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Um terror ronda os quintais das senhoras incautas e anorexigenas espalhadas paralelamente pelo chão.
Findam-se os dias das bonitinhas histórias gansianas e devém o tempo saturnino do trovão: Black Parrachian, nice day.
Parrachianos gritam dos confins de Santa Teresa ou de Belvedère para se esconderem de tamanho horror.
Parrachianos obscuros tomam o confronto com o que parecia ser mais bonito: a vida. A exaltação do ganso pelos parrachianos é invertida e os adeptos do Bela-parrachianismo negro acabam por forçar um culto ao Pato.
Lembremos das leis básicas do Parrachianismo:
- Tudo é ganso
- Ganso é tudo
- O que não é tudo é nada.
- Quem nada é pato.
Ao louvarem o nada - o Pato - os black parrachians descobriram, em seu surto de terror, novos paradigmas como leis cósmicas. Eis então que:
- Se puder dar merda, dará.
- Merdas acontecem.
- Alguem tem que se fuder.
- Sempre pode ser pior...
E foi assim que o céu fez-se noite no mundo dos vivos.
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