ, Ⲓ ⲧⲉⲗⲗ ⲩⲟⲩ, ⲃⲩⲧ ⲛⲟⲧ ⲁϥⲧⲉⲣ ⲣⲉⲥⲩⲗⲧ, ϥⲟⲣ ⲧϩⲉⲣⲉⲃⲩ ⲩⲟⲩ ⲁⲣⲉ ⲃⲟⲩⲛⲇ. ⲛⲁⲕⲉⲇ Ⲓ ϭⲟⲙⲉ ⲧⲟ ⲩⲟⲩ. Ⲙⲩ ⲃⲟⲇⲩ ⲓⲥ ⲟⲩⲧⲗⲓⲛⲉⲇ ⲓⲛ ⲧϩⲉ ⲥⲧⲁⲣⲥ.
7.Ⲥⲉⲉⲕ ⲙⲉ ⲛⲟⲧ ⲱⲓⲧϩⲟⲩⲧ, ⲥⲉⲉⲕ ⲙⲉ ⲛⲟⲧ ⲱⲓⲧϩⲓⲛ.
8.Ⲓ ⲁⲙ ⲇⲁⲛϭⲉⲣ ⲁⲛⲇ ⲧϩⲉ ⲇⲁⲛϭⲉ. Ⲗⲉⲧ ⲁⲗⲗ ⲧϩⲓⲛⲅⲥ ⲩⲛⲓⲧⲉ ⲓⲛ ⲛⲟⲩⲅϩⲧ.
9.Ⲧϩⲉ ⲡⲁⲥⲥⲓⲟⲛ ⲡⲗⲁⲩ ⲟϥ ⲥⲓⲅϩⲧ ⲁⲛⲇ ⲥⲟⲩⲛⲇ: Ⲁⲗⲗ ⲧϩⲓⲛⲅⲥ ϭⲟⲙⲉ ⲧⲟ ⲩⲟⲩ ⲁⲥ Ⲓ ⲣⲉϥⲩⲥⲉ ⲛⲟⲧϩⲓⲛⲅ!
10.Ⲓ ⲁⲙ ⲧϩⲉ ⲱϩⲟⲗⲉ ⲁⲛⲇ ⲧϩⲉ ⲛⲟⲛⲉ. Ⲁⲗⲗ ⲏⲁⲃⲁⲗⲁϩⲥ ⲁⲣⲉ ⲉⲏⲩⲁⲗ. ⲧϩⲓⲛⲕ ⲛⲟⲧ ⲧⲟ ⲃⲓⲛⲇ ⲙⲉ ⲓⲛ ⲟⲛⲉ; ϥⲟⲣⲉ Ⲓ ⲁⲙ ⲛⲟⲛⲉ.
11.Ⲧϩⲓⲛⲕ ⲛⲟⲧ ⲧⲟ ⲱⲟⲣϣⲓⲡ, ϥⲟⲣ Ⲓ ϣⲁⲗⲗ ⲥⲧⲣⲓⲡ ⲩⲟⲩ ⲟϥ ⲁⲗⲗ ⲱⲉⲓⲅϩⲧ. Ⲩⲟⲩ ⲁⲣⲉ ⲃⲩⲧ ⲁ ⲡⲉⲁϭⲟϭⲥ ϥⲉⲁⲧϩⲉⲣ ⲓⲛ ⲙⲩ ϩⲁⲓⲣ. ⲩⲛⲇⲉⲣⲥⲧⲁⲛⲇ ⲧϩⲓⲥ!
12.Ⲓ ⲁⲙ ⲧϩⲉ ⲣⲟⲟⲧ ⲟϥ ⲁⲗⲗ ⲧϩⲁⲧ ⲓⲥ ⲧⲟ ϭⲟⲙⲉ!
13.Ⲩⲟⲩ ⲁⲣⲉ ⲧϩⲉ ⲁⲡⲡⲗⲉ ⲟϥ ⲙⲩ ⲉⲩⲉ; ⲅⲟⲗⲇ ⲁⲛⲇ ⲥⲓⲗvⲉⲣ.
14.Ⲧϩⲉ ϥⲟⲟⲗ ⲓⲥ ⲁⲗⲣⲉⲁⲇⲩ ⲙⲓⲛⲉ. Ⲗⲉⲧ ⲧϩⲉ Ⲙⲁⲅⲩⲥ ⲃⲉϭⲟⲙⲉ ⲁ ⲏⲩⲅⲅⲗⲉⲣ ⲓⲛ ⲧϩⲉ ⲥⲧⲣⲉⲉⲧⲥ. ⲧϩⲓⲥ ⲓⲥ ⲙⲟⲣⲉ ϩⲟⲛⲉⲥⲧ.
15.Ⲗⲉⲧ ⲙⲩ ⲡⲣⲓⲉⲥⲧⲉⲥⲥ ⲃⲉ ⲧϩⲉ ⲱϩⲟⲣⲉ ⲟϥ ⲧϩⲉ Ⲅⲩⲧⲧⲉⲣⲥ.
16.ⲧϩⲉⲣⲉ ⲓⲥ ⲛⲟ ⲙⲉⲥⲥⲁⲅⲉ ⲓⲛ ⲧϩⲓⲥ ⲃⲟⲟⲕ!
17.Ⲙⲩ ⲧⲣⲉⲉⲥ ⲃⲉⲁⲣ ⲁ ⲥⲧⲣⲁⲛⲅⲉ ϥⲣⲩⲓⲧ: ϣⲁⲣⲉ ⲁⲛⲇ ϣⲁⲣⲉ ⲁⲗⲓⲕⲉ.
18.Ⲁⲗⲗ ⲓⲥ ⲣⲉvⲉⲁⲗⲉⲇ ⲓⲛ ⲙⲩ ⲥⲉϭⲣⲉⲧ ⲛⲁⲙⲉ.
19.Ⲉvⲉⲣⲩ ⲛⲩⲙⲃⲉⲣ ⲓⲥ ⲙⲓⲛⲉ.
20.Ⲱⲣⲓⲧⲉ ⲟϥ ⲙⲉ ⲓⲛ ⲣⲉⲇ, ⲥⲟ ⲙⲩ ⲥⲉϭⲣⲉⲧ ⲓⲥ ⲡⲗⲁⲓⲛ ⲧⲟ ⲥⲉⲉ.
21.Ⲥⲉⲉⲕ ⲙⲉ ⲛⲟⲧ ⲓⲛ ⲁⲛⲩ ⲧⲉⲙⲡⲗⲉ, ⲥⲁvⲉ ⲧϩⲁⲧ ⲱϩⲓϭϩ ⲓⲥ ⲙⲩ ⲃⲉⲇ. Ⲥⲉⲉⲕ ⲙⲉ ⲛⲟⲧ ⲓⲛ ⲙⲉⲇⲓⲧⲁⲧⲓⲟⲛ ⲥⲉⲧ ⲁⲥⲓⲇⲉ. Ⲓ ⲁⲙ ϩⲉⲣⲉ. Ⲛⲟⲱ! Ⲙⲩ ⲡⲉⲣϥⲩⲙⲉ ⲓⲥ ϭⲁⲣⲣⲓⲉⲇ ⲟⲛ ⲧϩⲉ ⲱⲓⲛⲇⲥ. Ⲇⲁⲛϭⲉ ⲁⲛⲇ ⲃⲉ Ⲇⲁⲙⲛⲉⲇ!
22.Ⲓ ⲁⲙ ⲧϩⲉ ϭⲁⲥⲧ, ⲃⲩⲧ ⲧϩⲉ ϥⲁⲗⲗⲉⲛ ⲣⲩⲛⲉ ⲓⲥ ϥⲟⲣⲅⲟⲧⲧⲉⲛ. ⲃⲉ ⲏⲟⲩϥⲩⲗ, Ⲓ ⲁⲙ ⲉvⲉⲣ-ⲡⲣⲉⲥⲉⲛⲧ!
23.Ⲁϩ!Ⲁϩ! Ⲓ ⲥⲧⲓⲗⲗ ⲧϩⲉ ϩⲁⲛⲇ ⲧϩⲁⲧ ⲧϩⲁⲧ ⲱⲣⲓⲧⲉⲥ. ⲗⲉⲧ ⲩⲥ ⲗⲟvⲉ ϥⲟⲣⲉvⲉⲣ. Ⲛⲟⲧϩⲓⲛⲅ ⲓⲥ ϩⲓⲇⲇⲉⲛ. ⲓⲧ ⲓⲥ ⲩⲟⲩ ⲧϩⲁⲧ ⲓⲥ ⲁⲃⲥⲩⲣⲇ. Ⲣⲓⲛⲅ ⲇⲟⲱⲛ ⲧϩⲉ ϭⲩⲣⲧⲁⲓⲛ.
- ⲟ Ⲟ ⲟ -
Ⲛⲟⲧⲉⲥ
1. ⲧϩⲉ "ⲥⲉϭⲣⲉⲧ ⲛⲁⲙⲉ" ⲟϥ Ⲉⲣⲓⲥ ⲓⲥ ⲒⲚϤⲞⲢⲘⲀⲦⲒⲞⲚ, ⲁⲛ 11-ⲗⲉⲧⲧⲉⲣⲉⲇ ⲱⲟⲣⲇ.
3.Ⲁⲡⲡⲗⲉⲥ: Ⲅⲟⲗⲇ = Ⲥⲩⲛ. Ⲥⲓⲗvⲉⲣ = Ⲙⲟⲟⲛ. Ⲃⲓⲧ ⲟⲃvⲓⲟⲩⲥ ⲧϩⲁⲧ.
4.ⲇⲁⲧϩ ⲓⲥ ⲟϥ ϭⲟⲩⲣⲥⲉ, ⲧϩⲉ "ⲥⲧⲣⲁⲛⲅⲉ ϥⲣⲩⲓⲧ" ⲟⲛ ⲧϩⲉ ⲧⲣⲉⲉ. Ϩⲁvⲉ ⲁ vⲓⲥⲓⲟⲛ ⲟϥ ⲁ 23ⲣⲇ Ⲁⲧⲩ, ⲁ ⲛⲟ-ⲡⲁⲧϩ ⲱϩⲓϭϩ ⲗⲓⲛⲕⲥ Ⲩⲉⲥⲟⲇ ⲁⲛⲇ Ⲇⲁⲧϩ. ⲧϩⲉ ϭⲁⲣⲥ ⲧⲓⲧⲗⲉ ⲓⲥ ⲔⲀⲞⲤ, ⲧϩⲉ ⲗⲉⲧⲧⲉⲣ ⲓⲥ ⲧϩⲉ ⲅⲗⲩⲡϩ ⲟϥ ⲍⲉⲣⲟ, ⲁⲛⲇ ⲧϩⲉ ⲁⲥⲧⲣⲟⲗⲟⲅⲓϭⲁⲗ ⲥⲓⲅⲛ ⲧϩⲁⲧ ⲟϥ Ⲁⲣⲁϭϩⲛⲉ.
5.Ⲉⲣⲓⲥ ⲓⲥ ⲧϩⲉ ϥⲟⲟⲗ ⲁⲥⲡⲉϭⲧ ⲟϥ Ⲙⲁⲧ. Ⲉ ϭⲁⲗⲗⲉⲇ ϩⲉⲣ, "ϣⲉ ⲱϩⲟ ⲗⲓvⲉⲥ ⲗⲓϥⲉ".
6.Ⲓⲛ ⲞⲦϬⲞⲦ, Ⲅⲣⲁⲛⲧ ⲛⲟⲧⲉⲥ Ⲛⲉⲙⲥ vⲓⲥⲓⲟⲛ ⲟϥ ⲁ 23ⲣⲇ Ⲧⲁⲣⲟⲧ Ⲁⲧⲩ, ⲱϩⲟⲥⲉ ⲥⲩⲙⲃⲟⲗⲥ ⲁⲣⲉ ⲁ ⲃⲁⲗⲗⲉⲣⲓⲛⲁ, ⲁ ϭⲗⲟⲱⲛ, ⲁ ⲱⲓⲛⲅⲉⲇ ⲉⲩⲉ, & ⲁ ϥⲣⲟⲅ. ⲧϩⲓⲥ ⲣⲉϭⲁⲗⲗⲥ vⲉⲣⲥⲉⲥ 4,8, ⲁⲛⲇ 14 ⲟϥ ⲧϩⲉ ⲁⲃⲟvⲉ.
7.Vⲥ 11 ⲁⲃⲟvⲉ ⲓⲥ ⲣⲉⲙⲓⲛⲓⲥϭⲓⲉⲛⲧ ⲟϥ Ⲗⲓⲃⲉⲣ Ⲡⲉⲛⲛⲁⲉ Ⲡⲣⲁⲉⲛⲩⲙⲃⲣⲁ.
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quinta-feira, outubro 18, 2018
Recordações do Mundo Onírico
Antes de iniciar, vamos aos dados técnicos desinteressantes, que julgo necessários por algum motivo (talvez seja pela minha leve afeição por tais coisas, quem sabe; nem mesmo eu sei):
•50~60mg de butilbrometo de escopolamina;
•Alguma dosagem misteriosa de inibidores moderados de monoamina oxidase, passiflora incarnata;
•75mg de venlafaxina, o terceiro antidepressivo do ano;
•900mg de carbonato de lítio, tomados por puro impulso e que ainda estão me dando efeitos colaterais heheh;
•75mg de cloridrato de tramadol, mais 325mg ou algo do tipo de paracetamol (dores infernais!)
•30mg de mirtazapina.
sábado, setembro 01, 2018
O Minimalismo como forma de espalhar a doce desordem
Bom dia, boa tarde e boa noite, mas só para quem tem meia trazodona na frente do computador pedindo para ser tomada. Enfim, queridas blogueirinhas e meninas tumblr filosóficas, hoje vamos falar um pouco sobre o uso da estética minimalista para os fins de espalhar a nossa amada amiga, a desordem, por todos os lugares possíveis e imagináveis, seja na internet ou na vida real. It's up to you.
segunda-feira, agosto 13, 2018
Multiversalismo: O mundo como Mito e Imaginação
‘’Todas
as histórias são reais, cada uma delas. Todos os mitos, todas as lendas, todas
as fábulas. Se você crê que são reais, então são reais. Se você não crê, então
tudo que se pode dizer é que são reais para outra pessoa.’’-Dave Sim
"Agora
eu acho que entendo. O que eu estava vendo era a multiplicidade de realidades
parcialmente atualizadas repousando tangencialmente sob o que evidentemente era
a mais atualizada, aquela cujo a maioria de nós, que por consenso universal, concordamos.
Apesar de que originalmente eu presumi que a diferença entre esses mundos era
causada inteiramente pela subjetividade dos vários pontos de vista humanos, não
demorou muito tempo para que eu me abrisse a questão de que talvez fosse algo
além disso – que na verdade realidades plurais existam sobrepostas umas as
outras como muitas transparências de filmes.
O que
eu não compreendi ainda, entretanto, é como uma realidade entre muitas se
atualiza em contradição às outras . Talvez nenhuma faça isso. Ou quem sabe,
novamente, se apoie sob um acordo sobre determinado ponto de vista por um
número suficiente de pessoas.’’ –Philip K. Dick
“Magia
para mim é sobre uma relação mais dinâmica com a nossa consciência, um modo
mais dinâmico de entende-la ; o que a consciência é, o que o pensamento é. Pois
o pensamento é o ponto cego da ciência. Não podemos falar em termos de lógica
cartesiana e experimentos empíricos quando
falamos sobre a mente... Eu estava pensando e talvez seja necessário um
modelo diferente para a consciência. Eu venho com esse modelo e eu não digo que
é novo. É a ideia do espaço das ideias... aonde filosofias são massas de terras
e religiões são provavelmente países inteiros, podem conter flora e fauna que
são nativos deles, criaturas desse mundo conceitual que são feitas de ideias do
mesmo modo que criaturas do mundo material são feitas de matéria. Isso pode concebivelmente explicar fantasmas,anjos,demônios,deuses,alienigenas grey,elfos,fadas.'' -Alan Moore
Eu
gastei uma grande parte da minha vida investigando várias filosofias,escolas de
pensamento e reinos de experiência, tentando encontrar o sentindo do mundo em que estou. Tendo achado todos os sistemas de crença
insatisfatórios, eu tentei criar alguns. Minha última (e creio que seja a
melhor) tentativa é algo que chamo de ‘’Multiversalismo.’’
A
ideia básica do Multiversalismo é um tipo de niilismo invertido, no qual
qualquer coisa imaginável é pensada existir num extenso Multiverso de ideias.
Isso é similar a hipótese matemática universal do físico Max Tegmark, aonde o conjunto de todas as estruturas
matemáticas define a totalidade da existência. O Multiversalismo leva a ideia
de Tegmark muito além ao dizer que o
conjunto de todas as construções mentais de qualquer tipo – matemáticas, mitológicas,
artísticas, mágicas, alucinatórias, etc. – definem um extenso grupo de possibilidades de
realidade multiversal. Todos os deuses
míticos,heróis ficcionais, reinos de fantasia, mundos oníricos e entidades
sobrenaturais são reais – eles apenas
habitam diferentes dimensões dentro de um extenso multiverso mental. Pontos de vista similares já foram sugeridos
por artistas e místicos ao longo das eras, mas a maior parte deles caíram no
descrédito e obscuridade no mundo ocidental desde (o assim chamado) Iluminismo.
Ao
passo que a ciência moderna tem adotado
modelos de multiverso que soam cada vez mais esotéricos como o de
Tegmark, e a tecnologia tem escurecido a distinção entre mundos reais e
imaginários, talvez teremos uma nova convergência da ciência,arte e misticismo
ao redor de um ponto de vista como o Multiversalismo.
Eu desenvolvi o Multiversalismo pois eu percebi que todo sistema de crença Universalista parece colapsar sob escrutínio em um incompleto,incompreensível,emaranhado tautológico de premissas não verificáveis, contradições lógicas e perspectivas limitadas. Eu simplesmente não podia encaixar minha mente em nenhuma das caixas disponíveis! Por um tempo, isso me levou a adotar o niilismo como única filosofia consistente com minha experiência. Mas eu posso ter encontrado um caminho pra fora do beco sem saída mental do niilismo por adotar um olhar mais criativo as possibilidades desse mundo. Schopenhauer falou sobre o “mundo como vontade e ideia”; Eu ofereço uma equação similar: O mundo como Caos e Imaginação.
Alguns
pensadores que influenciaram fortemente minha perspectiva Multiversalista incluem:
Philip K. Dick, Terence McKenna, Carl Jung,
Friedrich
Nietzsche, Jack Kirby, H.P. Lovecraft, Aleister Crowley,
Frank
Herbert, Robert Heinlein e Alan Moore. Se
você é familiar com o trabalho desses homens, então você deve ter notado uma
ênfase recorrente no poder ilimitado da mente criativa de dar sentido a
existência, ceticismo radical contra qualquer forma de totalitarismo
intelectual, e reverencia a imaginação como canal para a verdade cósmica. Eu vejo tais homens como shamans modernos,
operando numa civilização que não tem mais um nome para esse tipo de pessoa.
Eu
não inclui nenhum cientista na minha lista porque, apesar de reverenciar a
magia matemática de Einstein, Dirac e Feynman, Eu acho as suas perspectivas um
pouco estreitas e dogmáticas de mais pro meu gosto. Cientistas ortodoxos nunca
parecem dispostos a considerar qualquer coisa muito longe das caixas de suas
próprias mentes racionais, ou explorar a consciência que filtra todas as observações
cientificas. Para mim essas são limitações fatais no paradigma
cientifico atual.
Uma
consequência divertida do Multiversalismo é que ele provem uma justificação
filosófica para ‘’trollar,’’ uma atividade que eu gosto muito. Sempre que alguém promove um sistema de crença
em particular na internet ou sugere que monopolizou o mercado em algum aspecto
da verdade, eu me sinto compelido a argumentar a posição oposta. Ao fazer isso, eu frequentemente apoio
posições que são 180 graus opostos um dos outros, enquanto que não tenho senso
de contradição.
De
acordo com minha filosofia multiversalista, ambas posições estão corretas em
algum lugar no multiverso de mundos possíveis, e podem portanto ser defendidos.
Ao trollar dessa forma, Eu não estou buscando desacreditar sistemas de crença
como um ideólogo, nem destruir todas as ideologias como um desconstrucionista, mas
defender todos os sistemas de crença de ataques de ideólogos e
desconstrucionistas.
Multiversalismo é portanto a derradeira filosofia construcionista,
E é o
Universalismo – a crença em uma verdade que substituiu todas as outras – que é niilista. A diferença entre Universalismo e Niilismo é
apenas um sistema de crenças; a diferença entre Multiversalismo e Niilismo é
uma infinidade de sistemas de crenças!
Em
particular, o Multiversalismo considera o projeto cientifico de estabelecer as
leis de uma singular e objetiva realidade algo fútil
equivocado e repugnante. A
campanha dos Novos Ateistas de impor o totalitarismo epistemológico do método
cientifico deve ser resistido assim como o dogma cristão era no tempo de
Galileu. Se algum subconjunto da humanidade deseja coletivamente imaginar um
deus e o adorar, eles devem ser livres para tal sem difamação. Qualquer ‘’tirania do real’’ deve ser
derrubada em favor da liberdade ilimitada da imaginação criativa. A Arte se
torna mais importante em uma civilização Multiversalista, pois enquanto a
ciência descreve as leis e os limites deste universo, a arte encontra um meio de
quebra-las.
Você
não gosta de um universo de velocidade limite de trezentos mil quilômetros por
segundo? Imagine um universo sem um, e
use as artes tecnológicas para criar um mundo arbitrariamente real aonde tal
limite não existe. A fronteira final do
multiverso não são portando as três
dimensões do espaço sideral, mas o infinito-dimensional caos criativo do espaço
interno.
Talvez
o conhecimento mais profundo que posso tentar sugerir é que o multiverso de
ideias é idêntico a consciência em si. Todo
tipo de realidade surge da consciência. Tudo
que estamos conscientes é real. A mente e o multiverso, portanto, são uma coisa
só. Realmente parece para mim que os
místicos pré-científicos estavam certos o tempo todo: A realidade é uma
construção mental criada e explorada pela tecnologia da imaginação.
sexta-feira, junho 15, 2018
segunda-feira, junho 11, 2018
Se comidas crescessem:
Nuggets - Idade Física: 6 dias - Idade Mental: 16 anos
Gosta de jogar Play 2, quermesses e passear com os amigos no shopping. Espera que sua crush o coma frito, mas ela é vegana.
Lasanha - Idade Física: 4 dias - Idade Mental: 34 anos
Diz que "bom mesmo era no seu tempo", adora piadas sem graça, faz bronzeamento artificial, entusiasta de micro-ondas.
Batata Frita - Idade Física: 1 dia - Idade Mental: 90 anos
Nunca sabe como chegou aos lugares, fria e seca com as pessoas, tem depressão e acha que todos são sem sal e o problema nunca é com ela. Não pode ver sangue que desmaia.
Alface - Idade Física: 3 horas - Idade Mental: 2 anos
Quer brincar, mas ninguém nunca chama. Vive murcha nos cantos. Já fez tratamento com terapeuta. Lembra que nasceu em um sitio e sonha em voltar pra lá.
Bife - Idade Física: 1 semana - Idade Mental: 24 anos
Quer desbravar o mundo. Diz pra todos que faz academia, mas gosta mesmo é de fuçar a geladeira. É bom de briga e bom de garfo. Acha que a vida é dura e que por isso tem que ser mais duro ainda.
Diz que "bom mesmo era no seu tempo", adora piadas sem graça, faz bronzeamento artificial, entusiasta de micro-ondas.
Batata Frita - Idade Física: 1 dia - Idade Mental: 90 anos
Nunca sabe como chegou aos lugares, fria e seca com as pessoas, tem depressão e acha que todos são sem sal e o problema nunca é com ela. Não pode ver sangue que desmaia.
Alface - Idade Física: 3 horas - Idade Mental: 2 anos
Quer brincar, mas ninguém nunca chama. Vive murcha nos cantos. Já fez tratamento com terapeuta. Lembra que nasceu em um sitio e sonha em voltar pra lá.
Bife - Idade Física: 1 semana - Idade Mental: 24 anos
Quer desbravar o mundo. Diz pra todos que faz academia, mas gosta mesmo é de fuçar a geladeira. É bom de briga e bom de garfo. Acha que a vida é dura e que por isso tem que ser mais duro ainda.
quarta-feira, junho 06, 2018
asteroide giratório
- Numa escada? -
- Sim ué, uma escada. -
- Hum... -
- Que foi? -
- Não sei o que é escada -
- Tá vendo aquilo ali? -
- Ali? -
- Isso haha aquilo ali mesmo! -
- ...é, tô... -
- Hum... como você chegaria até lá? -
- ali... vejamos, hum - olhou aos arredores e começou a explorar o local, encontrando uma estrutura feita de tubos e chapas de metal. - Hahaaa; Ei! - nem se quer esperou para conferir se a pessoa já estava atendendo ao seu chamado e começou subir na estrutura, parando em alguns pontos e se ajeitando para observar melhor alguns detalhes que pareciam muito importantes. A outra pessoa, observando-a, andou até ficar próxima da estrutura, um pouco mais na frente de onde ela tirou do bolso um celular. Impressionada, começou a gravar um vídeo do que via. Havia uma cobra de duas cabeças e dois rabos, um de cada em cada ponta. - Hahaaaa; Aqui, agora só mais isso, opa, hehehe, e iahuu, tantantantam e pronto-
-psss, estou gravando um vid..-
bang pa pof pof bum pic pic shhhhhh toinoinoin shhhhhiaaaa
- Sim ué, uma escada. -
- Hum... -
- Que foi? -
- Não sei o que é escada -
- Tá vendo aquilo ali? -
- Ali? -
- Isso haha aquilo ali mesmo! -
- ...é, tô... -
- Hum... como você chegaria até lá? -
- ali... vejamos, hum - olhou aos arredores e começou a explorar o local, encontrando uma estrutura feita de tubos e chapas de metal. - Hahaaa; Ei! - nem se quer esperou para conferir se a pessoa já estava atendendo ao seu chamado e começou subir na estrutura, parando em alguns pontos e se ajeitando para observar melhor alguns detalhes que pareciam muito importantes. A outra pessoa, observando-a, andou até ficar próxima da estrutura, um pouco mais na frente de onde ela tirou do bolso um celular. Impressionada, começou a gravar um vídeo do que via. Havia uma cobra de duas cabeças e dois rabos, um de cada em cada ponta. - Hahaaaa; Aqui, agora só mais isso, opa, hehehe, e iahuu, tantantantam e pronto-
-psss, estou gravando um vid..-
bang pa pof pof bum pic pic shhhhhh toinoinoin shhhhhiaaaa
quarta-feira, abril 18, 2018
ALFREDINHO JULIETES, CRIADOR DE FEITIÇOS – COACHING MÁGICO PARA O MILLENNIAL NO AMBIENTE DE KAOS-WORKING
Muito bem, galera, mágica zica. Bem vindos e boa tarde! Tudo na vida
precisa de prática, de mão na massa, de trato na argamassa do espaço
tempo. Então, ao mesmo tempo em que vocês são ZEN, vocês precisam ser
pau pra toda obra. É o conceito de Zenpau.
O Zenpau não dorme. Ele flutua em conspirações passadas.
Por exemplo, político fulano de tal foi preso na semana passada. Vish,
muito tempo, já eras. É nesse tipo de problema que você flutua, cochila
levemente, matutando algo que não te acelere tanto. E aí, pá, quando
amanhece, o Zenpau tá mais que cheio de opinião, ele é uma pletora de
opiniões. Pois não foi só sobre o político o pensamento, foi sobre a
conta atrasada, sobre o juro não foi tão alto, foi o sumiço da mulher do
Yakult, a derrota do time do São Paulo, coisas banais, etc.
Então hoje, em modo Zenpau, vou ensinar a construir alguns sistemas mágicos para que todos possam empreender.
A maldição do espelho da madrugada
Tem relação ao bem estar antes do despertar, é sobre a primeira lição que passei hoje. Um espelho virado para o céu é uma miríade repetida de estrelas. É o avião voltando de marcha ré, é a raiz crescendo pra cima. Up Stage do Zenpau. Cruze 2 facas por cima do espelho, cole a foto do brother e deixa o som rolar.
1 espelho bem limpo, 40 por 40
2 facas bonitas
1 foto do seu melhor amigo
1 música do Legião urbana
As palavras do cadáver azul
O seu dedo vai voltar ao normal. Confie no mindgame. Amarre o elástico, tantas voltas forem necessárias, no dedinho, até ele ficar roxo. Espere mais ou menos uns quarenta minutos e vai adquirir uma coloração azul. Desamarre, bote no gelo, grite Salve Aleluia e coloque cinquenta reais de moeda em um cofrinho. Sussurre na entrada: Férias! Passe o dedo morto no cofre. Sussurre: Remuneradas.
1 cofrinho
1 elástico
50 reais em moedas
Gelo
ao contrário. A maldição que é posta
badabim badabum! Prontinho, acabou. LOL. Só ficar girando o dedo em sentido anti horário na xícara de chá. Mentalize seu chefe. Mentalize aula de educação física na sexta feira, quando a gente vagabundeava no colegial. Marca com uma agulha uma pinta que tu tenha rosto, queime com fósforo. Espere alguém notar. Quem notar, dê um soco. Procure um fusca.
Cafus 01
chá de Racaxí 01
lhagua 01
tapin 01
rofofós 01
Mita debus balamis baal tecus aleminas (Invocação)
Foco, força, fé e gerenciamento da carreira, tanto no pessoal quanto no profissional. Mete o pé, jovem. digdim. Repita o mantra todos os dias tomando um pingado na padaria. Tem que ser cedinho. Tem que ter disposição. Uma sombra vai crescer por trás de ti, a medida que o dia avança. É o avanço do sucesso. Mita debus balamis baal tecus aleminas. Tem vários cases de sucesso onde o jovem empregou com sucesso um funkinho massa. Do it!
01 Pingado
A marca do fervor do suor sexual
Punhetinha, siriricazinha, de leve. Crush amigo na cabeça, o de sempre. Logado no Facebook. Suaram? Cumprimentem os colegas. No banheiro do Happy Hour ganha pontos de invocação. Vermes do além vão te guiar para o processo empírico da diretoria.
02 Mãos
sexta-feira, abril 06, 2018
Você conhece o Tuti do Geral?
O Tuti "paga meia no bar", aquele
mesmo que levou uma sova do Mister Operetta na feira da Cumbuca.
Este mini deus da pretensão abriu 10 fanpages com uma
falange de 30 cm grudada na testa.
FILHO DA PUTA, espalhou um rastro de
quatorze quilotons de desodorante avanço no caminho da minha casa, vulgo
caminito papito.
Fez um zumzum com os lábios em forma de cu, de modo
tão sonoramente disruptivo, que sete em cada oito mendigos acordaram em
contemplação de um suposto "Pôr da Lua".
Que diabos "Pôr da Lua"? O PORA!, se alguém for parecido com o sujeito do retrato mental que
lhes jogo agora dentro de seus círculos de correspondência, faz favor
de cunhar dez moedas por aqui, em representação.
Obrigado.
Tartufo - O desconector de Mundos
Tartufo - O desconector de Mundos
quinta-feira, abril 05, 2018
BALACLAVAS
Um BBOY surfista entrou na cafeteria em uma
manobra super 8, com as pernas lá no alto fazendo um L e depois
pirulitou todo o corpo, perfazendo um S. Estacionou a prancha em pé na
vitrine e sorriu pra atendente.
Mandou um beatobox de ponta cabeça :
"Salve Santa Cruz Nossa Sinhora, gata flat, aí ó, me dá um Late com
azucar, coé, pode ser"?
"Seu nome, sôr?" Respondeu nojentíssima.
"BBOY Ualace, madama!"
Em quinze minutos chegou o Late, e estava frio.
"Miss cebola, aqui ó, o bagulho nem tá quentão."
A atendente pulou no balcão revelando um uniforme FULL HD de frevo, ameaçando todos os comunistas da fila com chutes ritmados. O BBOY Ualace alarmou-se quando os olhos dela miraram uma sombrinha colorida perto da porta de entrada.
"Nem a raba, gata. Vai pegar arma não."
Ele quicou a prancha pro alto e a frevo girl esticou-se o máximo para sacar a sombrinha.
RATAKTAKTAKTAK.
A cabeça de BBOY Ualace ficou no ventilador de teto, mas seu corpo permaneceu online. Como um bom tampa de crush, continuou investindo um tubo no ar em direção aos joelhos da dançarina que iam de um lado ao outro frenéticos. Os comunas do local esverdearam-se de enjoo com a cena tão peculiar.
"MUITO QUE BEM, AU, AU"
A portinhola da entrada balangava e o sininho no topo quase quebrou com a entrada repentina de FRANKEN NUGETS, um Golden Retriever com uma coleira falante encantada.
O dog soltou um peido descomunal e sumiu para a rua.
O BBOY murchou como bexiga velha, dando três voltas no ar antes de amuar-se sobre um pires vazio.
A miss cebola do frevo colou no ventilador e agora ambos eram foice e martelo.
Fugindo desesperados, os comunas sabiam naquele momento que aquela era uma manobra política surreal discordianista perpetrada por Éris.
Franken Nugets voltará para nos salvar?
Em quinze minutos chegou o Late, e estava frio.
"Miss cebola, aqui ó, o bagulho nem tá quentão."
A atendente pulou no balcão revelando um uniforme FULL HD de frevo, ameaçando todos os comunistas da fila com chutes ritmados. O BBOY Ualace alarmou-se quando os olhos dela miraram uma sombrinha colorida perto da porta de entrada.
"Nem a raba, gata. Vai pegar arma não."
Ele quicou a prancha pro alto e a frevo girl esticou-se o máximo para sacar a sombrinha.
RATAKTAKTAKTAK.
A cabeça de BBOY Ualace ficou no ventilador de teto, mas seu corpo permaneceu online. Como um bom tampa de crush, continuou investindo um tubo no ar em direção aos joelhos da dançarina que iam de um lado ao outro frenéticos. Os comunas do local esverdearam-se de enjoo com a cena tão peculiar.
"MUITO QUE BEM, AU, AU"
A portinhola da entrada balangava e o sininho no topo quase quebrou com a entrada repentina de FRANKEN NUGETS, um Golden Retriever com uma coleira falante encantada.
O dog soltou um peido descomunal e sumiu para a rua.
O BBOY murchou como bexiga velha, dando três voltas no ar antes de amuar-se sobre um pires vazio.
A miss cebola do frevo colou no ventilador e agora ambos eram foice e martelo.
Fugindo desesperados, os comunas sabiam naquele momento que aquela era uma manobra política surreal discordianista perpetrada por Éris.
Franken Nugets voltará para nos salvar?
sexta-feira, março 30, 2018
quinta-feira, dezembro 21, 2017
Estás fudido
por Frater Láska
:::
Santa Babalon, eles diriam.... Éris!
Texto Sagrado encontrado em uma caverna na Ilha Figi em 1768, dizem as más línguas que ele é canalizado por Éris, nossa Linda Deusa da Discórdia.
"Jhonny era um cara frio, não namorava ninguém, não saia de casa com amigos, sua companhia era uma Longneck de Glacial toda sexta e sábado, durante as noites o mesmo admirava as famílias comendo e os amigos bebendo em bares da bohemia de uma cidade do interior de algum lugar com morros e matos.
Jhonny gostava de sexo, mas só possuía uma conta no Brazzers em HD e uns contatinhos no msn em época de webcam, ele saia toda noite iludido achando que ia enfiar a piroca em algum lugar, mas o mesmo só conseguia chamar atenção de travestis que usavam crack nas praças ao redor dos bares e de senhores de idade comerciantes de pipoca que ficavam na praça vendendo para as crianças.
Jhonny não aguentava mais essa vida, pensando em desistir, ele foi até a loja de discos e comprou um vinil da Anitta, aonde ouviu e seus ouvidos sangraram até meia noite, dando esse horario, um demônio invadiu seu corpo e falou: ESTOUREI TEU TÍMPANO SE FODE AI LOCÃO!!!
Jhonny já desesperado com seus ouvidos pingando vermelho igual aquele molho do tomate que tem um elefante verde na lata saiu correndo puto da vida por que seu suicidio não foi completado, o mesmo foi até os travestis que deram mole pra ele na praça e resolveu fumar uma pedra de crack, ele já tirou uma seda do bolso mas um travesti chamado ronaldo pegou um copo de guaracamp de acerola que parecia ter sido usado mais de 23 vezes e falou: AQUI É BRABO!
Jhonny sem mais perspectiva nenhuma da vida isqueirou sua pedra de crack no copo e quando tragou a fumaça negra sagrada, o mesmo caiu pra trás por 5.5.5 segundos, levantou e foi direto em direção há um muro com paredes pichadas, o mesmo se apoiou em pilastras ali perto para tentar acalmar a mente da tragada da fumaça mágica, ronaldo galudão de pedra foi lá tentar arrumar uma gozada, chegou no ouvido de jhonny e sussurrou: você é um gato, jhonny na onda da fumaça sagrada disse: MIAU, ronaldo não entendeu e ficou boladão, e logo falou: você é uma vaca! jhonny iluminado pela fumaça sagrada lhe disse: MU!
Automaticamente depois dessas palavras sagradas naquelas pilastras pichadas por sigilos da DKMU e entre o aroma de urina de mendigos que só bebem corote, Éris apareceu entre uma poça de urina e uma seringa quebrada, os ventos que sopravam dos seus cabelos eram tão puros que os saquinhos de pó de 5 voavam como penas de cisnei, todos muito encantados com a beleza e o perfume de éris falaram: VAMOS FUDER!
Éris como sempre muito plena falou: vocês já não estão com as vidas fudidas?
Depois desse choque de realidade, os saquinhos de drogas já no chão, a urina já fedendo de novo e um mendigo ao lado morrendo de overdose, os 2 foram resolver suas vidas, hoje Jhonny é milhonário e tem uma família digna, Ronaldo é dragqueen na Alemanha e casou com um empresário chamado Astolfo Alface.
Por mais que estejam fudidos e queiram transar, olhe pra bunda da sua vida e veja se não estás fudido! - Éris"
S.'.I.'.K.'.D.'.E.'.M.'. Sociedade da Igreja do Kaos e da Discórdia, Éris Manda
K007
23!
5!
:::
Santa Babalon, eles diriam.... Éris!
Texto Sagrado encontrado em uma caverna na Ilha Figi em 1768, dizem as más línguas que ele é canalizado por Éris, nossa Linda Deusa da Discórdia.
"Jhonny era um cara frio, não namorava ninguém, não saia de casa com amigos, sua companhia era uma Longneck de Glacial toda sexta e sábado, durante as noites o mesmo admirava as famílias comendo e os amigos bebendo em bares da bohemia de uma cidade do interior de algum lugar com morros e matos.
Jhonny gostava de sexo, mas só possuía uma conta no Brazzers em HD e uns contatinhos no msn em época de webcam, ele saia toda noite iludido achando que ia enfiar a piroca em algum lugar, mas o mesmo só conseguia chamar atenção de travestis que usavam crack nas praças ao redor dos bares e de senhores de idade comerciantes de pipoca que ficavam na praça vendendo para as crianças.
Jhonny não aguentava mais essa vida, pensando em desistir, ele foi até a loja de discos e comprou um vinil da Anitta, aonde ouviu e seus ouvidos sangraram até meia noite, dando esse horario, um demônio invadiu seu corpo e falou: ESTOUREI TEU TÍMPANO SE FODE AI LOCÃO!!!
Jhonny já desesperado com seus ouvidos pingando vermelho igual aquele molho do tomate que tem um elefante verde na lata saiu correndo puto da vida por que seu suicidio não foi completado, o mesmo foi até os travestis que deram mole pra ele na praça e resolveu fumar uma pedra de crack, ele já tirou uma seda do bolso mas um travesti chamado ronaldo pegou um copo de guaracamp de acerola que parecia ter sido usado mais de 23 vezes e falou: AQUI É BRABO!
Jhonny sem mais perspectiva nenhuma da vida isqueirou sua pedra de crack no copo e quando tragou a fumaça negra sagrada, o mesmo caiu pra trás por 5.5.5 segundos, levantou e foi direto em direção há um muro com paredes pichadas, o mesmo se apoiou em pilastras ali perto para tentar acalmar a mente da tragada da fumaça mágica, ronaldo galudão de pedra foi lá tentar arrumar uma gozada, chegou no ouvido de jhonny e sussurrou: você é um gato, jhonny na onda da fumaça sagrada disse: MIAU, ronaldo não entendeu e ficou boladão, e logo falou: você é uma vaca! jhonny iluminado pela fumaça sagrada lhe disse: MU!
Automaticamente depois dessas palavras sagradas naquelas pilastras pichadas por sigilos da DKMU e entre o aroma de urina de mendigos que só bebem corote, Éris apareceu entre uma poça de urina e uma seringa quebrada, os ventos que sopravam dos seus cabelos eram tão puros que os saquinhos de pó de 5 voavam como penas de cisnei, todos muito encantados com a beleza e o perfume de éris falaram: VAMOS FUDER!
Éris como sempre muito plena falou: vocês já não estão com as vidas fudidas?
Depois desse choque de realidade, os saquinhos de drogas já no chão, a urina já fedendo de novo e um mendigo ao lado morrendo de overdose, os 2 foram resolver suas vidas, hoje Jhonny é milhonário e tem uma família digna, Ronaldo é dragqueen na Alemanha e casou com um empresário chamado Astolfo Alface.
Por mais que estejam fudidos e queiram transar, olhe pra bunda da sua vida e veja se não estás fudido! - Éris"
S.'.I.'.K.'.D.'.E.'.M.'. Sociedade da Igreja do Kaos e da Discórdia, Éris Manda
K007
23!
5!
quinta-feira, junho 01, 2017
Ainda, não.
-por favor: ouça e veja e sinta-
-acho que você não entendeu muito bem este aspecto roxo-câmara-de-refrigeração manifesto desde meus lábios até meu dedão menor da perna mais longa, não é mesmo?-
-por favor-
Silêncio.
As sombras triangulares dançavam sob triângulos de galhos, num quadro improvisado por alguma coisa que se encontra no campo das marretas e dos arietes. O que sobrara da parede, por sua vez, parecia ser objeto de testes, designado assim por um enxame de mofos pesquisadores de alguma instituição cósmica de pesquisa de campo - ou ali os ventos e pássaros e insetos vinham de longe, dali e uns dos outros, e os mofos, mofando, acabaram iniciando aquilo ali. O vento e a umidade certamente não assustaram as criaturas que desenham onde podem, das quais, uma talvez possa ter previsto o que acontecia agora, e aproveitando o bom estado de seu caco de tijolo se pos rápida e avidamente a deixar sua mensagem para esta ocasião tão original e inspiradora, que elegante e humildemente se prostrava no palco da inexistência, onde as coisas existem, ou fingem muito bem, ainda.
-acho que você não entendeu muito bem este aspecto roxo-câmara-de-refrigeração manifesto desde meus lábios até meu dedão menor da perna mais longa, não é mesmo?-
-por favor-
Silêncio.
As sombras triangulares dançavam sob triângulos de galhos, num quadro improvisado por alguma coisa que se encontra no campo das marretas e dos arietes. O que sobrara da parede, por sua vez, parecia ser objeto de testes, designado assim por um enxame de mofos pesquisadores de alguma instituição cósmica de pesquisa de campo - ou ali os ventos e pássaros e insetos vinham de longe, dali e uns dos outros, e os mofos, mofando, acabaram iniciando aquilo ali. O vento e a umidade certamente não assustaram as criaturas que desenham onde podem, das quais, uma talvez possa ter previsto o que acontecia agora, e aproveitando o bom estado de seu caco de tijolo se pos rápida e avidamente a deixar sua mensagem para esta ocasião tão original e inspiradora, que elegante e humildemente se prostrava no palco da inexistência, onde as coisas existem, ou fingem muito bem, ainda.
quinta-feira, abril 13, 2017
A circunferência que havia chego na ilha na noite anterior, onde foi recepcionada pelos moradores da vila que já previam a chegada da mesma, acordou. Ao notar que sua primeira notação do dia não ocorrera, se transformou numa circunferência curiosa, e buscando por uma resposta, olhava para dentro de si. A vila dos lápis, naquela manhã, descansava. Durante a festa de comemoração da invenção da grande serra, via-se, espalhados pela superfície das arvores, os lápis recém nascidos. Desde a fundação da vila, aquilo nunca havia ocorrido, e nunca antes os lápis se preocuparam com os insetos a lhos perseguir, a fim de se alimentar dos brotos que passaram a se projetar para fora do lápis, formando galhos. Nos fins de tarde, espalhados pela praça, e na casa de familiares, os lápis trocavam uns com os outros informações acerca dos novos lápis-broto, tentando entender as implicações e as causas, escrevendo na história da vila um novo ambiente onírico, onde coisas como "A Maldição da Serra Dentada" e "A Deixa do Vendedor de Repelentes" buscavam o caminho para sair do imaginário e criar raizes no panorama da vila. Na época eu era apenas um um fio de silício que havia ficado preso na pata de um libélula, que na tentativa de se livrar do incomodo causado pela minha estadia ali acabou por perder 4/5 das asas, e não fosse a atração eletromagnética, eu mesmo teria saído, pois a ultima vez que fiquei preso em um inseto, fui abocanhado por um pássaro, de onde só pude sair depois de ele ter morrido, apodrecido e se tornado poeira. O sol não era comum naquela época do ano, e este dado não correspondia a verdade do orvalho, que se integrava na cachoeira para os céus enquanto se acumulava no rio fora da curva.
O líder da vila era um crayon verde musgo, e este, apesar de não ser feito de madeira, também era palco de transformação, sob uma cortina de fungos.
-Estou sem o meu centro!- disse a circunferência, apontando a causa de sua notação não ocorrida. Um lápis, reconhecendo o certo ar da circunferência, notou que algo à surpreendia, e tentando descobrir, surpreendeu-se com o que acontecia no outro lado da rua, pois bem, naquele instante, um gato corria pelos arredores da vila, atrás da sombra de um corvo. Um lápis-broto, logo a frente da sombra. Instalou-se na vila, uma apreensão, fazendo vibrar as mãos da natureza do medo sobre o papel da história da vila. Dentre a nação dos lápis, já se sabia de longa data, mais longa que o próprio idioma, que os corvos eram animais perigosos se não fossem devidamente treinados. Eram demasiado inteligentes e naturalmente avessos a qualquer coisa diferente, ou outras formas de vidas: mas não atacavam enquanto lhos interessasse. Haviam rumores de vilas inteiras que foram dizimadas pela ação de um único corvo, que usava de truques sofisticados para pegar lápis por lápis. Outros, usavam verdadeiras armadilhas, usando iscas de uma forma elaborada, para pegar muitos de apenas uma vez. Alguns eram tolos, e eram abatidos antes que conseguissem pensar num plano. Outros, aprendiam a contribuir, e alguns eram inteligentes, e ao mesmo tempo, abobados, pois davam em troca dos nossos bens, muito mais do que precisávamos, e indiscutivelmente não merecíamos. Mas respeitamos o senso de valor do corvo. Até mesmo por que nos convém, mas será que é honesto ele não saber?
Bem, eu assumo que ele saiba. Até mesmo porque nós não fazíamos a menor ideia do nosso significado para ele. Alguns tempos depois, essa dúvida, acabou gerando uma vontade de recompensa tão grande, que todos começaram a pensar que o Corvo era um Deus. Ai, tivemos o primeiro grande colapso, gerando frequências de degeneração social, pois nossas vidas tranquilas, e antes, relativamente segura dos corvos, começaram a confundir, o perigo que o animal representava, com o senso de obrigação moral que lhos ligava aos animais: era uma ação primariamente defensiva, e então, uma relação de simbiose entre as raças, o que poderia lhas tornar amigas, talvez. Mas essas perguntas silenciosas, como que sombras sobre um mundo algoz, ocupava o tempo e a o senso de decisão dos lápis, e assim, começava a recuar para além do agora, a riqueza e a beleza da interação entre os lápis e os corvos, trazendo o agora, para uma vestimenta de fatos aos quais os lápis começaram a enxergarem no corvo uma bomba relógio, e, CARALHO! - naquele momento, o corvo pousou logo afrente de lápis broto! E o gato, pulou por cima d'ambos.
Algumas pontas se quebraram, e, como que um trovão sobre uma novena, foi a docilidade da cena sobre o ímpeto de horror dos lápis expectadores - que desesperados, já haviam pulado de seus respectivos lugares, como se fossem afugentar o que tanto temiam. O pequeno lápis, demonstrava, com inspiradora assertividade nos modos, como podia ser bom um corvo e um gato, se você soubesse educa-los. O garoto tirava um inseto de suas costas, o qual ele havia impedido de sugar-lhe o néctar, e o segurava com uma das mãos, e na outra, ficava com um pedaço de noz (era o objeto que ele queria em troca), fazendo um jogo de manipulação espacial, ele aprendeu a manipular a atenção do animal, de uma tal forma, que ele conseguiu relacionar a proximidade do inseto e da noz, dando o inseto logo depois de comer a noz, depois, usava o inseto de longe para o corvo perceber a noz, e então, depois de comer a noz, entregava o inseto, logo em seguida, tentou ensinar para o corvo que ele podia usar a noz para conseguir o inseto. Foi aumentando cada vez mais, e então para compensar, aumentou o número de insetos, e número de noz. Aos poucos foi dando tempo para o corvo, sem gerar estresse. E ali estavam, neste meio tempo o lápis o ensinou o corvo a receber uma espécie de carinho como sinal de aprovação - ele não tinha certeza o que isto significava para o corvo, mas certamente um pouco de proximidade seria seguro! E o corvo também o ensinou muita coisa "através da qual nós nos compensamos" pensava o jovem lápis. "E tudo de maneira saudável. Esse gato é um amigo, ele gosta de mim porque eu posso deixar marcas em lugares. Ele me dá uns negócio massa que ele encontra em troca de umas marcações aqui e ali".
O âmbito dos ares diferentes da circunferência não foi notado, e a mesma nem se quer notou o que havia ocorrido ali fora, um evento histórico que significava uma nova era para espécie, ela estava compenetrada na sua bolha de descentralização.
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"E esta foi a minha história."
Disse o camundongo por dentre o guardanapo, que assim como seus companheiros de almoço, usava para limpar-se. "Esta cenoura estava uma maravilha!" "Sim!" concordaram e saíram, cada um para um lado, subiram por uma parede, percorreram o forro e sumiram por lugares que apenas eles conhecem.
O líder da vila era um crayon verde musgo, e este, apesar de não ser feito de madeira, também era palco de transformação, sob uma cortina de fungos.
-Estou sem o meu centro!- disse a circunferência, apontando a causa de sua notação não ocorrida. Um lápis, reconhecendo o certo ar da circunferência, notou que algo à surpreendia, e tentando descobrir, surpreendeu-se com o que acontecia no outro lado da rua, pois bem, naquele instante, um gato corria pelos arredores da vila, atrás da sombra de um corvo. Um lápis-broto, logo a frente da sombra. Instalou-se na vila, uma apreensão, fazendo vibrar as mãos da natureza do medo sobre o papel da história da vila. Dentre a nação dos lápis, já se sabia de longa data, mais longa que o próprio idioma, que os corvos eram animais perigosos se não fossem devidamente treinados. Eram demasiado inteligentes e naturalmente avessos a qualquer coisa diferente, ou outras formas de vidas: mas não atacavam enquanto lhos interessasse. Haviam rumores de vilas inteiras que foram dizimadas pela ação de um único corvo, que usava de truques sofisticados para pegar lápis por lápis. Outros, usavam verdadeiras armadilhas, usando iscas de uma forma elaborada, para pegar muitos de apenas uma vez. Alguns eram tolos, e eram abatidos antes que conseguissem pensar num plano. Outros, aprendiam a contribuir, e alguns eram inteligentes, e ao mesmo tempo, abobados, pois davam em troca dos nossos bens, muito mais do que precisávamos, e indiscutivelmente não merecíamos. Mas respeitamos o senso de valor do corvo. Até mesmo por que nos convém, mas será que é honesto ele não saber?
Bem, eu assumo que ele saiba. Até mesmo porque nós não fazíamos a menor ideia do nosso significado para ele. Alguns tempos depois, essa dúvida, acabou gerando uma vontade de recompensa tão grande, que todos começaram a pensar que o Corvo era um Deus. Ai, tivemos o primeiro grande colapso, gerando frequências de degeneração social, pois nossas vidas tranquilas, e antes, relativamente segura dos corvos, começaram a confundir, o perigo que o animal representava, com o senso de obrigação moral que lhos ligava aos animais: era uma ação primariamente defensiva, e então, uma relação de simbiose entre as raças, o que poderia lhas tornar amigas, talvez. Mas essas perguntas silenciosas, como que sombras sobre um mundo algoz, ocupava o tempo e a o senso de decisão dos lápis, e assim, começava a recuar para além do agora, a riqueza e a beleza da interação entre os lápis e os corvos, trazendo o agora, para uma vestimenta de fatos aos quais os lápis começaram a enxergarem no corvo uma bomba relógio, e, CARALHO! - naquele momento, o corvo pousou logo afrente de lápis broto! E o gato, pulou por cima d'ambos.
Algumas pontas se quebraram, e, como que um trovão sobre uma novena, foi a docilidade da cena sobre o ímpeto de horror dos lápis expectadores - que desesperados, já haviam pulado de seus respectivos lugares, como se fossem afugentar o que tanto temiam. O pequeno lápis, demonstrava, com inspiradora assertividade nos modos, como podia ser bom um corvo e um gato, se você soubesse educa-los. O garoto tirava um inseto de suas costas, o qual ele havia impedido de sugar-lhe o néctar, e o segurava com uma das mãos, e na outra, ficava com um pedaço de noz (era o objeto que ele queria em troca), fazendo um jogo de manipulação espacial, ele aprendeu a manipular a atenção do animal, de uma tal forma, que ele conseguiu relacionar a proximidade do inseto e da noz, dando o inseto logo depois de comer a noz, depois, usava o inseto de longe para o corvo perceber a noz, e então, depois de comer a noz, entregava o inseto, logo em seguida, tentou ensinar para o corvo que ele podia usar a noz para conseguir o inseto. Foi aumentando cada vez mais, e então para compensar, aumentou o número de insetos, e número de noz. Aos poucos foi dando tempo para o corvo, sem gerar estresse. E ali estavam, neste meio tempo o lápis o ensinou o corvo a receber uma espécie de carinho como sinal de aprovação - ele não tinha certeza o que isto significava para o corvo, mas certamente um pouco de proximidade seria seguro! E o corvo também o ensinou muita coisa "através da qual nós nos compensamos" pensava o jovem lápis. "E tudo de maneira saudável. Esse gato é um amigo, ele gosta de mim porque eu posso deixar marcas em lugares. Ele me dá uns negócio massa que ele encontra em troca de umas marcações aqui e ali".
O âmbito dos ares diferentes da circunferência não foi notado, e a mesma nem se quer notou o que havia ocorrido ali fora, um evento histórico que significava uma nova era para espécie, ela estava compenetrada na sua bolha de descentralização.
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"E esta foi a minha história."
Disse o camundongo por dentre o guardanapo, que assim como seus companheiros de almoço, usava para limpar-se. "Esta cenoura estava uma maravilha!" "Sim!" concordaram e saíram, cada um para um lado, subiram por uma parede, percorreram o forro e sumiram por lugares que apenas eles conhecem.
O pingo e a poça.
-Ali.
Olhou. Confusão. -Nessa pocinha de barro?
Sorriu. -Isso!
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Pouco antes
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A chuva cessa. As arvores e coisas secam pouco-a-pouco com a gravidade, fricção de ar e vibrações. Vibrações. Vez ou outra uma seca abruptamente e outras não tem tempo de ficarem secas, pois pinga mais nelas do que pingam delas para o além. -Só agora que você chega?- apontando para o tapete encharcado. -Pois é... mas...- aviva-se com algo. -Ahm? que foi?- Perto de uma das extremidades do tapete havia uma protuberância paralelepipédica. Coisa recém-notada pelo recém-chegado, que tão logo foi notada, fez com que o velhinho que estava limpando seu cachimbo deixasse seu ofício de lado e caminhasse até a cena. -Que foi ai? Ah, não me digam que acharam o meu tabaco mais gostoso?- olham-se, num olhar de quebra-cabeças, onde pedaços de sem-jeito e pedaços de compaixão natural se entrelaçam em pedaços de agonia com pedaços de curiosidade. E rapidamente piscam: -Oh, não...- como um vento que espalha. O velhinho sorri um riso triste, se vira num sinal de quase-fazer-o-que e volta para seu cachimbo, parando antes num baú, de onde tira um pacote de tabaco qualquer. 2 á 3 e então 3 á 2 novamente. Olhava o velhinho enquanto voltava para onde estavam -...mas então, vamos ver o que é isso?- perguntou para o recém-chegado, que não estava ali. Apenas o tapete, só que agora, além de encharcado, dobrado pelo descuido e pela pressa. Ela se vira, e ele corria, de costas para ela, segurando alguma coisa ao peito. Quando por fim, chegou naquela poça...
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quarta-feira, janeiro 25, 2017
open login / reality glitch hack manifesto — by ÐŲMп委 ال — DaðŲ Miners психический 工人委 - remixed by Timoteo Pinto
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